quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

CURSO NEURODINÂMICA CLÍNICA – MOBILIZAÇÃO NEURAL


CURSO NEURODINÂMICA CLÍNICA – MOBILIZAÇÃO NEURAL 

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RJ - Local: Centro de Estudos Physioscience. Endereço: Av. Nossa Senhora de Copacabana nº 928 sala 1202 – Copacabana... 

SP - Local - Hotel Century Paulista, Endereço: Rua Teixeira da Silva, nº 647 sala Exposições – Paraíso.

Maiores informações no Guia do Fisioterapeuta. Clique aqui e vá até lá!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Fisiolinks 13


Fisioterapeuta que gosta de ler sobre vários assuntos em várias especialidades está na frente de outros profissionais. É importante um fisioterapeuta que trabalha com pacientes neurológicos ter uma noção de doenças respiratórias.

Por causa disso que essa seção é feita. Para dar diversidade e opções a fisioterapeutas. Aproveitem:












Semana que vem tem mais. E se quiser indicar um link, é só falar. 


sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Tecnicas de propriocepção


É importante, no caso principalmente de atletas, trabalhar o movimento lesivo. Ele deve se acostumar ao movimento que cause a lesão.

Trabalhar ao máximo os movimentos inconscientes, tirando dele a atenção visando efetividade do tratamento.

As fases de tratamento são três e ocorre mudança de uma fase para a outra, quando o paciente já estiver dominando aquela fase anterior. São elas:

1- Baixo Impacto: Feita sem carga e peso corporal sobre o segmento.

Objetivo: dar velocidade ao movimento.

1.1- Leito: trabalho com toques em várias regiões solicitando que o paciente faça movimentos na direção que você estimulou. O objetivo é dar velocidade aos movimentos aumentando gradativamente.

1.2- Deslizamento: mesma coisa da fase anterior só que vedando os olhos do paciente.

2- Médio Impacto: Coloca peso do corpo. Sempre usar bom senso, dependendo do paciente e do tipo de lesão. Há um leve apoio sobre segmento e articulação sofre uma leve pressão. Pode-se usar uma tábua com talco com uma meia para diminuir o atrito. Podes ser feito com bola ou skate. Solicitar ao paciente que ele faça movimentos para frente e para trás e depois de um lado para o outro.

2.1- Distribuição de Peso (ortostática): inicialmente bipodal.

2.2- Giroplanos: com um pino você faz a associação de movimentos e com dois pinos se faz a flexão e extensão. O objetivo é não deixar o paciente se equilibrar.

Pede-se que o paciente coloque o peso do corpo em cada um dos membros, desequilibrar o paciente para frente e para trás. Depois apoio unipodal com semi-flexão de joelho. Pode aumentar a dificuldade, associar a flexão de tronco (tudo em solo duro e firme). Pode dar toques para que ele caia e tente se reequilibrar.

Movimento Pivô: semi-flexão de joelho e rotação de tronco é um movimento lesivo. Só pode ser feito se a pessoa estiver bem preparada, com musculatura firme e trabalhada.

2.3- Skate: com resistência, pode fazer movimentos de instabilidade bi ou unipodal, pode substituir o giroplano. O skate deve ser do maior. Trabalha desaceleração.

A partir do momento que se colocou peso corporal, colocar calçado no paciente.

Há um leve apoio sobre o segmento e a articulação sofre uma leve pressão. Pode-se usar uma tábua com talco com paciente de meia para diminuir o atrito. Pode ser feito com bola ou skate (que trabalha desaceleração).

3- Alto Impacto: Pessoas com bom condicionamento físico.

3.1- Solos: vários solos diferentes e várias formas de trabalho, ocorre impacto sobre a articulação (objetivo da técnica). Colocar o paciente para saltitar de um lado para o outro, para frente e para trás com um só pé ou com os dois. Sempre calçado, na areia pode ser descalço.

3.2- Espuma/Cama Elástica: para isso é importante ter condicionamento físico, musculatura forte. A espuma promove uma estabilidade maior e você pode usar diferentes densidades para que ele pule de uma para outra, e a cama elástica dependendo do paciente podemos colocá-lo para pular corda na cama elástica.

3.3- Escada/Estepe: trabalhar condicionamento físico da musculatura com amplitudes pequenas (movimentos pequenos), começar lento e depois aumenta a velocidade e amplitude dos movimentos.

