quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Feliz 2010...

Celebration toast with champagne Royalty Free Stock Photo


UM BRINDE AO ANO QUE SERÁ O ANO DA SUA VIDA.

É O QUE DESEJAMOS. É O QUE QUEREMOS.  É O QUE ACONTECERÁ. BASTA VOCÊ ACREDITAR!

EM 2010, ESTAREMOS AQUI, INFORMANDO E APRENDENDO CADA VEZ MAIS.




quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O Laser na fisioterapia


A palavra Laser vem da abreviação de: LIGHT AMPLIFICATION BY STIMULATED EMISSION OF RADIATION (Amplificação da luz por emissão estimulada de radiação). 
São ondas eletromagnéticas, que emitem radiação não ionizante que podem pertencer a qualquer comprimento do espectro das ondas óticas.
 
Sabe-se que os feixes de luz emitidos pelo aparelho laser são coerentes (paralelos entre si) e não divergentes, como os de outras fontes luminosas.
 
A monocromia da cor, a sincronização das ondas e a coerência dos feixes são os fatores responsáveis pela energia extraordinária das radiações laser.
 

CLASSIFICAÇÃO DOS APARELHOS PELA POTÊNCIA DE EMISSÃO 
1. SOFT LASER (Potência de emissão até 50 mW)
 
2. MILD LASER (Potência de emissão acima de 50 mW)
 
3. HARD LASER (Potência de emissão acima de 8 W)

Laser em reumatologia e medicina esportiva 
São duas especialidades nas quais a maioria das patologias se beneficia com laserterapia.
 
Os resultados superam a 75%, levando em conta dor, mobilidade e edema, trofismo, segundo a patologia em: Cervicobraquialgia, Dorsalgia, Lombalgia, Ciatalgia, Artrose Gera da coluna, Periartrite Escapuloumeral, Gonartrose, Rizartrose, Epicondilite, Artrose Geral do Quadril, Tendinite Aquiliana, Tarsalgia, Artrite Reumatóide.

Laser em medicina física e reabilitação
A reabilitação preocupa-se com análise e tratamento das alterações motoras, sensitivas e tróficas do aparelho locomotor, produzidas por patologias vasculares, nervosas, osteoarticulares  e musculares. 
 
Esta especialidade está em restrito contato com a ortopedia e Traumatologia.
 
Resultados superiores a 80% se conseguiram em: lesões musculares, lesões ósseas fraturas, lesões vásculo-nervosas, fibroses e retração muscular.

Laser em acupuntura
Com os equipamentos de medicina Laser, a acupuntura aumenta o campo de ação, da terapia Laser a todo o quadro de desequilíbrio energético, que se traduz em doença e se beneficia com a acupuntura.
 
A ação do Laser em cada ponto é similar a de uma agulha, mas com maior profundidade, sem dor, totalmente estéril e sem complicações.
 
A Laseracupuntura se utiliza do efeito reflexógeno enquanto que em Laserterapia se utilizam os efeitos locais e Fisiológicos produzidos pela radiação do Laser sobre os tecidos num sistema acumulativo. Em resumo a Laseracupuntura é a forma atual e científica de realizar Acupuntura, pois o sistema não é invasivo nem tampouco desconfortante.

Laser em estética
Sua ação principal é a normalização do potencial da membrana. Toda célula tem em seu interior cargas positivas  e  negativas. Com  esta  normalização quantidade  de ATP  produzida  pela  célula,  atuando como  reequilibrante da atividade funcional celular, no caso das células lipídicas (adipócitos).
 
O desequilíbrio energético conduz à doença. O Laser efetua uma reposição da energia orgânica, acumulativa, perdida, restabelecendo sua normalidade.
 
Seu objetivo principal é estimular a micro circulação da zona afetada por não ser um procedimento calórico, proporcionando uma melhor oxigenação dos tecidos, favorecendo a despolimerização da substância fundamental, mobilizando a sua viscosidade.

Fonte


domingo, 27 de dezembro de 2009

Grande queima de estoque Submarino - Preços Imperdíveis


O Natal pode ter acabado mais a Grande Queima de Estoque que o SUBMARINO está promovendo mostra que pode-se ter vantagem comprando-se depois do Natal. Aproveite porque neste site tem ofertas imperdíveis. Eu comprei uma lavadora de roupas Brastemp por um preço show de bola. Veja algumas ofertas:

Grande queima de estoque Submarino


OS MELHORES CDS E DVDS VOCÊ ENCONTRA NO SUBMARINO

Faringite


A mucosa faríngea está particularmente exposta ao contacto com microrganismos presentes nos alimentos ou suspensos no ar. Por isso, dispõe de diversos mecanismos de defesa que, em condições normais, evitam que os microrganismos proliferem na própria mucosa faríngea ou penetrem em segmentos inferiores das vias respiratórias.

A primeira barreira defensiva corresponde as secreções produzidas por inúmeras glândulas situadas ao longo de toda a mucosa das vias respiratórias, que é praticamente idêntica desde o nariz até aos brônquios. Estas secreções formam uma película sobre a superfície da mucosa com substâncias, entre as quais determinadas enzimas e produtos anti-bacterianos, capazes de destruir ou inactivar a maioria dos microrganismos.

Um outro importante mecanismo defensivo corresponde a presença de inúmeros folículos linfóides, que são acumulações de tecido imunitário situadas estrategicamente ao longo de toda a extensão da mucosa faríngea. Estas formações, entre as quais se destacam as amígdalas palatinas, dispõem na sua superfície de vilosidades microscópicas capazes de capturar os microrganismos, para depois os desactivar e destruir.

Quando por alguma razão estes mecanismos defensivos falham ou são insuficientes, os microrganismos costumam desenvolver-se, proliferando na sucosa faríngea e provocando uma infecção. Para travar este processo, produz-se uma resposta inflamatória, de características semelhantes, independentemente do factor agressor, com uma típica tumefacção da mucosa faríngea que aumenta a irrigação da zona, facilitando a chegada de elementos imunitários que consigam combater eficazmente a infecção.

CAUSAS

A faringite é provocada, na maioria dos casos, por uma infecção e, por isso, está dependente da chegada de microrganismos a mucosa faríngea normalmente, a doença apenas se produz quando existe uma falha nos mecanismos defensivos, os quais impedem, em condições normais, a proliferação de micróbios na garganta.

A causa mais comum para uma falha nos mecanismos defensivos é a irritação da mucosa faríngea provocada pelo consumo de tabaco e

faríngea, como acontece em caso de diabetes mal controlada.

Por outro lado, o frio, a secura ambiental e as alterações bruscas da temperatura ambiental dificultam a actividade das glândulas da mucosa faríngea que elaboram secreções protectoras, podendo alterar a composição das próprias secreções, o que favorece o desenvolvimento de processos infecciosos.

