sexta-feira, 31 de julho de 2009

Importancia da Fisioterapia, segundo CREFITO 3

terça-feira, 28 de julho de 2009

Especial Especialidades: Fisioterapia na Geriatria

Somente por volta da década de trinta é que a Geriatria surge nos meios científicos como uma disciplina médica, dedicando-se ao estudo das patologias compreendidas como senis e dos seus aspectos curativos. Da mesma forma acontece com a Gerontologia, quando a partir da década de cinqüenta os seus estudos são sistematizados para a área do envelhecimento normal, da prevenção e da qualidade de vida na idade tardia. As interfaces da Gerontologia com diversas disciplinas, alcançando campos até mesmo transdisciplinares, abrem dimensões de estudos e pesquisas enriquecedores.

Os avanços médicos das últimas décadas promoveram a queda da mortalidade entre as doenças infecciosas, beneficiando os grupos mais jovens da população. Estes “sobreviventes” passam a viver mais e expostos a fatores de risco para doenças crônico-degenerativas.

A fisioterapia é uma das profissões da saúde imprescindíveis para a atenção ampla do idoso no sistema de saúde, pois envolve a preservação das funções motoras; tratamento das alterações e dos sistemas provenientes de doenças e problemas associados e reabilitação funcional do idoso dentro de suas potencialidades e especificidades. O atendimento fisioterapeutico consiste de recursos como cinesioterapia, que são movimentos terapêuticos que podem estar associados a agentes eletrofotodermoterápicos, tais como as correntes elétricas analgésicas e excitatórias, infravermelho, laser, ultra- som, ondas curtas, crioterapia e hidroterapia. O tratamento preventivo melhora a capacidade funcional.

O fisioterapeuta deste século deverá estar preparado para atuar na equipe multi e interdisciplinar, conhecendo os múltiplos aspectos das doenças crônicas e principalmente, das condições bio-psico-sociais dos idosos. O papel preventivo deverá sobrepujar o caráter reabilitatório das fisioterapias atuais. A atuação integrada do fisioterapeuta deverá ser sentida de forma consistente em todos os níveis de atendimento ao idoso. Procurando agir nos ambulatórios e consultórios médicos, evitando-se a hospitalização, que é considerada fator de risco de óbitos por provocar condições que agravam a saúde, como infecções, isolamento social, iatrogenia, entre outras que podem proporcionar perda de independência e autonomia.



Como sabemos os idosos hospitalizados apresentam um declínio físico progressivo e após a alta hospitalar, nem sempre conseguem recuperar o seu desempenho funcional anterior. Cabe ao fisioterapeuta, atuar neste segmento, de forma a minimizar estas seqüelas reabilitando o idoso de forma plena no mais breve período de tempo possível.



O âmbito da fisioterapia proporciona um ótimo contexto para favorecer as relações de empatia e cordialidade em pacientes com doenças degenerativas como Alzheimer. No tratamento de pessoas idosas é importante se levar em conta a interação que gera entre o terapeuta e o paciente. O fisioterapeuta do século XXI necessita de conhecimentos a respeito não só da patologia que está sendo tratada, mas também de noções de nutrição, farmacologia, psicologia, filosofia e sociologia. Pois, não raramente será solicitado, pelo paciente, de informações a este respeito. Estas informações, certamente, não virão apenas das cadeiras do curso de fisioterapia, mas do convívio com as equipes que atendem os idosos. A qualidade de vida na senescência vem sendo uma preocupação hodierna da Gerontologia, enfatizando-se a importância da promoção e prevenção de saúde. A linha divisória entre senescência e senilidade pode ser traçada a partir da capacidade funcional e da cognição.

Fonte: Fisioterapeutas Plugadas

Articulação do joelho interativo

O joelho é uma articulação do corpo humano e de outros mamíferos. Formada pela extremidade distal do fêmur, pela extremidade proximal da tíbia (e pela patela (rótula).
O joelho ainda possui ligamentos que estabilizam a articulação, auxiliados pelos meniscos (interno ou medial e externo ou lateral), que estabilizam o joelho, e amortecem os impactos sobre as cartilagens.
A chave para uma articulação de joelho saudável é a estabilidade da articulação. A configuração óssea, os meniscos, os ligamentos, a cápsula e os músculos que cercam a articulação do joelho produzem a sua estabilidade.
Os ligamentos são os estabilizadores primários para a translação anterior e posterior, angulação vara e valga, e para a rotação interna e externa da articulação do joelho. O ligamento cruzado anterior (LCA) é a restrição predominante ao deslocamento tibial anterior, pois aceita 75% da força em extensão completa e um adicional de 10% (até 90.º) de flexão do joelho. Com esses dados fica evidente que o LCA é o mais exigido no dia a dia de uma pessoa saudável, que pratica esporte por lazer ou profissão.

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Esse post é um post publieditorial

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Artigos em Pdf sobre Biomecanica

Esses artigos são oferecidos gratuitamente pelos Cds Universitarios.