3.4- Circuito (Clínica/Praia): vários solos, obstáculos diferentes (com zigue-zague por exemplo), cones, caixas de areia, pneus, traves para que ele pule, associando a solos diferentes. Esse tipo é feito somente com atletas.

3.5- Corrida: para condicionamento do paciente. Pode ser livre, cronometrada ou para ver se o atleta sente algo.

Obs:

1- Sempre antes da propriocepção fazer escovação para dessensibilizar a área;

2- Havendo qualquer estimulo nocivo (dor) parar o tratamento;

3- Antes fazer cinesioterapia;

4- A partir do momento que colocou peso corporal, paciente calçado;

5- Pode-se após fazer a propriocepção, fazer crioterapia, para diminuição de edema e possível dor.


Conheça o blog de Fisioterapia na Ortopedia

Processo de recuperação de uma lesão


Os programas de reabilitação devem basear-se na duração do processo de recuperação. O fisioterapeuta deve conhecer profundamente a seqüência das várias fases desse processo. As respostas fisiológicas dos tecidos ao trauma seguem uma seqüência e ocorrem em um período de tempo previsível. Decisões sobre quando e como alterar o processo do programa de reabilitação devem basear-se no reconhecimento dos sinais e sintomas, assim como na fase em que o processo de recuperação se encontra.
 
O processo de recuperação é constituído pelas fases de resposta inflamatória, reparo fibroblástico e maturação-remodelação. Deve-se salientar que, embora essas fases sejam apresentadas como três entidades distintas, o processo de recuperação é uma série contínua. Elas sobrepõem-se umas às outras e não apresentam pontos definidos de início e conclusão.


Depois que o tecido é lesado, inicia-se imediatamente o processo de recuperação. A destruição do tecido produz lesão direta nas células de vários tecidos moles. A lesão celular leva a uma alteração metabólica e à liberação de matérias que iniciam a resposta inflamatória. Caracteriza-se sintomaticamente por vermelhidão, edema, dor à palpação e aumento de temperatura. Essa fase inflamatória inicial é critica para todo o processo de recuperação. Caso essa resposta não realize o que se espera dela ou, caso não ceda, a recuperação normal não ocorre.
 
A inflamação é o processo pelo qual leucócitos e outras células fagocitárias e exudatos são levados ao tecido lesado. Essa reação celular é geralmente protetora e tende a localizar ou desfazer-se dos subprodutos da lesão (por exemplo, sangue e células danificadas) através da fagocitose, estabelecendo assim um cenário para o reparo. Nessa fase, ocorrem efeitos vasculares locais, distúrbios na troca de fluídos e migração de leucócitos do sangue para os tecidos.
 
Deve-se diferenciar a resposta inflamatória aguda, conforme descrito acima, e a inflamação crônica. A inflamação crônica ocorre quando a resposta inflamatória aguda não elimina o agente causador da lesão e não restaura o tecido à sua condição fisiológica normal. A inflamação crônica envolve a substituição de leucócitos por macrófagos, linfócitos e células de plasma. Essas células acumulam-se em uma matriz de tecido conectivo frouxo, altamente vascularizado e inervado na área da lesão.
 
Os mecanismos específicos que convertem uma resposta inflamatória aguda em uma resposta inflamatória crônica são até hoje desconhecidos. Entretanto, parecem estar relacionados com situações que envolvem o overuse ou sobrecarga em virtude de microtraumas cumulativos em uma estrutura específica. Do mesmo modo, não existe um prazo de tempo específico no qual a inflamação deixa de ser aguda para se tornar crônica. Parece que a inflamação crônica é resistente tanto ao tratamento físico como ao farmacológico.

Visite o blog da editora do Faça Fisioterapia.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Trate um Torcicolo


O termo TORCICOLO está associado à contratura do músculo Esternocleidomastoideu, que  liga o osso esterno e a clavícula (na parte anterior do pescoço) ao processo mastóide na região lateral da nuca e a dificuldade em realizar movimentos do pescoço. 

A coluna cervical é formada por 7 vértebras. As duas primeiras são chamadas de atlas e axis e tem como função principal dar sustentação para a cabeça. As outras cinco são as responsáveis pelos diversos movimentos para que possamos manter nossa cabeça alinhada e virá-la de diversas maneiras. Existem grupos de músculos fortes que agem para que as vértebras fiquem posicionadas e realizem os movimentos do pescoço e cabeça.