Noutros casos, a infecção faríngea corresponde a uma complicação provocada pela chegada maciça de microrganismos provenientes de tecidos adjacentes, como sucede frequentemente em casos de infecção da mucosa nasal, da cavidade bucal e da laringe. Por fim, existem diversas doenças infecciosas que podem afectar o conjunto do organismo, como o sarampo e outras doenças eruptivas da infância rubéola, escarlatina) ou a tuberculose, que também costuma incluir entre as suas manifestações o desenvolvimento de uma inflamação da faringe.

TIPOS

De acordo com o tempo de evolução, é possível diferenciar dois tipos de faringite:

• A faringite aguda, quando a processo inflamatório é brusco e se prolonga apenas durante alguns dias, após os quais entra em remissão.

• A faringite crónica, quando a inflamação se prolonga por várias semanas ou meses ou quando se apresenta intermitentemente ao longo dos anos.

Por outro lado, de acordo com o tipo de microrganismo que provoca o processo, é possível distinguir basicamente três tipos de faringite:

• A faringite viral, quando a doença é provocada por vários tipos de vírus, entre os quais o da gripe e os que provocam as constipações.

• A faringite bacteriana, quando as lesões são provocadas por vários tipos de bactérias, como os estreptococos e os pneumococos.

• A faringite fúngica, quando a processo é produzido por determinado tipo de fungos microscópicos, nomeadamente por Candida albicans.

FARINGITE AGUDA

Na faringite aguda, os sintomas apresentam-se de forma súbita e, regra geral, tendem a remitir de forma espontânea ao fim de alguns dias.

Uma das manifestações mais relevantes é a febre, em que a temperatura Corporal Costuma superar os 39°C, sendo normalmente acompanhada por sudação, mal-estar geral e dor de cabeça. Todos os sintomas costumam ser mais intensos nas crianças.

Uma outra manifestação é a própria inflamação da sucosa faríngea, que se encontra avermelhada e tumefacta, sendo perceptível ao olhar Comum. Em alguns casos, sobretudo quando a infecção é de origem bacteriana, é possível detectar a presença de alguns pontos ou áreas de tonalidade esbranquiçada, que não são mais do que secreções de pus provenientes das lesões infecciosas.

Um outro sintoma muito frequente é a dor de garganta. É muito comum que a faringite aguda se manifeste inicialmente Com uma sensação de Comichão ou uma ligeira sensação de incómodo na orofaringe - Com o passar das horas, transforma-se numa dor que, muitas vezes, se intensifica ao mover a cabeça e ao deglutir. Esta dor irradia frequentemente para os ouvidos e, por vezes, tão intensa que pode dificultar a deglutição da saliva ou a ingestão de líquidos.

Também é muito comum que ao longo da evolução da faringite aguda se produza uma inflamação dos gânglios linfáticos que se encontram por baixo e por trás da mandíbula, cuja função é filtrar as impurezas e destruir os microrganismos presentes na mucosa oral e faríngea. Estes gânglios, que em condições normais têm poucos milímetros de diâmetro, dilatam-se de tal forma que podem ser perfeitamente perceptíveis pelo tacto. Além disso, a sua inflamação é acompanhada por uma dor que Costuma aumentar quando são pressionados, ao rodar a cabeça e ao engolir. É importante referir que, embora estes gânglios se inflamem de uma forma muito rápida, uma vez finalizado o processo infeccioso, podem demorar algumas semanas a recuperar o seu tamanho normal.

Por fim, um outro sintoma habitual da faringite aguda é a tosse seca, ou seja, sem expectoração, provocada pela própria irritação da sucosa da faringe. Por vezes, a sensação é tão incómoda que Conduz a uma rouquidão, que não é nada benéfica, tal Como a tosse, pois apenas aumenta a irritação - um dos principais objectivos do tratamento é atenuar estes sintomas.

Complicações. A faringite aguda Costuma curar-se ao fim de alguns dias sem provocar grandes complicações. Contudo, por vezes, o processo pode complicar-se devido a infecção e inflamação dos tecidos adjacentes.

E o caso, por exemplo, da amigdalite aguda, presente na maioria dos casos e Com evolução Conjunta, que se manifesta por vermelhidão e tumefacção das amígdalas palatinas; a faringite, embora menos frequente, manifesta-se através do aparecimento de rouquidão, pelo agravamento da tosse seca e por uma dor mais aguda perceptível na zona média do pescoço.

Outras complicações menos comuns da faringite aguda são a bronquite e a inflamação do ouvido médio ou otite média, devido a ex-tensão do processo infeccioso, respectivamente, pelas vias respiratórias inferiores e até ao ouvido médio através das trompas de Eustáquio.

FARINGITE CRÓNICA

A faringite crónica costuma afectar as pessoas cuja mucosa faríngea está em constante contacto com substâncias irritantes, tais como o fumo do tabaco e o álcool, em indivíduos que sofrem de infecções crónicas nos tecidos vizinhos e em pessoas cujas defesas imunitárias estão fragilizadas.

A manifestação mais característica desta doença é o eritema permanente da mucosa faríngea. Por vezes, esta vermelhidão é difusa; noutras ocasiões, pode-se observar cordões vermelhos sobrepostos, os quais atravessam verticalmente a parede da faringe situada por trás da cavidade bucal.

Noutros casos, a faringite crónica provoca uma atrofia da mucosa faríngea, em que o tecido não apresenta eritema, adquirindo uma tonalidade esbranquiçada e encontrando-se mais fino e anormalmente seco. Além disso, nestes casos, frequente a formação de crostas que se podem soltar do tecido com maior ou menor facilidade e, às vezes, perturbam a respiração e a deglutição.

Os sintomas da faringite crónica podem limitar-se aos referidos; porém, em muitos casos, é possível que se manifeste uma certa secura e dor de garganta, por vezes uma tosse seta, que tende a ser mais ou menos permanente. Por outro lado, a faringite crónica facilita o desenvolvimento de processos infecciosos agudos repetidos, ou seja, episódios recorrentes de faringite aguda; quando assim acontece, Costumam aparecer os sintomas característicos de infecção aguda: febre, dor de garganta mais intensa, inflamação dos gânglios linfáticos, etc.

TRATAMENTO

O tratamento da faringite consiste, por um lado, no abrandamento dos sintomas e, por outro, quando possível, no combate a causa da infecção.