Biomecânica

Biomecânica das Articulações do Esqueleto Humano

Biomecânica clínica do aparelho locomotor (Livro)

BIOMECÂNICA DO CICLISMO

Principios da Biomecânica


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sábado, 25 de julho de 2009

Fotos de clínicas de fisioterapia


Mais um post com fotos de clínicas inclusive com piscina para hidroterapia / hidrocinesioterapia.
 
 
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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Video: Protocolo RMA

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Ultrasom utilizado depois da crioterapia


Uma das grandes combinações da fisioterapia é o uso do ultrasom junto com a crioterapia. E essa combinação é excelente porque a crioterapia potecializa o efeito do ultrasom. O gelo faz com que as estruturas se comprimam, assim tornando menor a absorção do U.S. na superfície. O uso de calor superficial na região provocará aumento da temperatura dos tecidos superficiais, onde ocorrerá maior absorção do U.S., diminuindo, portanto a efetividade em tecidos profundos.
 

Alongamento para melhora da cervicalgia

 
O alongamento é um excelente antidoto contra dores na região do pescoço e coluna cervical e inicio da dorsal. Movimentar essa região, princiapalmente durante um dia de trabalho estressante funciona como um antidoto para que essas dores não aumentem.
 
person turning head to side  Movimentar o pescoço girando-o cinco vezes para cada lado, de forma lenta e suave.
 
Geralmente há um lado do nosso corpo que fica mais sobrecarregado, principalmente por causa da posição de mouse, telefone e outras coisas que nos fazem ter dominância para um lado só.
 
person tilting head sideways  Mantenha a cabeça inclinada para um lado por 20 segundos, procurando alongar toda musculatura lateral do pescoço.
 
 
person tilting head forward  Incline a cabeça para a frente e procure alongar toda a musculatura medial da coluna, procurando não sobrecarregar muito ao aproximar o queixo do peito.
 
Muitas vezes a manutenção da posição em pé ou sentado durante muito tempo trás uma tensão que podem ser aliviada por alguns movimentos de alongamento na região da cintura escapular.
 
person stretching arm across chest        person holding elbow and stretching to one side  person with hands on hip and turning at waist
 
Cada exercício desse deve ser repetido três vezes para cada lado com a espera na posição por no mínimo 10 segundos.
 
Garanto que depois dessa pequena série, haverá uma melhora considerável. Embora esses exercícios possam ser uteis, não subtituem o tratamento de fisioterapia que devem ser realizados para que o problema seja sanado.
 
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terça-feira, 21 de julho de 2009

Especial Especialidades: Fisioterapia na ATM

Seguindo com o nosso especial sobre especialidades dentro da Fisioterapia a cada terça feira, hoje falaremos sobre fisioterapia na ATM em um post já escrito aqui no blog.

Acesse: http://facafisioterapia.chakalat.net/2007/07/fisioterapia-na-atm.html

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Video da Anatomia do Joelho

A articulação do joelho envolve três ossos: o fêmur, a tíbia e a patela. Essas três estruturas ósseas formam duas articulações: a fêmuro-patelar e a tíbio-femoral, que funcionalmente não podem ser sempre consideradas separadas, já que existem entre elas uma relação mecânica.

O delimitador desta articulação, é formado pela extremidade distal do fêmur, extremidade proximal da tíbia com meniscos interpostos dando simetria a articulação.

A articulação é rodeada por músculos, ligamentos, meniscos e cápsula articular, que agem em conjunto para dar harmonia aos movimentos, que são de flexão e extensão, com pouca rotação

O joelho é a articulação mais complexa do corpo humano. Para se tratar de qualquer tipo de lesão deve-se conhecer a anatomia, fisiologia e a biomecânica. Suas superfícies articulares estão freqüentemente expostas a tensões e esforços.

Sua função está relacionada à sua atividade muscular integrada e às suas estruturas ligamentosas restritivas e precisas.


ARTICULAÇÃO DO JOELHO

ANATOMOFISIOLOGIA DO JOELHO

O joelho é a articulação mais acometida do corpo humano pelo fato das pessoas usarem seus joelhos como pivô, independente da prática de esportes, os joelhos são alvos de lesões.

A maior ocorrência de lesões se dá no ligamento cruzado anterior que pode ser uma lesão isolada ou não, quer dizer, que compromete outras estruturas (meniscos, ligamentos colaterais e outros).

Existem 4 grandes ligamentos no joelho:

* (LCA) - Ligamento Cruzado Anterior
* (LCP) - Ligamento Cruzado Posterior
* (LCM) - Ligamento Colateral Medial
* (LCL) - Ligamento Colateral Lateral

Os ligamentos estabilizam a articulação, evitando movimentos anormais, auxiliados pelos meniscos, que além de estabilizarem o joelho, atuam também como amortecedores das cartilagens que envolvem o joelho, absorvendo impactos e choques.

Quando ocorre a lesão do ligamento cruzado anterior, em geral o indivíduo está com o pé apoiado e realiza o movimento de rotação ou força o joelho no sentido interno, não conseguindo continuar a prática do esporte que estiver realizando, ocorrendo neste caso um derrame rapidamente.

Em caso de atletas é praticamente obrigatória a reconstrução do ligamento através de uma cirurgia que utiliza uma parte do tendão da patela.