Existem três formas de torcicolo conhecidas: 

1- Torcicolo por contratura muscular, que pode ser causado por má postura, má posição ao dormir, tensão ou até por um movimento brusco. Neste caso, também percebemos retração ou contratura de musculatura região cervical e dorsal e até com comprometimento de raízes nervosas que podem também atingir área dos braços. 
Em casos mais agudos pode haver comprometimento da parte arterial, causando uma diminuição no fluxo e com isso sintomas como dor de cabeça, zumbido no ouvido ou então tontura. 

2- Torcicolo Congênito, quando após o nascimento se percebe que o músculo esternocleidomastoideu está contraturado. O tratamento é a fisioterapia que se não for feita, a criança crescerá com seqüelas.

3- Torcicolo Espasmódico, doença neuromuscular de causa desconhecida, onde o mesmo músculo passa a apresentar espasmos neurológicos irreversíveis, desviando a cabeça para um lado constantemente. Hoje em dia o tratamento para este torcicolo é à base de botox (toxina extraída do botulismo) e fisioterapia.


Tratamento:

O tratamento para esses casos deve ser bem definido por profissionais da área médica e por fisioterapeuta.

A fisioterapia nesse caso é de extrema importância, pois age diretamente no problema e consegue fazer com que a musculatura seja relaxada e fortalecida para que se evite novos quadros.

O tratamento consiste em fazer uma corrente analgésica associada a calor, massagens para relaxamento e orientações de exercícios específicos de alongamentos, com a função de relaxar os músculos aliviando a tensão na região e de melhorar a postura produzindo descompressão de raízes nervosas e melhora na qualidade de movimento de todo o pescoço e da cabeça. 

Alguns exercícios que poderão aliviar o estresse muscular e trazer bem estar a você. Estes exercícios podem ser feitos em qualquer lugar, quando você sentir necessidade, mas o ideal seria fazê-los à noite antes de se deitar e de manhã ao acordar.
• Puxe o pescoço para um dos lados alongando-o. Troque o lado. 
• Vire a cabeça na diagonal e puxe-a para baixo olhando o seu pé. Troque o lado. 
• Com as duas mãos atrás da cabeça, puxe a mesma para baixo alongando a parte posterior do pescoço. 
• Leve a cabeça para trás, alongando a parte anterior do pescoço, sem forçar a cervical. 
• Mantenha o corpo reto e olhe para trás virando a cabeça para um dos lados. Troque o lado. 
• Com uma bolinha de tênis ou similar, faça movimentos circulares na região do pescoço e ombros, massageando a musculatura.
• Faça cada exercício por 30 segundos. 
• Feche os olhos e gire a cabeça para um dos lados depois para o outro, devagar e sem forçar o pescoço. 
• Deite no chão com a perna flexionada e mantendo a coluna reta. Puxe a cabeça para trás, mantendo o queixo para baixo e alongando a parte de trás da cabeça ou a região cervical. Afaste as pernas, tentando manter toda a coluna no chão.
• Permaneça nesta posição por 3 a 5 minutos. leve a lateral da mandíbula até o peito e volte devagar. Repita do lado esquerdo.

O ideal é que esses exercícios façam parte da vida para que se evite possíveis quadros dolorosos

sábado, 16 de janeiro de 2010

Conheça o centro de Fisioterapia no SPFC


Esse centro de tratamento é do São Paulo Futebol Clube e é referência em atendimento de atletas e recuperação perfeita. 

Veja as fotos:




 

É sem dúvida um exemplo a ser seguido e admirado.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Efeitos fisiológicos do ondas curtas


Todas as correntes de alta freqüência penetram mais profundamente no corpo do que a radiação infravermelha, por conseguir o paciente ser submetido a diatermia nunca deve ter uma sensação de calor tão intensa quanto aquela produzida pela energia infravermelha.

No caso do aquecimento mais moderado, nota-se aumento gradual na vascularização que pode ajudar na resolução de um processo patológico valioso recurso físico para o alívio sintomático da dor, seja ela proveniente de lesões agudas ou mesmo decorrentes de processos por um período de tempo suficientemente longo para possibilitar que ocorra a troca de calor.

A temperatura que será produzida nos tecidos de um organismo vivo será modificada por fatores fisiológicos, como a distribuição da temperatura preexistentes e alterações no fluxo.