Faringite aguda. Entre as principais medidas terapêuticas, incluem-se algumas destinadas a aliviar os sintomas. Para isso, o médico Costuma indicar medicamentos antipiréticos e anti-inflamatórios, gargarejos com efeito analgésico e anti-séptico, aplicação de compressas húmidas e quentes no pescoço, uma dieta baseada em alimentos leves e líquidos com abundância (que não devem estar nem muito frios, nem muito quentes), bem como o cuidado com factores irritantes (sobretudo a abstinência de tabaco e bebidas alcoólicas).

Por outro lado, caso a faringite seja de origem bacteriana, o médico também pode prescrever antibióticos, de modo a travar o processo infeccioso e evitar que se dissemine a outros tecidos.

Faringite crónica. Em caso de faringite crónica, o tratamento baseia-se em combater a causa de predisposição a doença, consistindo igualmente na indicação das medidas mais adequadas para atenuar os sintomas da doença e, se for realmente necessário, ensinar ao paciente a maneira mais correcta para extrair as crostas que eventualmente se possam formar sobre a mucosa faríngea.



OS MELHORES CDS E DVDS VOCÊ ENCONTRA NO SUBMARINO

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Um grande natal para você e sua família


Estamos sempre online para trazer o melhor conteúdo e informação para vocês, nossos leitores.  Desejamos então um ótimo Natal, com toda a paz, amor, felicidade e saúde que você merece.

A Chakalat.net continuará trabalhando para trazer fatos e informações sobre o seu assunto favorito.

Muita paz e amor!!!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Fisiolinks 8


Esse período de descanso é mais que merecido para quem passa o ano trabalhando. Tem muita gente que passa a semana entre o Natal e o Reveillon só descansando para enfrentar a dureza do resto do ano. Um conselho que eu dou: Descanse.  E que o Natal seja tudo de bom.  Segue os links da semana:














Para todos, um ótimo Natal. Que a paz reine e que a energia desse sentimento te ilumine e te deixe mais feliz. 


segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Teoria: Utilização do ultrasom na fisioterapia

Ultrasom é um Movimento ondulatório na forma de onda mecânica. A onda do Ultra-som tem natureza longitudinal, isto é, a direção da oscilação é a mesma que a da propagação. Tais tipos de ondas requerem de um meio para sua propagação (não se propagam no vácuo) e causam compressão e expansão do meio.

As suas bases físicas são:


a) Tipos de ondas

Transversais - Ex.: corrente elétrica 
Longitudinais - Ex.: onda sonora

b) Natureza do som

As ondas sonoras são ondas longitudinais da matéria, que consiste em um movimento de vais e vem das moléculas, produzem assim uma energia vibratória que mobilizam um milhão de moléculas à medida que se propagam entre os tecidos. O meio que recebe as ondas deve possuir um determinado grau de elasticidade a fim que as partículas resistam a deformidades e mantenham a movimentação das moléculas. À medida que se movem as partículas promovem zonas de compreensão rarefação.

c) Freqüência

É o número de oscilações das moléculas que determina a freqüência da passagem do som. 
Que é expressa em MHz. O número de oscilações produzidas pelo CRISTAL de PzT, localizado dentro do cabeçote do aparelho é que determina a freqüência do aparelho. Existem aparelhos que oferecem 2 cabeçotes diferentes, um com uma freqüência de 1 MHz e outro com uma freqüência de 3 MHz.

d) Propriedade Acústica do Tecido

As ondas podem penetrar com mais facilidade em alguns meios em que outros, isto é, modificado de acordo com a constituição tecidual (impedância acústica), pois cada tecido possui densidade diferentes. Sendo assim, quando a onda sônica passa pêlos tecidos ela poderá ser "refletida", "refraladas" ou "absorvida". - Reflexão: ocorre nos limites entre os diferentes tecidos (interfaces). A quantidade de energia refletida depende da impedância acústica específica de cada tecido. Quando a onda bate ela retorna à partir da superfície onde foi projetada, depende também do ângulo de incidência - Refração (Transmissão): é quando a onda do ultra-som pode continuar propagando-se a um novo meio. Se incide em ângulo reto e continua na mesma direção. - Absorção: Os tecidos por onde as ondas Ultra-som passam absorvem sua energia. As ondas de elevada freqüência são absorvidas mais rapidamente que as de baixa freqüência, ou seja, um cabeçote de 1 MHz é absorvido entre 5 á 10 cm de profundidade e de cabeçote de 3 MHz é absorvida a mais ou menos 5 cm de profundidade.

e) Piezeletricidade

E quando aplicamos pressão mecânica sobre de determinados materiais e ele desenvolve cargas elétricas em sua superfície. Tal efeito também ocorre no sentido inverso, ou seja, quando aplicamos correntes elétricas alternadas sobre determinados materiais eles são capatazes de vibrar e portando produzir ondas ultra-sônicas. São os cristais.

f) Principais Geradores

Cristais antigos: Quartzo
Cristais modernos: PZt cerâmico (tetànio de piomozirconato, chumbo, zircônio e tetànio)

g) Freqüência do som

Audíveis: 20 à 20.000 Mz
Infrasom: abaixo de 20 Hz
Ultra som: acima de 20.000 Hz

Os tipos de ultrasom são:


Quanto a freqüência

a) de 1 MHz: ultra som profundo - 5 à 10 cm de profundidade
b) de 3 MHz: Ultra som mais superficial - 1,5 á 3 cm de profundidade

Quanto ao tipo de onda

a) contínuo: não possui interrupções no fluxo longitudinal das ondas
b) intermitente ou pulsátil: seriam intercepções no fluxo contínuo de ondas ultra-sònicas, onde as seriam intercaladas com pausas, de forma que o efeito térmico é minimizado por um atrito menos constante (a vibração é interrompida por pausas), sendo assim o efeito mecânico do Ultra som intermitente é superior.


Os efeitos que o ultrasom provoca são:


• Efeito térmico

 O atrito a atividade das células promove calor o calibre dos vasos o fluxo sanguíneo nutrição tecidual a retirada de catabólitos  favorece a regeneração tecidual

• Efeito Mecânico

Efeito Mecânico a permeabilidade da membrana acelera a absorção dos fluidos

Devido a ação mecânica entre os tecidos é que ocorre liberação de aderência, devido a separação de aderências, devido a separação das fibras de colágenos, remodelagem das camadas intracelulares, absorção do excesso de íons de Ca++. Mais presente no ultra-som intermitente.

• Diminuição da dor

Devido ao efeito térmico, que aumenta a irrigação sanguínea local, leva ao aumento do metabolismo e conseqüente retirada de catabólitos, levando a uma descompressão das terminações nervosas de dor local.

Sindrome do tunel do carpo



Dormência nas mãos, mais intensa à noite, chegando a prejudicar o sono e exigindo que a pessoa saia da cama e "sacuda" as mãos é um sintoma atribuído, com freqüência, a problemas nervosos ou "má circulação". 