Indivíduos que praticam esportes eventualmente, são os principais candidatos às lesões, por falta de preparo físico. Mudanças de direção, arrancadas ou freadas rápidas durante corridas e saltos são fatores comuns de lesões ligamentares.

O joelho é uma articulação de dois graus de liberdade, a flexão, extensão e rotação sobre o eixo longitudinal da perna, que só aparece quando está fletido.

Durante a flexão os ligamentos colaterais estão frouxos, já os ligamentos cruzados, que fornecem estabilidade para a articulação ao longo de toda amplitude de movimento estão forçando a ocorrência de movimento de deslizamento das superfícies condilares, o LCA irá desenrolar-se e relaxar-se, enquanto que o LCP estará tenso.

Os ligamentos colaterais estão tensos durante a extensão, assegurando a estabilidade lateral do joelho, já o LCP está frouxo, enquanto o LCA está tenso, limitando assim a hiperextensão.

Na rotação externa da tíbia sobre o fêmur, os ligamentos colaterais estão frouxos e os ligamentos cruzados tendem à se tornar paralelos entre si, permitindo o movimento de rotação. O LCA está frouxo, e o LCP tenso.

Durante a rotação interna, os ligamentos estão enrolados um em relação ao outro e tensionados, portanto, a rotação encontra-se bloqueada. Os ligamentos colaterais estão tensos, o LCA tenso e o LCP frouxo.



Na rotação externa, os ligamentos cruzados estão pouco relaxados.

Na rotação interna, se colocam em torção um sobre o outro, se tornando tensos.




Em rotação externa os ligamentos colaterais se encontram relaxados.

Em rotação interna estão tensos.




Na extensão, vê-se que os ligamentos colaterais estão tensos.

E na flexão se encontram relaxados.




Os ligamentos são compostos por tecido conjuntivo do tipo fibroso, estão dispostos sobre uma articulação com o objetivo de impedir uma movimentação excessiva ou anormal da articulação do joelho.

Os ligamentos são muito ricos em receptores nervosos sensitivos, que percebem a velocidade, o movimento, a posição da articulação e eventuais estiramentos e dores. Eles transmitem permanentemente tais informações ao cerebelo que responde com ordens motoras aos músculos sendo chamada de sensibilidade proprioceptiva.

Os ligamentos da articulação do joelho formam um elo de ligação entre as peças articulares e os moduladores dos movimentos. Tais ligamentos podem ser divididos em 2 grupos principais o pivô central que é constituído pelos ligamentos LCP ( ligamento cruzado posterior) e LCA (ligamento cruzado anterior) e as estruturas cápsulo-ligamentares periféricas, constituídas pelos ligamentos capsulares LCM (ligamento colateral medial) e LCL (ligamento colateral lateral).

Tais estruturas repousam na cavidade intercondilar do fêmur sendo revestidas por suas próprias bainhas sinoviais, separando-as da capsula da articulação do joelho. O termo cruzado é descritivo, pois os ligamentos formam um padrão entrelaçado quando o joelho se move em seu arco de movimento.

Os ligamentos cruzados recebem estes nomes devido as suas inserções, o ligamento cruzado anterior se fixa embaixo, na área intercondilar anterior e, em cima, na face medial do côndilo femoral lateral, o ligamento cruzado posterior se fixa, embaixo, na área intercondilar posterior e, em cima, na face lateral do côndilo femural medial..




Localização e fixação dos ligamentos cruzados os quais impedem os movimentos denominados de “gavetas”





O papel principal dos ligamentos cruzados é evitarem que os dois ossos façam movimentos ântero-posteriores chamados de "gavetas".O LCA impede que a tíbia deslize para frente denominado de gaveta anterior e o LCP que deslize para trás denominado de gaveta posterior.

O LCA pode descrever-se em três feixes:

* Feixe ântero-interno (o mais longo, o primeiro visível e o mais expostos à traumatismos).

* Feixe pôstero-externo (recoberto pelo precedente, sendo o mais resistente nas rupturas parciais).

* Feixe intermediário

Os ligamentos estão tensos em praticamente todos os movimentos do joelho e, além de impedir o cisalhamento do mesmo, atuam de maneira a guiar a flexão e rotação.

Os ligamentos colateral medial e colateral lateral estabilizam medialmente e lateralmente ou seja, de se abrirem em qualquer dos lados. Caso ocorra uma falta de estabilidade tanto medial como lateral, significa que haverá uma lesão.

O LCM é o mais resistente destes ligamentos pois, o eixo do membro inferior forma um valgo, ou seja, um afastamento da linha média do corpo, distal à articulação considerada, sendo normal com 3 graus acima do joelho, por esse motivo há maior tendência de lesão ligamentar lateral, existindo assim a necessidade de sua resistência.

Os ligamentos colaterais se tornam tensos na extensão e em rotação externa, e relaxados na flexão e na rotação interna.