Efeito Fisiológico sobre os Vasos Sanguíneos e Linfáticos

O principal efeito é a vasodilataçâo, que é decorrente de um efeito físico básico, a dilatação dos corpos. Quando qualquer corpo sofre intervenção do calor; ocorre uma vibração molecular, que promove um afastamento, levando o corpo a se expandir.

A vasodilataçâo inicialmente ocorre nas arteríolas e capilares, que em caso de permanência atinge através, vasos linfáticos e veias.

A terapia por ondas curtas, aumenta a irrigação sanguínea da área e eliminação da linfa, o que aumenta a capacidade de reabsorção do tecido. Estudos de Barth e Kern indicam que um calor brando por tempo curto favorece a vasodilataçâo ; ao contrário, tempos prolongados e intensidades elevadas promovem vasoconstrição.

Efeitos Fisiológicos sobre o Sangue

1 - Troca dos níveis de glicemia:

Após aplicação direta sobre as glândulas endócrinas, onde ocorreu hiperglicemia nos primeiros 35', sendo seguida de hipoglicemia, que dura várias horas, não sendo clara a correlação deste fenômeno com o aumento de metabolismo.

2 - Aumento do aporte de leucócitos nos tecidos adjacentes:

Decorre do aumento do fluxo sanguíneo local que aumenta a demanda de 02, nutrientes e leucócitos, levando a um aumento da capacidade de fagocitose. Todo este mecanismo traduz-se em aumento de metabolismo.

3 - Tempo de coagulação diminuída e diminuição da viscosidade do sangue:

A diminuição da viscosidade do sangue é decorrente de uma alteração física do calor. ) O calor quando incide sobre um corpo diminui a coesão intermolecular, fluidificando os líquidos).

Efeitos Fisiológicos sobre o Metabolismo

O aumento do fluxo sanguíneo local proporciona o aumento de 02 e nutrientes das regiões e acelera a retirada de catabólicos, favorecendo a exceção.

Efeitos Fisiológicos sobre o Sistema Nervoso

Ao nível do SNC as aplicações locais (na hipófise) podem influenciar a atividade das glândulas com a elevação do fluxo sanguíneo e disseminação para outras áreas até atingir o SNC, onde esta localizado o centro hipotalâmico responsável pelo controle de temperatura corporal.
Já no sistema nervoso periférico, as fibras nervosas periféricas têm sua velocidade e condução aumentada em conseqüência do calor.

Efeitos Fisiológicos do tecido Muscular

Relaxa a musculatura, facilita a transmissão nervosa e através da vasodilataçâo promove a captação da toxina no trabalho muscular.

Destruição Tecidual

Este efeito só será ativado no caso de calor excessivo, que irá irritar o tecido, promovendo uma coagulação por desnaturação da proteínas (queimadura).

Diminuição da Dor.

Inibição nas terminações nervosas sensitivas;
Relaxamento muscular em decorrência do aumento do fluxo
sanguíneo local, que favorece o aumento de metabolismo e drenagem de
catabólicos.

Diminuição da Pressão Arterial

Em situações normais, quando o calor incide sobre um corpo, primeiro ocorre vasodilatação, seguida de diminuição da viscosidade do sangue.

Efeitos Gerais

1 - Cansaço e necessidade de dormir: ocorre em aplicações gerais e prorrogadas, em decorrência do aumento de temperatura geral.
2 - Efeitos acumulados: a energia de ondas curtas poderá ser acumulada também por pequenas doses; é o que ocorre facilmente com os terapeutas que manuseiam os equipamentos de diatermia, que são os mesmos sintomas dos técnicos que trabalham com ondas de radiodifusão, estes são: depressão, ansiedade, cansaço cefaléia, insônia.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Fisioterapeuta no paciente de queimado


Até pouco tempo a fisioterapia só poderia iniciar sua abordagem terapêutica após a alta hospitalar. Hoje, apresenta grande alteração, iniciando já na fase aguda.

A fisioterapia sempre foi vista como uma terapia empregada em pessoas que apresentavam seqüelas. Na queimadura, ela exerce um papel preventivo, caso seja iniciada precocemente. Caso contrário, o paciente poderá desenvolver seqüelas, principalmente pela imobilização ou pela posição antálgica que exerce. Quanto mais precoce for iniciada a fisioterapia, melhores serão os resultados futuros. (GOMES et al, 2001apud Ferreira 2003).