Na verdade, na maioria das vezes, trata-se de um problema totalmente diferente: é a compressão do nervo mediano, responsável pela sensibilidade em parte da mão, que está comprimido na altura do punho. 

Porquê? Verificou-se que um ligamento que existe transversamente na face palmar, chamado de retináculo flexor, torna-se espessado e comprime o nervo mediano que passa abaixo dele. 

Este espessamento ocorre após microtraumas freqüentes, durante as atividades diárias, sendo mais freqüentes em mulheres expostas a atividades manuais como lavar roupas ou digitação. 

Para confirmar se uma pessoa sofre da "Síndrome do Túnel do Carpo" o principal exame utilizado é a eletroneuromiografia, que nos dá informações exatas sobre a existência de compressão e da sua intensidade. 

O único tratamento eficiente para este problema é a cirurgia, que consiste em cortar o retináculo flexor abrindo o "teto" do túnel do carpo e liberando o nervo. 

A cirurgia pode ser adiada com medicamentos analgésicos e antiinflamatórios, ou infiltrações e fisioterapia com imobilizações temporárias. 

A falta de tratamento pode, com o tempo, levar a uma lesão funcional significativa da mão, com atrofia de músculos e "dormência definitiva". 

É possível prevenir este problema. Se você exerce atividade nas quais há o ato de pressionar ou friccionar os punhos, procure exercê-las sob proteção e tente evitar os microtraumas sobre o punho. 

Retirado do site do Drº Alexandre Miranda. Visite!!

Curso de Fisioterapia em Uroginecologia



Conteúdo:


  • Anatomia Funcional da Pelve;
  • Fisiologia da Micção;
  • Estudo urodinâmico;
  • Cistometria;
  • Eletromiografia (EMG);
  • Perfilometria;
  • Exames Complementares;
  • Ultrassonografia;
  • Urografia Excretora;
  • Uretrocistografia miccional;
  • Tomografia Computadorizada;
  • Ressonância Magnética;
  • Dopplervelocimetria;
  • Incontinência Urinária Feminina;
  • Fatores de Risco para a Incontinência Urinária;
  • Tipos de Incontinência Urinária;
  • Incontinência Urinária de Esforço (IUE);
  • Incontinência Urinária de Urgência (IUU);
  • Incontinência Urinária Mista (IUM);
  • Avaliação Perineal;
  • Cones Vaginais;
  • Eletroestimulação;
  • Bases Neurofisiológicas;
  • Desenvolvimento e Maturação do Sistema Neurourológico;
  • Bexiga Neurogênica;
  • Tratamento Fisioterápico com Biofeedback.

Saiba maiores informações clicando aqui

Veja vários livros de Fisioterapia






















sábado, 19 de dezembro de 2009

Fotos de Clinica de Fisioterapia

Dependendo da especialidade que se atende, pode haver diferença na organização de aparelhos e de utensilios para fisioterapia.

Physical Therapy Gym

Todas as fotos são de clínicas fora do Brasil.




office2.jpg

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Indicações e contra indicações do Ondas Curtas

INDICAÇÔES:

* Afecções traumáticas do tecido mole;
* Cervicalgia;
* Dorsalgia;
* Lombalgia;
* Sacralgia;
* Epicondilite;
* mialgia;
* Tendinite,
* Fibrose;
* Sinovite;
* Tenoreaginite
* Capsulite;
* Periostite;
* Bursite;
* Miosite;
* Ostite;
* Tenossinovite
* Espasmo muscular;
* Miogelose;
* Ciatalgia;
* Lombociatalgia;
* Neuralgia;
* Cervicobraquialgia
* Neurite;
* Processos inflamatórios crônicos;
* Neuropatias, especialmente ciática;
* Artrite crônica;
* Contusões, etc.


CONTRA INDICAÇÕES

* Neoplasma
* Marcapasso
* Gravidez
* Tuberculose
* Febre
* Artrite e artrose
* Implantes metálicos
* Transtornos de sensibilidade (relativo)
* Transtornos circulatórios (flebites, arteriosclerose -relativo)
* Cardiopatas descompensados
* Fase aguda das patologia
* Período menstrual
* Tecidos expostos a radioterapia
* Hemorragia
* Região dos olhos (opacifica o cristalino - humos aquoso)
* Áreas com tecido adiposo muito espesso (maior que 3 cm de espessura)
* Hemofilia
* Fármacos anti-coagulantes.

Fases de uma recuperação por lesão


A abordagem da reabilitação é consideravelmente diferente no cenário da medicina esportiva se comparada à maioria dos outros cenários de reabilitação. A natureza dos praticantes de atividades físicas traz a necessidade de uma abordagem agressiva na reabilitação. O objetivo é retornar à atividade, com segurança, o mais cedo possível.
 
Felizmente, poucas são as lesões no cenário esportivo que oferecem risco de vida. A maioria das lesões não é grave e permite uma reabilitação rápida. Quando ocorrem lesões, atenção do fisioterapeuta esportivo transfere-se da prevenção para o tratamento e a reabilitação. No cenário da medicina esportiva o fisioterapeuta assume, geralmente, a responsabilidade primária pela criação, implementação e supervisão do programa de reabilitação para o individuo lesado. Uma vez que este individuo tenha passado por um médico, na maioria dos casos, um ortopedista, e este tenha diagnosticado com precisão o tipo de lesão a qual deve ser tratada.
 
As decisões sobre quando e como alterar ou avançar no programa de reabilitação devem basear-se no processo de recuperação da lesão. O fisioterapeuta, responsável pela supervisão do programa de tratamento e reabilitação, precisa ter a mais completa compreensão da lesão, inclusive como ela ocorreu, quais as principais estruturas anatômicas afetadas, o grau ou classificação do trauma e o estágio ou fase de recuperação da lesão. Assim como também deve ter compreensão profunda da seqüência e da duração das diversas fases da recuperação e deve saber que determinados eventos fisiológicos precisam ocorrer durante cada uma delas.
 
O objetivo principal do fisioterapeuta é possibilitar que o individuo possa retornar as atividades normais, com segurança e rapidez. E para que isso aconteça é necessário passar por vários componentes básicos do programa de reabilitação. Esses componentes também podem ser considerados como objetivos a curto prazo, e devem incluir: prestar os primeiros socorros adequados e imediatamente após a lesão para limitar ou controlar o edema; reduzir ou minimizar a dor; restaurar a amplitude total de movimento; restaurar e aumentar a força, resistência e potencia muscular; restabelecer o controle neuromuscular; melhorar o equilíbrio; manter a capacidade cardiorespiratória; e incorporar progressões funcionais adequadas.
 