Os meniscos são em forma de meia lua e em número de dois, menisco medial ou interno e menisco lateral ou externo, os quais auxiliam na distribuição da pressão entre o fêmur e a tíbia. São estruturas fibrocartilaginosas curvas e ficam entre as superfícies articulares opostas e estão ligados entre si e a cápsula articular.

Os meniscos do joelho são freqüentemente lesados, sua retirada cirúrgica é bastante comum, em alguns casos, após ser retirado é formado um novo menisco idêntico ao primeiro, mas constituído não mais por cartilagem e sim por tecido conjuntivo fibroso denso que se torna menos resistente.


Veja essa animação de anomia do joelho

quinta-feira, 16 de julho de 2009

O tratamento de microfisioterapia

Trata-se de um método que se utiliza dos novíssimos conceitos da física quântica e das correlações entre corpo e mente para melhor compreender e tratar dos fenômenos e patologias que comprometem a saúde física e mental dos seres humanos.

Existem conexões embriológicas entre o sistema nervoso e a pele, deste modo tudo que os seres humanos sofrem seja físico ou emocional é percebido pelo sistema nervoso, este então direciona “bloqueios” para zonas de pele específicas de acordo com o trauma sofrido, assim pelo conhecimento anatômico das correlações entre sistema nervoso e pele a Microfisioterapia avalia e trata as lesões de um modo diferenciado e com resultados duradouros.

O tratamento é realizado a partir do momento em que o terapeuta tocando o corpo questiona e levanta informações para o paciente sobre episódios traumáticos ocorridos desde sua etapa intra-uterina até o dia corrente, as informações fazendo sentido para o paciente passam a compor a base para o tratamento, pois na Microfisioterapia a informação é terapêutica, em seguida o tratamento se baseia em toques e liberações das zonas cutâneas bloqueadas, tudo com muito conforto para o paciente.

A Microfisioterapia é resultado de estudos e conhecimentos provenientes da Física Quântica, Teologia, Embriologia, Neurolinguística e Fisioterapia, Daniel Grosjean e Patrice Benini, franceses criadores do método atuam há 3 décadas na França e no mundo todo curando inúmeras lesões e patologias que não encontraram solução pela abordagem conservadora, assim a Microfisioterapia faz parte das técnicas que vão compor as ciências médicas do futuro.

Fatores da Ler / Dort

1 - Postura:
Posturas fixas são um fator de risco principalmente em trabalhos sedentários. No entanto em trabalhos mais dinâmicos, com posturas extremas de tronco como por exemplo abaixar-se e virar-se de lado também foram identificados como fatores de risco.
As más posturas de extremidades superiores também se constituem como fatores de risco, tais como: desvios dos punhos, braços torcionados e elevação do ombro.
Todos esses desvios são influenciados por uma série de fatores ocupacionais e individuais, incluindo característica do posto de trabalho, Ex: altura da mesa, da cadeira, formato da cadeira e seu encosto, etc.

2 - Movimento e força:
Estes dois fatores estão correlacionados ao aparecimento da Dort - (Distúrbio osteomuscular relacionado ao trabalho) nas mãos e punhos. A combinação de forças elevadas e alta repetitividade aumentam a magnitude da lesão mais do que qualquer uma delas isoladamente.
Movimentos repetidos podem danificar diretamente os tendões através do freqüente alongamento e flexão dos músculos.
A força exercida durante a realização dos movimentos é outro determinante das lesões, como por exemplo, no levantamento, carregamento e utilização de ferramentas pesadas; a força necessária para cortar objetos muito duros, a utilização de parafusadoras e furadeiras.

3 - Conteúdo de trabalho e fatores psicológicos:
A relação entre trabalho e a saúde é afetada pela organização do trabalho e fatores psicológicos relacionados ao trabalho, podendo contribuir para o aparecimento de disfunções músculo-esqueléticas. Passou-se a estabelecer a relação entre trabalho, stress e o sistema músculo-esquelético.

4 - Características individuais:
O tipo de musculatura e características individuais parecem manter uma relação com a incidência dos problemas. Nesse sentido, as mulheres parecem ser mais suscetíveis que os homens. A distribuição de tarefas por sexo e consequentemente na carga do trabalho determinam o aparecimento de problemas e estão ligados as características individuais.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Especial Especialidades: Fisioterapia no esporte

A Fisioterapia Desportiva é uma das áreas de atuação do profissional fisioterapeuta na atualidade, o profissional inevitavelmente está sujeito a inúmeras e constantes pressões e cobranças em termos dos resultados de seu tratamento para um retorno funcional e no menor tempo possível do atleta à sua prática desportiva. As situações esportivas expõem ao mesmo tempo, sobrecargas posturais, forças excessivas e repetitividade.


