Fisioterapeuta trata de paciente neurológico a atletas







Quando a gente está na frente da televisão assistindo a um jogo e torcendo pela seleção brasileira, nem se lembra da equipe médica que garante que os jogadores possam estar bem em campo. Sujeitos a lesões no dia-a-dia, os atletas são alguns dos maiores clientes dos fisioterapeutas.

A área da fisioterapia que cuida desses pacientes é a desportiva, e os profissionais a consideram em expansão. Segundo Luiz Alberto Rosan, fisioterapeuta da seleção brasileira e do São Paulo, por terem um melhor condicionamento físico, os atletas têm uma reabilitação mais rápida do que as pessoas em geral e, por isso, recebem um tratamento diferente.

Responsável pelo Refis (Reabilitação Esportiva, Fisioterápica e Fisiológica) do São Paulo, Rosan realiza avaliações periódicas e acompanha o histórico de cada jogador (da seleção ou do clube).

Se eles sofrem alguma lesão e precisam de reabilitação, já têm seus desempenhos tabelados, de forma que ganham tempo para voltar ao melhor rendimento. "Nós cuidamos para que a recuperação seja rápida. Nossa função é diminuir o tempo que o jogador fica fora de campo", resume o fisioterapeuta.

Para dar um exemplo da importância da fisioterapia, ele cita os casos de Ronaldo e Rivaldo, que, dias antes da Copa de 2002, ainda não tinham se recuperado totalmente de cirurgias que haviam sofrido. "A seleção estava desacreditada, Ronaldo não tinha jogado as eliminatórias", lembra. Do dia da convocação até o final da Copa, Rosan realizou um trabalho intensivo com os dois jogadores de futebol.

"Foi graças ao tratamento fisioterápico que eu pude jogar contra a Venezuela em 2002", conta Luizão, pentacampeão que hoje está contundido e é paciente de Rosan.

Na carreira de fisioterapia, o mais comum é o trabalho hospitalar ou ambulatorial, que compreende as áreas pediátrica, cardiorrespiratória, ortopédica e neurológica, além da UTI.

Karla Ribeiro, 26, decidiu fazer fisioterapia porque jogava vôlei na adolescência e teve problemas no joelho. "Foi o meu primeiro contato com a profissão. Eu achava que era só ortopedia", lembra Karla, que hoje é professora na Unitau (Universidade de Taubaté) e se especializou na área cardiorrespiratória na Unicamp.

Outro campo que ganhou destaque é a estética, com tratamentos como massoterapia e drenagem linfática.

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