Quando uma articulação ou outra estrutura anatômica são prejudicadas por uma lesão, a biomecânica normal é comprometida. Ocorrem mudanças adaptativas que alteram a maneira pela qual várias forças atuam coletivamente sobre aquela articulação para produzir o movimento. Portanto, a biomecânica do movimento articular é modificada como resultado da lesão.
 
 
A melhora, ou a restauração, da amplitude de movimento é um objetivo importante em qualquer programa de reabilitação. Algumas atividades esportivas requerem níveis relativamente "normais" de flexibilidade, porém, algumas outras atividades exigem flexibilidade acima da média. O atleta com amplitude de movimento restrita tem, provavelmente, suas capacidades de desempenho diminuídas. A falta de flexibilidade também pode resultar em padrões de movimento descoordenados ou inadequados.
 
O desenvolvimento da força, resistência e potencia muscular é um componente essencial de qualquer programa de treinamento e condicionamento físico para atletas e praticantes de atividades físicas. Do ponto de vista do fisioterapeuta esportivo que supervisiona o programa de reabilitação, recuperar e, em muitos casos, melhorar os níveis de força, resistência e potência é primordial não só para conquistar um nível de condicionamento ótimo, mas também para fazer com que o indivíduo volte a um nível funcional após a lesão.
 
O restabelecimento do controle neuromuscular é um componente primordial para a reabilitação de articulação patológicas. O objetivo das atividades que envolvem controle neuromuscular é integrar as sensações periféricas com relação às cargas sobre as articulações e processar esses sinais em respostas motoras coordenadas. Essa atividade muscular serve para proteger as estruturas articulares das tensões excessivas e para fornecer um mecanismo profilático à reincidência da lesão. As atividades que envolvem o controle neuromuscular destinam-se a complementar os protocolos tradicionais de reabilitação, que abrangem a modulação da dor e da inflamação, além de recuperar a flexibilidade, a força e a resistência.
 
O equilíbrio conclui mais uma das bases de atenção ao qual o processo de tratamento e reabilitação envolvem. Embora a manutenção do equilíbrio na posição em pé possa parecer uma habilidade motora bastante simples para atletas sadios, essa façanha não pode ser menosprezada em um atleta com disfunção musculoesquelética. Fraqueza muscular, alterações na acuidade proprioceptiva e na amplitude de movimento (ADM) podem desafiar a capacidade do atleta em manter seu centro de gravidade dentro da base de sustentação corporal, ou seja, podem fazer com que o individuo perca o equilíbrio.
 
O equilíbrio é o componente mais importante para seleção de estratégias de movimento em cadeia cinética fechada (posição na qual pelo menos um dos pés ou uma das mãos estão em contato com alguma superfície). A adoção de estratégias eficazes para a manutenção do equilíbrio é, portanto, essencial para o desempenho esportivo. Embora o equilíbrio seja freqüentemente considerado um processo estático, é, na verdade, um processo dinâmico que envolve vias neurológicas múltiplas. O termo equilíbrio postural refere-se ao alinhamento dos segmentos articulares necessário para manter o centro de gravidade dentro dos limites máximos da estabilidade.
 
Apesar de estar no fim da lista de objetivos relacionados com os exercícios terapêuticos, a manutenção do equilíbrio é um componente vital para a reabilitação de lesões articulares e não deve ser negligenciada. A reabilitação ortopédica sempre enfocou a mecânica articular isolada, como a melhora da ADM e da flexibilidade e o aumento da força e resistência muscular, e não as informações aferentes, obtidas pelas articulações, e que devem ser processadas pelo sistema de controle postural. Porém, mais recentemente, as pesquisas na área da propriocepção e sinestesia têm destacado a necessidade de treinar o sistema nervoso articular. O senso posicional articular, a propriocepção e a sinestesia são vitais para todas as atividades esportivas, mas especialmente para aquelas que requerem equilíbrio. Assim, os protocolos de reabilitação atuais concentram-se mais nos exercícios em cadeia cinética fechada, e o treinamento de equilíbrio está recebendo mais atenção na comunidade de medicina desportiva.
 

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Eletroterapia em úlceras de pressão


As úlceras de pressão são um distúrbio comum, afetando cerca de 3 milhões de pessoas apenas nos EUA. O tratamento pode ser caro, com longos períodos de hospitalização. Um aspecto central no desenvolvimento das escaras é a incapacidade do paciente em movimentar-se espontaneamente, mas o dogma de que todas as escaras são causadas por maus tratos deve ser considerado incorreto. Até mesmo o cuidado mais exemplar pode não ser capaz de evitar ou curar úlceras de pressão em pacientes com alto risco para o distúrbio(1) . O conceito de lesões cutâneas causadas primariamente como resultado de forças físicas externas tem sido objeto de estudo há décadas, mas ainda serão necessários muitos anos até que todos os aspectos envolvidos na etiologia, tratamento e prognóstico das escaras sejam desvendados. Felizmente, a atitude em relação às úlceras de pressão vem mudando significativamente e o interesse no manuseio desses pacientes tem sido o foco de bons estudos por parte de profissionais de saúde das mais diversas áreas(1).

O oxigênio é o "combustível" essencial para que as células possam ter garantido a vida e suas funções. Além dele, outros nutrientes fundamentais para o funcionamento adequado das células e tecidos, são conduzidos através dos vasos e capilares e distribuídos de forma a irrigar e alimentar essas estruturas. A manutenção da integridade e perfusão desses vasos é vital quando se deseja preservar as atividades celulares e teciduais em níveis fisiológicos normais. 

A úlcera de pressão pode ser definida como: Lesão decorrente da diminuição ou interrupção da irrigação tissular, tendo como fator causal básico a pressão externa, que ocasiona oclusão de vasos e capilares, isquemia e morte celular(3).

Quando os tecidos moles do corpo são comprimidos entre uma saliência óssea e uma superfície dura (colchões, macas, cadeiras...), provocando pressões externas maiores que as pressões capilares, estes sofrem oclusão e interrompem o fluxo sanguíneo, provocando isquemia local. As pressões capilares normais, em adultos sadios, têm valores aproximados de 30 a 40mmHg para os capilares arteriais e 10 a 14mmHg para os capilares venosos(3). Quando a pressão externa é removida em um curto período de tempo, o fluxo sanguíneo é retomado e a pele local adquire um aspecto rosado ou avermelhado; é um mecanismo compensatório onde acontece uma vasodilatação para nutrir a região que sofreu hipóxia. Se pressionarmos com o dedo essa região, veremos que a área pressionada ficará, temporariamente, pálida, mas voltará a ficar hiperemiada após a descompressão. Este fenômeno é conhecido como hiperemia reativa. O paciente poderá sentir dor local, mas não acontecerão maiores danos se a pressão for aliviada ou eliminada(3). Quando a hiperemia persiste, tecidos mais profundos podem ter sido lesados; é resultado de traumas capilares e extravasamento de sangue para os tecidos. A pele apresenta-se vermelho brilhante ou escuro, com presença de enduração ou flutuação à palpação. Essa situação raramente é reversível. Quando os capilares são ocluídos, umas séries de eventos celulares são desencadeadas. Os tecidos adjacentes sofrem hipóxia e os nutrientes e restos metabólicos começam a acumular-se nos tecidos. Capilares lesados tornam-se mais permeáveis e liberam fluidos para o interstício, provocando edema. Devido ao edema, a perfusão local é prejudicada e a hipóxia tecidual aumenta. Ocorre então mais morte celular e mais deposição de metabólicos no tecido, exacerba-se o processo inflamatório e a destruição tecidual(3)