A Fisioterapia Esportiva é um componente da Medicina Esportiva, sua prática e métodos são aplicados no caso de lesões causadas por esportes, com o propósito de recuperar, sanar e prevenir as lesões. A fisioterapia esportiva tem como objetivo principal devolver o atleta o mais rápido possível para a prática esportiva após uma lesão. O trabalho da fisioterapia desportiva é bastante diferente dos outros, pois tudo tem que ser muito rápido e funcionalmente mais efetivo, pois o atleta mais do que qualquer outro indivíduo precisará executar todas as funções do seu corpo, músculos, ossos e articulações, no máximo de potência e amplitude para execução perfeita de todos os movimentos. Dentro da fisioterapia do esporte é também importante a integração do trabalho estático com o treinamento do indivíduo através da reeducação dos atos motores específicos da modalidade. O fisioterapeuta através da avaliação clínica e funcional individualizada do atleta pode colaborar com o treinamento, orientando os indivíduos e respectivos treinadores quanto aos possíveis desequilíbrios musculares presentes e o desempenho biomecânico do esporte em questão. O aspecto preventivo no tratamento das lesões esportivas quer se discuta atividade física de alto desempenho quer como mero coadjuvante de tratamentos médicos é importante. Com a finalidade de atuar preventivamente a fisioterapia precisa redirecionar seu foco de atenção, usualmente centrado nas lesões já instaladas, para situações com possível risco para o aparelho músculo-esquelético.


A última década do século passado revela a aceleração das mudanças na prática esportiva. Consolida-se a idéia de esporte como direito de todos. Grupos até então pouco atendidos na questão da atividade física ganham mais atenção. Dois exemplos de tal transformação são a terceira idade e a pessoa portadora de deficiência.


Amplia-se o próprio conceito de esporte, desmembrado em esporte-participação (lazer) e esporte de rendimento (competição). O papel do Estado também se altera. Ele deixa de apenas tutelar as atividades esportivas. Passa a investir em recursos humanos e científicos. Além disso, no campo do alto rendimento, dá atenção especial às questões éticas, como o combate ao doping.


Com isso, vários pesquisadores das causas das lesões desportivas denunciam a incidência alarmante de sua ocorrência nos dias atuais, tornando fundamental a adequabilidade de ações para evitá-las. A propósito, esses estudos estimulam o conhecimento dos cuidados preventivos, visando a reduzir as lesões desportivas na prática de atividades físicas, havendo, portanto, a necessidade de identificar as variáveis determinantes dos danos a elas relacionados, em termos de padrão, traço e tipo ou da combinação de tais elementos.


Na realização de atividades físicas em geral, pouco uso se faz dos aplicativos dos estudos disponíveis sobre o problema discutido. É o que se registra, por exemplo, no campo de atuação da Fisioterapia e até mesmo da Educação Física ao considerar o trabalho de profissionais de ensino e dirigentes técnicos. Dessa forma, a população adepta a exercício físico, com propósito competitivo ou de recreação, fica a mercê dos riscos, ou seja, dos acidentes provenientes dessa prática.


Embora esses agravantes se apresentem, eles não pioram o problema nem são vistos como evidências para que o usuário seja afastado das atividades físicas, mas têm apontado para recomendações que garantam, minimamente, a segurança da comunidade esportiva.


Entre os autores não há unanimidade no enfoque do conceito de atividade física, assim, a atividade física, como qualquer manifestação humana, tem significado especial e diferenciado na espécie. Pode ser considerado como qualquer movimento produzido pelos músculos esqueléticos que resulta em gasto de energia.

Registra-se grande interesse por esses danos físicos nos mais variados grupos de pesquisa. Em considerável quantidade de investigações empreendidas hoje, na área de esporte e lazer, estuda-se o problema das lesões desportivas na tentativa de chegar a um consenso sobre lesões. Segundo a literatura científica, quando se conhecem as causas que levam ao aumento da incidência na ocorrência de lesões desportivas é possível adotar medidas de prevenção e/ou de cura para reduzir os problemas daí advindos. Essa idéia implica o pressuposto dos fatores causais na ocorrência do dano durante a prática de atividades físicas, mas também aponta os meios de evitá-lo ou diminuí-lo. É essencial que fisioterapeutas, educadores físicos e demais profissionais envolvidos com atividades físicas tenham conhecimento dos fatores causais agravantes, para acessarem as ações preventivas.


Dentre as lesões mais comuns estão as tendinites, lesões ligamentares, contusões e distensões, entorses, luxações e subluxações, fraturas e abrasões (Desgaste da pele por meio de algum processo mecânico inusital ou anormal), bolhas e calos, e cortes em geral.

O joelho é uma das articulações mais exigidas por quem pratica esporte, haja a vista o número de lesões de que se tem conhecimento hoje, e talvez por esse motivo o torne a articulação mais estudada. Uma história de dor, capaz de afastar para sempre o monstro sagrado dos esportes, o joelho e suas lesões afastam o atleta mesmo após uma cirurgia, ou mesmo uma história de incertezas, como a recuperação de alguns atletas famosos como o Ronaldo. A fisioterapia tem um papel muito importante dentro deste cenário, e para comprovar a constância de lesões de quem pratica esporte, estudos estão sendo feitos em várias universidades como USP, UfsCar entre outras.