Segundo Sullivan & Schmitz (1993), durante a balneoterapia o fisioterapeuta realiza condutas com o objetivo: Obter uma ferida de queimadura limpa; Manter a amplitude de movimento e a mobilidade cutânea; Reduzir o edema; Manter a força e a resistência muscular;Impedir complicações e reduzir as contraturas cicatriciais; Manter adequada função respiratória e cardiovascular; Proporcionar boa cicatrização pelo melhor alinhamento das fibras cicatriciais; Evitar seqüelas ou auxiliar no tratamento de seqüelas já instaladas; Readquirir o máximo de função para o paciente;Proporcionar o retorno o mais rápido possível às AVD's com independência; Ajudar o paciente a retornar a uma vida ativa dentro da sociedade.

O ideal é que se realize um programa de fisioterapia intensivo, ou seja, diariamente e se possível duas vezes ao dia durante a internação, e uma vez ao dia após a alta hospitalar.

A atuação do fisioterapeuta tem enorme contribuição para a reabilitação, à prevenção e aceleramento do tempo de recuperação do paciente queimado e seu tempo de internação.

É importante ressaltar que a recuperação do paciente queimado depende, acima de tudo, do seu desejo de superar suas limitações, de enfrentar seu sofrimento e, principalmente, da sua vontade de viver, pois é preciso acreditar que nada é superior à nossa própria vontade de vencer (Ferreira 2003).

Fonte

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Fisioterapeuta no PSF


O Sistema Único de Saúde tem apresentado resultados positivos nos propósitos de universalização, descentralização e ampliação de cobertura dos serviços de saúde. Avança com mais dificuldade na garantia da qualidade, equidade e na resolutividade da assistência ambulatorial e hospitalar, principalmente, pela falta de profissionais habilitados à prestar assistência integral de saúde (BADUY, R. S.; OLIVEIRA, M. S. M, 2001). Para alcançar os objetivos propostos, torna-se necessário o incentivo à educação permanente como estratégia na reorganização dos serviços de saúde; integrando todos os membros envolvidos no processo.

            A inserção do Fisioterapeuta nos serviços de atenção primária à saúde é um processo em construção, associado, principalmente a criação da profissão, rotulando o fisioterapeuta como reabilitador, voltando-se apenas para uma pequena parte de seu objeto de trabalho, que é tratar a doença e suas seqüelas. Essa lógica de conceitualização, durante muito tempo, excluiu da rede básica os serviços de fisioterapia, acarretando uma grande dificuldade de acesso da população a esse serviço e impedindo o profissional de atuar na atenção primária (RIBEIRO, 2002).

A Fisioterapia apresenta uma  missão primordial,  de cooperação, mediante a nova realidade de saúde que se apresenta, através da aplicação de meios terapêuticos físicos, na prevenção, eliminação ou melhora de estados patológicos do homem, na promoção e na educação em saúde (Coffito-10, capitulo 1, Art. 1º).

O atendimento domiciliar é imprescindível ao trabalho de atenção primária do profissional de fisioterapia, pois é quando nos deparamos com a realidade das pessoas, verificando suas atividades de vida diária, suas limitações e a partir daí proceder aos encaminhamentos e orientações pertinentes a cada caso.

    Podemos resumir as atribuições do Fisioterapeuta no PSF e da atenção primária, como um profissional voltado para a educação, prevenção e assistência fisioterapêutica coletiva e individual, inserido e trabalhando de forma interdisciplinar.

Fonte

domingo, 10 de janeiro de 2010

Fisioterapia na Traumato Ortopedia e sua atuação

A área de traumato-ortopedia é a área mais famosa tanto para pacientes quanto para profissionais.

Essa área é uma das principais áreas de atuação do fisioterapeuta> portanto saber testes ortopédicos, tratamentos eficientes das principais patologias é essencial para o fisioterapeuta. Ter conteúdo atualizado para estudar e tirar dúvidas é importante.

Os Cds e Dvds Universitarios oferecem um cd de conteudo em fisioterapia na ortopedia por um preço especial a leitores desse blog. Aproveite!



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Esse post é um post publieditorial

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Envelhecimento causa rigidez articular


Com o passar dos anos, as articulações vão ficando mais rígidas, porém sem um fato único que explique essa rigidez, disse Dr. Mark S. Lachs, diretor do Centro de Pesquisa sobre o Envelhecimento e Cuidados Clínicos da Weill Medical College da Cornell University. "A rigidez matinal não deveria estar necessariamente associada ao 'envelhecimento normal', já que pode ser um sintoma de condições tratáveis que se tornam mais prevalecentes à medida que envelhecemos", disse Lachs.