Leia mais clicando aqui

Veja livros de Fisioterapia com o preço excelente!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Aula sobre Tens V - Efeitos neurofisiologicos do tens


Os estímulos provenientes do sistema aferente sensitivo, atingem a via trato espino talâmico, principalmente núcleos periaquedutais que sob controle cortiçal e do sistema límbico liberam então endomorfinas as quais produzem alívio da dor.

A função básica do TENS é a analgesia

A teoria das comportas é uma outra forma de explicar a neurofisiologia da TENS. Os impulsos da TENS são transmitidos através de fibras de grosso calibre, do tipo A, que são de rápida velocidade, já os estímulos da dor são transmitidos através de fibras de calibre menor, do tipo C, que são lentas.

Desta forma os estímulos da TENS chegam primeiro ao corno posterior da medula, e despolarizam a substância gelatinosa de Holando, impedindo que os estímulos da dor passem para o tálamo. Sendo assim, as comportas ou portões da dor são fechados, daí o nome: Teoria das Comportas ou Porta da dor.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Aula sobre Tens IV - Monitoramento e Controle



O TENS pode ser monitorado de acordo com a patologia do paciente.

Existem aparelhos de TENS com potências diferentes. Os portáteis geralmente têm menor potência e não servem para serem utilizados em pós-operatórios. Mas em compensação a maioria destes portáteis têm a modalidade Modulação, na qual podemos adaptar em uma só corrente parâmetros combinados de modalidades.

• Controle de Largura do Pulso (T)

Ajusta a duração de cada pulso. Está graduado de 1 a 9 associado a duração crescente com a elevação dos números.

Controla o tempo de duração de cada pulso, cuja gama vai de 32 a 350 microssegundos.


• Controle da Freqüência e Salva (R)

Controla a freqüência de repetição dos pulsos ajustados em T, deforma que o intervalo entre um pulso e outro aumente com os números marcados. (1 a 9)

Obs.: Assim sendo a freqüência diminui com o crescimento dos números. 

A posição S designa o modo intermitente ou salva. Este controle programa o tempo entre um pulso e outro, ou seja, a freqüência de repetição dos pulsos. Seu alcance vai de 8 a 125 milissegundos, isto é, permite uma repetição de 6 pulos/segundos até 170 pulsos/segundos, correspondente a uma faixa de freqüência de 8 a 170 Hz. Nota-se ainda que, com o controle R voltado totalmente no sentido anti-horário encontra-se a marca S (salva).

Ao ser atingida esta posição opera-se uma chave interna ao se ouvir seu ruído característico, e passa-se ao regime de salva, ou seja, um trem de pulso constituído de 7 pulsos, e T variável, porém com R fixo em 4,8 milissegundos. Esses trens se repetem automaticamente, a uma freqüência de 2 Hz. Ao se girar o controle no sentido horário a chave se desliga e passamos ao regime de pulsos excessivos.

Cada um dos controles (l e II) determina a intensidade de estimulação ou dose de cada canal. Também estão marcados de 1 a 9 e a intensidade aumenta com o crescimento dos números. Cada um desses controles incorpora ainda uma chave liga-desliga.

Os controles de amplitude dos canais poderão ser ativados, gerando-os no sentido horário. As amplitudes deverão ser tais que sejam sentidas pelo paciente. Se mesmo com o controle de amplitude na posição máxima intensidade não houver potência suficiente, aumentar progressivamente o controle de T.

Acesse o blog sobre Fisioterapia na Ortopedia da Chakalat.net. 

Emprego para fisioterapeuta

Visando facilitar a procura de empregos para fisioterapeutas, segue algumas dicas:




sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Aula sobre Tens III - Modalidades de tens


Existem 6 modalidades diferentes:

• Convencional dor aguda

A estimulação convencional, de alta freqüência, pode ser definida como cadeia contínia, ininterrupta, de impulsos de alta freqüência grados com curta duração e baixa amplitude.

- Freqüência: 50 a 100 Hz (alta)
- Duração: 40 a 75 microssegundos
- Amplitude: subjetiva, devendo ser propiciada de modo a assegurar que a estimulação permaneça apenas dentro dos limites as estimulação sensitiva, resultando uma sensação forte, mas confortável.

No modo convencional a TENS recruta, preferencialmente, grandes fibras A-beta, estabelecendo um sintoma de controle da dor por pequenas fibras. Através do interneurônio no corno dorsal da medula, ao nível da "comporta" na substancia gelatinosa.

• Convencional dor crônica

- Freqüência de pulso: baixa (100 a 130 Hz) 
Duração do pulso: 100 à 300 microssegundos (largo)
- Intensidade: desconfortável alta
- Início do alívio: 20 minutos
- Duração do alívio: 20 min à 02 horas.

• Breve Intenso

É muito similar ao modo convencional, em que o estímulo é formado por uma cadeia ininterrupta de impulsos em freqüência muito elevadas, larguras moderadas e intensidade moderada.

- freqüência: Alta (abaixo de 100 Hz).
- Duração: 200 microssegundos (Largo).
- Amplitude: Forte, ao nível de tolerância.
- Início do alívio: 10 a 15 minutos.
- Duração do alívio: Pequeno, apenas durante a estimulação.

Obs.: Faz analgesia pela teoria do mascaramento

• Acupuntura

A estimulação de baixa freqüência tem propiciado alívio à dor. O mecanismo de ação que produz analgesia com estimulação de baixa freqüência tem sido descrito como sendo mediado por opiáceos.

A liberação dos peptídeos opóides que poderia resultar em analgesia deve ser parcial ou completamente revertida pelo naloxone. 

- Freqüência: 1 à 4 Hz 
- Duração: 200 microssegundos
- Amplitude: Contrações musculares de baixa freqüência, visíveis.