O esporte para pessoas portadoras de deficiência foi criado em Ayeslesbury, na Inglaterra, quando o neurologista alemão, Ludwig Guttmann, cria o Centro Nacional de Lesionados Medulares do Hospital de Stoke Mandeville, visando a reabilitação dos os lesionados da 2º Guerra Mundial. No Brasil o esporte chegou em 1958, quando os paraplégicos Robson de Almeida Sampaio e Sérgio Delgrande, fundam respectivamente o Clube do Otimismo, no Rio de Janeiro e o Clube dos Paraplégicos, em São Paulo. Em 1975, para estruturar o esporte para portadores de deficiência, surgiu a Associação Nacional de Desporto para o Excepcional-ANDE, que agregava todo o tipo de deficiência. Em 1995 foi criado o CPB para representar e consolidar o esporte no cenário nacional e internacional, buscando a universalização de oportunidades para o acesso das pessoas portadoras de deficiência à prática esportiva.


O tratamento fisioterápico tem evoluído muito nos últimos anos. As imobilizações prolongadas com uso de gesso e repouso estão, à medida do possível, cedendo lugar a um tratamento funcional, onde exercícios orientados e atividades programadas tornam-se cada dia mais importante. Um dos mais graves problemas do atleta e do esportista de uma maneira geral é o seu retorno tardio e medo de reiniciar sua atividade esportiva.

Muito tem se falado sobre, a importância do esporte após a reabilitação, a musculação com o objetivo de manutenção da força muscular é um hábito adquirido por quem inicia um tratamento fisioterapêutico e pretende continuar a praticar seu esporte, ou iniciar um outro esporte após uma lesão. A luta pela reabilitação física e psicológica. A paciência de esperar a hora certa para voltar. O dia do retorno.


Na história da Fisioterapia esportiva no Brasil, Nivaldo Baldo teve um grande papel no desenvolvimento da fisioterapia esportiva, sendo um de seus precursores. Ele considera que muito dos atletas recorrem ao uso de produtos químicos, medicamentos, aditivos, hormônios animais, no intuito de não ficar no anonimato, onde as dificuldades sociais e econômicas predominam utilizando modernas técnicas de tratamento como a propriocepção (exercícios de equilíbrio onde o fisioterapeuta provoca reações de desequilíbrio em vários tipos de terrenos, exercícios subaquáticos em piscinas térmicas ou não e exercícios bem orientados) os profissionais dessa área vêm contribuindo para o retorno às atividades.


Segundo Nivaldo, quando um atleta submete-se a algum procedimento cirúrgico, é com o objetivo de deixá-lo igual ou melhor em sua performance física, profissional e esportiva anterior. Ele desde a década de 70 diz que: "joelho operado fica melhor ou pior, igual nunca mais." E para ficar melhor, tem que ser muito bem operado e muito bem recuperado com procedimentos de avaliação que comprovem se realmente o atleta está melhor ou retorna com perdas na sua qualidade e na sua performance profissional - às vezes, com o encurtamento de tempo de carreira. Daí a figura do "bichado", que se insere na história do futebol. Quando o atleta que não foi bem operado e nem bem recuperado volta ao exercício de sua profissão, ele, por algum tempo, garante apenas seus ganhos econômicos para alimentar necessidades reais, ou suas ganâncias pessoais, e as dos clubes, com imensos prejuízos para si.


A fisioterapia é parte importante do processo de reabilitação. Na ortopedia, traumatologia, reumatologia e medicina esportiva, a fisioterapia destaca-se em vários níveis de atenção à saúde. Entre eles: o preventivo, o assistencial (curativo) e o reabilitacional. Na medicina esportiva, a orientação fisioterápica abrange a preparação e treinamento do atleta, prevenção e tratamento das lesões e o retorno precoce às atividades. Essa reabilitação preconiza a mobilização articular, o trabalho muscular e a descarga de peso precoce, como atitudes a serem incorporadas ao processo de reabilitação através de exercícios dinâmicos e cinestésicos, a propriocepção.


A fisioterapia esportiva no Brasil serve como referência para os demais países do mundo, apesar dos poucos recursos tecnológicos que dispomos no momento. Nota-se que cada vez mais, cresce o número de profissionais que se dedicam a essa área, por se tratar também do esporte mais tradicional e mais praticado no Brasil.


O grande desafio do fisioterapeuta no meio esportivo, mais especificamente no futebol, é reabilitar num espaço muito reduzido de tempo, sem que isto acarrete nenhum prejuízo para o atleta. Uma outra função indispensável, que hoje vem sendo aplicada é a de reeducar o atleta e prepará-lo quando o mesmo faz parte das categorias de base. Esse processo acontece quando se acompanha um garoto, pois ainda em formação e o seu organismo pronto para sofrer as adaptações necessárias, o fisioterapeuta tem condições de corrigir nestes jogadores das categorias infanto-juvenis, possíveis deformidades ou assimetrias significativas que atrapalhariam sua performance futura. Um grande exemplo de preparação para jovens talentos do nosso futebol é no São Paulo Futebol Clube que, conta com um setor de referência mundial na fisiologia do Exercício, no entanto, outros clubes do futebol brasileiro cada vez mais, vêm adotando esta pratica terapêutica nas suas sedes. O São Paulo Futebol Clube tem uma estrutura tão impressionante que é comum encontrar atletas de times rivais se submeterem a tratamentos e treinamentos na sua sede.