Mesmo assim, disse ele, mudanças relacionadas à idade na cartilagem das articulações, junto com uma diminuição na quantidade de fluido de lubrificação das articulações produzida em condições como osteoartrite, provavelmente contribuem para a rigidez. Quando estamos sentados ou dormindo, o fluido das articulações é distribuído de forma menos homogênea.

Ao reiniciar uma atividade, a superfície da cartilagem primeiro se esfrega uma contra a outra sem a lubrificação ideal. À medida que a atividade continua e a lubrificação melhora, as estruturas deslizam com menos fricção. Uma analogia é aplicar uma gota de óleo em um portão e depois abri-lo e fechá-lo até que ele pare de fazer barulho.

Outro fator são mudanças na arquitetura do osso com a idade. Na infância, as estruturas de apoio, como ligamentos, tendões e os músculos ligados a eles estão relaxados e flexíveis, mas tendem a perder essa característica com a idade, disse ele. Sentar por longos períodos mantém essas estruturas bastante contraídas; mas, a medida que o dia passa, o alongamento associado à atividade normal ou a exercícios físicos pode trazer algum alívio.

Padrões de rigidez em articulações específicas e em períodos específicos do dia podem ser indícios de determinadas condições reumatológicas, disse Lachs, e deveriam ser mencionadas em consultas médicas.

Fonte: The New York Times

O que fazer com as dores no pescoço


A coluna cervical (ossos do pescoço) é composta por uma série de vértebras que começam no tronco superior e terminam na base do crânio. Seus ossos, juntamente com os ligamentos (parecidos com elásticos grossos) conferem estabilidade à espinha. Os músculos permitem apoio e movimento e ajudam a suportar o peso da cabeça. Entretanto, por ser menos protegido em relação ao resto da coluna vertebral, fica vulnerável a ferimentos e desordens que produzem dor e restringem os movimentos. Para muitas pessoas, a dor no pescoço é uma condição temporária, que desaparece com o tempo. Outras necessitam de diagnósticos médicos e tratamentos para o alívio dos sintomas.

O que causa a dor no pescoço?

Uma dor no pescoço pode ser resultado de anormalidades em tecidos moles - músculos, ligamentos e nervos - ou em ossos e articulações da coluna. As causas mais comuns se devem a ferimentos ou ao desgaste prolongado, até danificar o tecido. Em casos raros, infecções ou tumores podem causar essas dores. Já em algumas pessoas, problemas no pescoço podem ser os causadores de dores na parte superior das costas, nos ombros ou nos braços.

Doenças degenerativas e inflamatórias - Doenças degenerativas, como a osteoartrite (ou osteoartrose) e artrite reumatóide podem causar dores no pescoço. A osteoartrose quase sempre ocorre em pessoas idosas, como resultado do desgaste das articulações entre os ossos da coluna. A artrite reumatóide pode causar a destruição das articulações. As duas doenças podem causar rigidez e dor.

A degeneração do disco cervical também pode causar dores. O disco absorve o impacto entre os ossos do pescoço. Com esta doença degenerativa (que ataca geralmente pessoas com mais de 40 anos), o centro do disco (normalmente gelatinoso) perde o conteúdo aquoso e degenera, fazendo o espaço entre as vértebras diminuir. Com isso, cada vez mais aumentam as tensões nas articulações da espinha, causando gradativo desgaste e doença degenerativa. O conteúdo do disco cervical pode escapar entre as vértebras, quando a periferia do disco enfraquece e causar pressão na medula espinhal ou em raízes de nervos. Isto é conhecido como hérnia de disco cervical.

Ferimentos - Devido ao fato da coluna cervical ser tão flexível e por também ser o suporte da cabeça, ela é extremamente vulnerável a ferimentos. Acidentes de veículos motorizados ou em mergulhos, esportes de contato e quedas podem acarretar danos no local. O uso regular do cinto de segurança pode ajudar a prevenir ou minimizar um traumatismo. Uma colisão na parte traseira de um veículo pode resultar em extensão forçada - quando ocorre o movimento do pescoço para trás além dos limites normais ou flexão forçada (chamado de "chicotada") quando há movimento para frente, além dos limites. Danos graves com fraturas e luxações podem danificar a medula espinhal e causar paralisia.

Quando você deve procurar auxílio médico?