• Burst ou Trem de Pulso

- Freqüência: Trens de larga freqüência 970 a 100 Hz, modulados a uma freqüência de 2 Hz.
- Duração: 100 a 200 microssegundos
- Amplitude: Contrações rítmicas, toleráveis
- Início do alívio: 10 a 30 minutos
- Duração do alívio: 20 min à 06 horas

Obs.: Também faz analgesia na fase crônica.

• Modulado

- Freqüência de Pulso: 50 à 100 Hz 
- Duração do Pulso: 40 à 75 microssegundos.
    Pode modular cada pulso do trem de pulso. Intensidade: Variável de acordo com a forma de modulação.
- Início do alívio: Depende da forma de modulação.
- Duração do alívio; Depende da forma de modulação.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Aula sobre Tens II - Posicionamento de Eletrodos


Algumas regras devem ser seguidas para um melhor aproveitamento no posicionamento dos eletrodos:

- O local selecionado deve permitir que a estimulação seja facilitada ao SNP e SNC;
- A área selecionada deve estar anatômica ou fisiologicamente relacionada á fonte da dor;
- A pele deve estar limpa e fim de diminuir a resistência da pele;
- Os eletrodos devem estar bem fixados ao tecido tratado.

Para a estimulação do tecido excitável com um único pulso de corrente, três critérios devem ser preenchidos: o estímulo precisa ter uma ascensão abrupta, o pulso precisa ter largura adequada, e a intensidade precisa ser limiar ou supra limiar.

No tecido nervoso, sabe-se que quanto maior o diâmetro da fibra mais baixo seu limiar de resposta e mais breve sua cromaria. As diferentes nas características de estímulos-resposta entre as populações de fibras maiores e fibras pequenas tornam possível a geração de impulsos de certas formas, estes impulsos podem estimular preferencialmente as grandes fibras A aferentes, que aluarão bloqueando a descarga dos impulsos da dor pelas fibras A-deltas e C.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Dicas e objetivos do Alongamento



Se for inseguro para realizá-los procure um professor de educação física nível superior ou uma boa academia o mais perto de sua casa para obter auxilio;

Escolha posições seguras para realizá-los mantendo um bom alinhamento corporal;

Alongue-se até sentir uma sensação de tensão. Se por acaso sentir dor intensa, a posição deve ser relaxada para evitar micro lesões na musculatura. Toda pessoa deve respeitar seus limites e aumentar lenta e gradualmente a intensidade dos exercícios;

Mantenha o alongamento de 10-60 segundos por articulação. Evite balançar-se na execução (pois assim estará estimulando um reflexo de contração ao invés do propósito de alongar);

Faça um pré-aquecimento (pode ser uma pequena caminhada ou uma pedalada de 5-10 min antes de realizá-los .Os melhores resultados ocorrem quando eles estão mais estimulados, fazendo também no resfriamento após os exercícios ;

Mantenha uma regularidade de 3-5 vezes por semana a fim de obter bons resultados no ganho de flexibilidade.

Objetivos do Alongamento

Restaurar a amplitude de movimento normal na articulação envolvida e a mobilidade das partes moles adjacentes à esta articulação;

Prevenir o encurtamento ou tensionamento irreversíveis de grupos musculares.

Facilitar o relaxamento muscular;

Aumentar a amplitude de movimento de uma área particular do corpo ou corporal de forma geral antes de iniciar os exercícios de fortalecimento;

Reduzir o risco de lesões músculo-tendinosas (tendinite).

Aula sobre Tens I - O Equipamento


O tens é um dos recursos eletroterápicos mais utlizados pelos fisioterapeutas. Há varios tipos de equipamentos de diferentes fabricantes. Ele funciona como "a estimulação elétrica nervosa transcutânea é um valioso recurso físico para o alívio sintomático da dor, seja ela proveniente de lesões agudas ou mesmo decorrentes de processos crônicos".

Segundo a Dra. Sullivan, "o termo transcutânea, descreve o modo de como a terapia é aplicada. O termo elétrica refere-se ao procedimento da passagem de impulsos elétricos de baixa voltagem controlada através da pele ao tecido subjacente para a sua ação como estímulo. O termo nervo, recebe e emite sinais.

O equipmamento consiste de uma fonte de voltagem grande de pulsos, eletrodos e cabos interconectantes.

O tens é uma corrente desporalizada.

Os geradores da tens podem receber sua fonte de energia primária de uma fonte convencional de corrente alternadas de 60 Hz. Sendo então modificada pelo gerador para produção de uma das formas típicas de ondas do TENS.

As características da corrente são:

 Pulsos Bifásicos

Ao considerar pulsos bifásicos, a largura de pulso é menos simples que nas formas de ondas monofásicas. As formas de ondas retangulares bifásicas simétricas possuem 2 larguras de pulso componentes, embora tecnicamente a largura de pulso seja igual à soma de ambas as fases de pulso, refere-se ao termo "largura de pulso" para descrever a duração da fase de pulso acima ou abaixo da linha isoelétrica.

• Largura de Pulso

A largura do pulso da onda elétrica é um fator importante envolvido no acoplamento a fibra A-beta. Estudos clínicos e testes de campo demonstraram que formas de ondas com estreita largura de pulso na região dos 125 microssegundos propiciam máximo acoplamento às fibras A-beta e acoplamento mínimo às fibras C e motoras. Além da largura de pulso apropriada, a forma de onda do estimulador também deve ter um componente negativo, para impedir a ionização da pele.

• Freqüência do Pulso

A freqüência do pulso é ajustada para o conforto máximo do paciente. Isto é denominada modulação, ou como corrente do tipo oscilatória.

Em breve a segunda aula sobre Tens!

Livros de Fisioterapia por preços especiais

Esclerose Múltipla


A esclerose múltipla (EM) é uma doença degenerativa crônica, progressiva, do sistema nervoso central, caracterizada pela ocorrência de pequenas placas de desmielinização cerebral e medular. (Desmielinização se refere à destruição da mielina, o material lipídico-proteíco que circunda certas fibras nervosas no cérebro e na medula espinhal). A desmielinização resulta em distúrbio na transmissão de impulsos nervosos.

A causa da EM não é conhecida. A evidência das pesquisas sugere que o nervo primário seja a lesão da mielina, resultante de infecção viral no ínicio da vida, que se apresenta como processo imune tardiamente. Embora o mecanismo possa ser alguma forma de infecção viral, provavelmente o papel principal na patogenia da EM seja uma resposta imune alterada.

Os achados epidemiológicos indicam que a EM é mais comum nas pessoas que vivem em zonas de clima temperado do norte. Neste país, (EUA) é uma das doenças neurológicas mais incapacitantes de adultos jovens (20-40 anos de idade) , afetando duas vezes mais as mulheres do que os homens. Sua incidência em pessoas jovens aumenta os problemas de natureza médica, psicológica, social e econômica encontrados pelo paciente e pela sua família.