A Fisioterapia Desportiva no Brasil evoluiu bastante, temos atletas de alto nível, temos fisioterapeutas em todas as categorias, que participam de Copa do Mundo ou de campeonatos mundiais de vôlei, basquete, handebol. A Sonafe, Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva, hoje vem suprir a necessidade que se tinha até alguns anos atrás, de organização e estruturação nesta área.

A fisioterapia ainda tem muito a contribuir.

Fonte: www.fisioterapeutasplugadas.com.br

Dedo mindinho dá 50% da força à mão


Quinto dedo da mão costuma ser visto quase como acessório.
Mas sua perda acaba sendo muito sentida, quando acontece.

O dedo mindinho, o humilde dedo número cinco da mão, há muito tempo é visto como um acessório decorativo, um dedinho para levantar delicadamente enquanto tomamos uma xícara de chá. O que perderíamos se não tivéssemos esse dedinho?

"Você perderia facilmente 50% da força da sua mão", afirmou Laurie Rogers, terapeuta ocupacional e terapeuta de mão certificada do Hospital Nacional de Reabilitação em Washington. Ela explicou que apesar dos dedos indicadores e médios, junto com o polegar, funcionarem para pinçar e agarrar objetos – fechando zípers, abotoando botões – os dedos mínimos se juntam ao anelares para dar força à mão.

Aprendi isso sozinha no último mês de abril, quando tropecei enquanto fazia jogging e minha figura de 60 quilos esmagou o osso na base do meu mindinho direito, um osso da largura de um lápis. Eu quebrei minha articulação metacarpofalangeal, MCP, onde o dedo se liga à mão.

Cinco meses depois, o dedinho ainda não era capaz de dobrar sozinho. Não conseguia fechar a mão, manusear uma raquete de tênis com controle, segurar direito um pesinho de musculação ou um aspirador de pó. Pelo fato da lesão ter ocorrido na minha mão dominante, escrever era uma tarefa difícil.



Problema comum

Minha situação estava longe de ser especial. Fraturas do dedo mindinho e do seu metacarpo – o osso que se estende da base do dedo até a mão – são duas vezes mais freqüentes que fraturas em qualquer outra parte do dedo ou do metacarpo, incluindo o polegar. Existem poucos dados confiáveis que monitoram lesões no dedo mindinho nos Estados Unidos; as estatísticas são de um estudo de 2003 do "The Journal of Hand Surgery" (volume britânico e europeu) que analisou o equivalente a um ano de dados de uma emergência hospitalar em Amsterdã, Holanda.

A alta incidência de fraturas pode ser atribuída ao status do mindinho, junto com o dedo indicador, como "dedo de fronteira", um "apoio para livros" em relação aos dedos anelares e médios, explicou Dr. Steven Z. Glickel, diretor do C.V. Starr Hand Surgery Center do t. Lukes-Roosevelt Hospital Center em Nova York e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia de Mão.

Apesar do dedo indicador "ser, pelo menos, um pouco protegido por estar adjacente ao polegar", continuou o médico, "o dedo mínimo praticamente não tem nenhuma proteção".

Os ossos do dedo mínimo – as falanges distal, média e próxima – são geralmente quebrados em quedas ou quando o dedo é atingido por algo, como uma bola de basquete.

Apesar da rigidez e do inchaço, muitas pessoas não percebem que o dedo está quebrado, então não procuram tratamento.

Fratura oculta


"As pessoas pensam que se não sentem dor e podem mover o dedo, ele não está quebrado", disse Scott G. Edwards, diretor de cirurgia de mão e cotovelo do Georgetown University Hospital. "Isso simplesmente não é verdade."

Os reparos a um dedo mindinho quebrado podem significar pinos, parafusos e placas. Oito dias após minha queda, dois pinos foram colocados através da minha articulação MCP. O procedimento, realizado por Edwards em cirurgia ambulatorial, conectou novamente minha falange próxima e reforçou a articulação central do mindinho, conhecida como articulação interfalangeal próxima, ou PIP. Um gesso foi aplicado da ponta dos dedos até o cotovelo.

Doze dias depois, o gesso foi removido e a reabilitação foi iniciada. Nunca tinha ouvido falar em terapia de dedo, mas ela existe – e é dolorosa.

"Terapeutas de mão fazem com que pareçamos bonzinhos", disse Leon S. Benson, diretor de cirurgia de mão do Evanston Northwestern Healthcare em Illinois. "Estou no consultório, feliz e contente, então digo ao paciente: Agora você vai descer para ver Mary Beth, a terapeuta que vai machucar você."

Os tratamentos incluem aplicação de calor, ultra-som, estímulos neuromusculares, talas e exercícios manuais. Começar a reabilitação logo – dentro de alguns dias ou semanas após a cirurgia – é de extrema importância; sem isso, o tecido cicatrizado pode se expandir e a inchação pode piorar.

Comecei minha terapia rapidamente, mas o terapeuta que me ajudava era gentil demais para manipular meu dedo. Quando finalmente encontrei um substituto competente, meu dedo estava rígido e a cicatrização parecia estar avançando.