FISIOPATOLOGIA Na EM, a desmielinização se apresenta dispersa irregularmente por todo o sistema nervoso central. (fig.57.4). A mielina é perdida pelo cilindroeixo, e os próprios axônios degeneram. As placas das áreas envolvidas tornam-se esclerosadas, interrompendo fluxo dos impulsos nervosos e resultando em uma variedade de manifestações, na dependência dos nervos afetados. As áreas mais frequentemente afetadas são os nervos ópticos, o quiasma, os tratos, o cérebro, o tronco cerebral e o cerebelo e a medula espinhal.

MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS A evolução da EM pode seguir diferentes formas. A maioria das pacientes, ainda jovens no ínicio dos sintomas, começa com evolução recidivante resistente, com plena recuperação entre as recaídas. Outros pacientes apresentam evolução progressivamente crônica desde o ínicio, com um declínio gradativo da função. A evolução rapidamente progressiva é muito menos frequente. Em outros pacientes a doença segue um curso benigno, com um estilo de vida normal e sintomas tão leves que os pacientes não procuram cuidados para a saúde nem tratamento clínico.

Os sinais e sintomas da EM são variados e múltiplos, refletindo a localização da lesão (placa) ou em combinação de lesões. Os sintomas mais comente referidos são: 

  • Fadiga
  • Debilidade
  • Torpor
  • Dificuldade de coordenação e perda de equilíbrio
Em investigação realizada, cerca de 75% dos pacientes apresentaram alterações visuais devidas lesões nos nervos ópticos ou de suas conexões, barrento de visão, cegueira em placas (escotoma) ou cegueira total. A debilidade espástica das extremidades e a perda dos reflexos abdominais ocorrem pelo envolvimento das vias motoras principais (feixes piramidais) da medula espinhal. A interrupção dos axônios sensitivos pode produzir disfunção sensorial. Os problemas cognitivos o psicossociais podem refletir envolvimento do lobo frontal ou parietal. O comprometimento do cerebelo ou dos gânglios basais podem produzir ataxia (perturbação da coordenação dos movimentos) e tremor. A labilidade emocional e a euforia resultam da perda do controle das conexões entre córtex e os gânglios da basais e podem ocorrer em pacientes de EM. caso o processo envolva as vias medulares conectadas com centro pontino da micção e com o plexo sacral, ocorrerão problemas vesicais, intestinais ou sexuais.

As manifestações secundárias estão relacionadas com as complicações, infecção do trato urinário, constipação, úlcera de pressão, deformidades de contratura, edema podálico dependente, pneumonia, e depressões reativas. Como consequência da doença, podem ocorrer problemas emocionais, sociais, maritais, econômicos e vocacionais.

A EM é caracterizada por exarcebações (aparecimento de sintomas e agravamento dos existentes) e remissões ( períodos onde os sintomas decrescem ou desaparecem). As recaídas podem estar relacionadas a períodos de estresse emocional ou físico. Muitas placas não produzem sintomas e os pacientes não se apresentam seriamente incapacitados, porém com longos períodos de remissão entre os episódios. Existem evidências de que em muitos pacientes poderá ocorrer remielinização.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

O que um sapato errado por causar


S
e você faz parte do grupo de mulheres que escolhe um sapato pela beleza e não pelo conforto, tome cuidado. Uma pesquisa feita pela Universidade de Framingham, nos Estados Unidos, com 3.378 pessoas, indica que usar sapatos desconfortáveis ou apertados durante a juventude pode causar dores, deformações e até artrose nos pés na velhice. Cerca de 60% das mulheres usam saltos, sandálias e chinelos que prejudicam sua postura e seus pés, afirmam os pesquisadores americanos.

O salto alto é o principal vilão das mulheres, de acordo com o ortopedista Marcos Fernandes, do Hospital Badim. Mesmo se você não é viciada em saltos com a Carrie, do seriado Sex and the City, é preciso ficar atenta aos riscos. Além de causar dores nos dedos, na sola e no calcanhar, ele pode encurtar o tendão de Aquiles e causar dores crônicas na coluna.

– Não há problemas em usar o salto alto em uma festa ou para sair no fim de semana. Mas usar todo dia para trabalhar é ruim para a saúde. O efeito negativo é pior ainda se a mulher começou a usar este tipo de calçado com frequência na adolescência – explica o médico.

As sapatilhas também não estão isentas. Por não terem nenhum salto e pouquíssimo acolchoamento, sobrecarregam as articulações dos joelhos e da lombar, deixando a mulher mais sujeita à hérnia de disco. Como usar tênis todo dia é praticamente impossível, o médico ensina que o melhor é usar um sapato com a sola estável e um salto grosso e baixo, como os modelos anabela. O look fica intacto e a saúde agradece.

Acerte na escolha dos sapatos

:: Na gravidez, aumentar um número do sapato pode trazer mais conforto. Por causa dos hormônios, os músculos relaxam e a sensação é de que o pé cresceu. Com a idade, os pés também podem ficar mais largos.

:: Compre sapatos no fim do dia, quando os pés estão mais inchados. Experimente os sapatos em pé, para perceber o peso do corpo na sola.

:: Alterne o tipo de sapato diariamente para não deformar o calçado nem causar possíveis machucados no pé.

:: Na hora de escolher o salto, prefira os mais baixos e grossos, que não jogam tanto o peso do corpo para frente. Pessoas pesadas ou com joanetes devem evitar saltos com mais de 5 centímetros para não machucar os dedos. Mulheres com pé chato costumam se sentir confortáveis com um salto médio, que ajuda a aliviar a dor nos tendões e nos músculos.

:: Guarde os saltos finos para os dias de festa. Saltos com mais de 7,5 centímetros jogam 90% do peso do corpo para frente, forçando demais os dedos e a sola do pé. Usados em excesso, causam bolhas na sola e calos, pioram a dor de joanetes e forçam a musculatura do peito do pé.

:: Sapatos de bico fino aumentam a incidência de unhas encravadas. Na hora de escolher o modelo, veja se há espaço entre os dedos. Na dúvida, opte por um número maior.

:: O calcanhar suporta 25% do peso do corpo. Busque modelos com esta área acolchoada ou compre palmilhas em lojas especializadas. Se o problema são as bolhas, opte por tiras de moleskine, mais confortáveis que outros curativos e muito mais discretos.

:: Para não machucar a coluna, opte por saltos de bico arredondado com até 3 centímetros.

:: Cuidado com as sapatilhas sem salto. Se o calcanhar não estiver bem acolchoado, é bem provável que elas causem dores nos joelhos e na lombar.

Pesquisar este blog

Carregando...
 

Shopping