O tecido de cicatrização, um tecido conectivo fibroso formador da ferida, é mais proeminente e problemático nos dedos porque praticamente não existe músculo ali, logo os tendões se acomodam diretamente no osso. Acumular tecido de cicatrização no dedo mindinho é como "injetar cola dentro de um relógio", disse Benson. "Trava tudo".

O inchaço também pode retardar a recuperação. "É como tentar dobrar uma grande salsicha", comparou Edwards.

Um exame de ressonância magnética do meu dedo foi realizado depois dos pinos terem sido removidos. O resultado confirmou que o tecido de cicatrização tinha imobilizado os tendões flexores – eles ficam permitem que os dedos se dobrem, como se fôssemos dar um soco. Além de não receber tratamento eficaz rapidamente, a genética pode ter contribuído, já que algumas pessoas formam tecido de cicatrização mais facilmente que outras. De qualquer forma, meu dedo estava travado.

Em outubro, passei por uma tenólise do tendão flexor, durante a qual Edwards conseguiu meticulosamente liberar os tendões. No dia seguinte à cirurgia, comecei a fazer terapia com Rogers. No início do mês, concluí meu tratamento; meu dedinho agora dobra facilmente e a força voltou à minha mão.

Agora, o dedo mindinho tem todo o meu respeito.

Fonte: G1

domingo, 12 de julho de 2009

Fotos de clinica de fisioterapia


Um ambiente para paciente fazer seu tratamento de forma tranquila pode ser um dos caminhos para a reabilitação rápida e segura. Abaixo algumas fotos de centros de tratamento no exterior.
 
 
 
 
Physical Therapy Clinic
 
 
 
Esses centros são voltados mais para fisioterapia desportiva. Estão localizados nos Estados Unidos
 
 
 

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Video de Exame do Joelho

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Método Kabat

O método Kabat ou PNF ou Facilitação neuro-muscular é um dos métodos mais utilizados pelos fisioterapeutas em todo o mundo. Saber trabalhar com essa modalidade de terapia é quase uma obrigação para fisioterapeutas que trabalham com neurologia.

Nós, da CdsUniversitários, disponibilizamos um cd téorico desse método, com artigos e matérias com aplicações e mostrando as caracterísiticas do Kabat junto com a fisioterapia.

Esse é um lançamento, que estamos disponibilizando a usuários desse blog, a um preço especial. Clique no botão de comprar e adquira esse cd com um preço especialissimo.




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Este post é um publieditorial

terça-feira, 7 de julho de 2009

Especial Especialidades: Fisioterapia na neurologia

Hoje, com as modernas técnicas e com o aprimoramento constante dos profissionais com cursos de aperfeiçoamento, essa área da fisioterapia obtém grandes resultados.


A fisioterapia neurofuncional no IGF visa minimizar as deficiências advindas das doenças que acometem o sistema nervoso como: Paralisia Cerebral, Esclerose Múltipla, Acidente Vascular Encefálico (derrame cerebral) dentre outras.

A reabilitação tem como intuito restaurar a identidade pessoal e social dos pacientes que sofreram lesões no córtex, tronco cerebral, medula espinhal, nervo periférico, junção neuromuscular e no músculo, buscando o bem estar físico e emocional do indivíduo.



O tratamento é globalizado e tem como objetivos principais:

• Prevenir deformidades, orientar a família e o paciente seja ele adulto ou criança,
• Normalizar o tônus postural,
• Melhorar habilidades cognitivas e de memória,
• Reintegrar o paciente a sociedade,
• Diminuir padrões patológicos,
• Prevenir instalação de doenças pulmonares ou qualquer outra intercorrência,
• Manter ou aumentar a amplitude de movimento,
• Reduzir a espasticidade,
• Estimular as atividades de vida diária, a alimentação, o retreinamento da bexiga e intestinos, a exploração vocacional e de lazer;
• Otimizar a qualidade de vida do paciente.
Diversas são as patologias neurológicas que podem ser tratadas pela fisioterapia. Dentre elas, discorreremos sobre as mais comuns:

• Paralisia cerebral
• Traumatismo Craniano
• Polineuropatia
• Doença de Parkinson
• Hemiplegia

segunda-feira, 6 de julho de 2009

O que é plataforma vibratoria?

Sucesso nos EUA, nas clínicas de estética e médicas de SP/RJ e que agora promete invadir Fortaleza, nas mais badaladas clínicas médicas e até tomar conta das academias de ginástica.

Desenvolvida para condicionamento físico dos astronautas, a plataforma vibratória potencializa os resultados dos exercícios físicos. Em poucos minutos, tonifica músculos, melhora a microcirculação, aumenta densidade óssea e queima calorias.

Além de promover uma drenagem linfática poderosa e eliminar toxinas. Apenas 15min na plataforma equivalem a 1h de malhação intensa e queima cerca de 200 calorias. Mas não vá pensando que é moleza, você vai suar muito e se não alongar adequadamente, nos dia seguinte sentirá o corpo dolorido como se tivesse levantado toneladas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Video com exercicios terapeuticos para quadril e pelve





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