Se dores graves ocorrerem após um acidente (automobilístico, mergulho ou queda), um profissional treinado, como um paramédico, deve imobilizar o paciente para evitar o risco de possível paralisia. Tratamento médico deve ser procurado imediatamente. Isto também deve ocorrer quando um acidente causa dores no pescoço que se estendem para braços e pernas. Dores que se espalham ou dormência nos braços ou pernas sem dores significantes no pescoço, mas seguidas de fraqueza, também devem ser avaliadas.

Se não tiver havido um acidente, você deve procurar socorro médico quando a dor no pescoço é:
- Contínua e persistente;
- Extrema;
- Acompanhada de dor que se espalha para braços ou pernas;
- Acompanhada de dores de cabeça, dormência, formigamento ou fraqueza.

Quem pode tratar de dores no pescoço?

Muitos pacientes procuram tratamento ortopédico para dores no pescoço, porque ortopedistas são especificamente treinados para lidar com o funcionamento do sistema músculo-esqueleto, incluindo diagnósticos, tratamentos e prevenções de problemas envolvendo os músculos, ossos, articulações, ligamentos e tendões. Enquanto alguns ortopedistas se especializam em apenas algumas áreas do sistema músculo-esqueleto, a maioria cuida de uma ampla variedade de doenças, ferimentos e outras condições, incluindo dores no pescoço.

Diagnosticando dores no pescoço

Determinar a origem da dor é essencial para recomendar o método ideal de tratamento e reabilitação. Portanto, um exame completo se faz necessário para determinar a causa de uma dor no pescoço.

Seu ortopedista irá pedir um histórico completo das dificuldades que você está tendo com seu pescoço. Ele pode lhe perguntar sobre outras doenças, qualquer ferimento que tenha ocorrido e qualquer queixa que você associe com a dor. Os tratamentos anteriores para sua condição serão observados.

Depois, seu ortopedista irá realizar exame físico que pode incluir a avaliação do movimento e sensibilidade do local e as funções de nervos e músculos de seus braços e pernas.

Estudos radiográficos quase sempre são feitos para permitir que seu ortopedista observe com mais clareza os ossos da coluna. Estas simples técnicas clínicas quase sempre ajudam a determinar a causa da dor no pescoço e a prescrever um tratamento eficaz.

Pacientes que requerem avaliações adicionais podem ser submetidos a um ou mais dos seguintes exames:
- Ressonância Magnética: este exame permite uma avaliação da medula espinhal e das raízes dos nervos;
- Tomografia Computadorizada: exame especial de raio X que permite uma cuidadosa avaliação dos canais ósseos e espinhal;
- Mielograma (inserção de corante ou material contrastante na medula espinhal): permite uma avaliação cuidadosa do canal espinhal e das raízes dos nervos;
- Eletroneuromiografia: teste que avalia as funções dos nervos e dos músculos.
Seu ortopedista pode adicionar à sua avaliação testes sanguíneos e, se necessário, consultas com outros especialistas médicos.

Tratamento

A forma de tratamento para a dor no pescoço irá depender do que o diagnóstico revelar. Entretanto, muitos pacientes são tratados com sucesso por meio de descanso, medicamentos, fisioterapia, exercícios, modificações das atividades ou uma combinação desses métodos.

Por exemplo, se a dor é causada por inflamação resultante de estiramento muscular ou de ligamentos, seu ortopedista irá prescrever descanso por um período específico de tempo, bem como remédios para reduzir as inflamações.
Se medicamentos são prescritos para reduzir a dor, devem ser usados apenas como indicados e não podem ser ingeridos por períodos extensos de tempo. Lembre-se também de que se seu ortopedista indicar o descanso como melhor forma de tratamento, é vital que você siga suas instruções corretamente.

Quando a dor no pescoço persiste ou é crônica, seu ortopedista pode recomendar um programa de reabilitação que inclui exercícios e vários tipos de fisioterapia para ajudar a aliviar sua dor e prevenir sua volta.

Poucos pacientes precisam de cirurgia para aliviar suas dores. Para a grande maioria, uma combinação de descanso, remédios e fisioterapia são recomendados. Cirurgias podem ser necessárias para reduzir a pressão na medula espinhal ou na raiz de um nervo, quando a dor for causada por uma hérnia de disco ou estreitamento da medula. Cirurgias também podem ser requisitadas após o trauma para estabilizar o pescoço e minimizar as chances de paralisia quando, por exemplo, uma fratura resulta em instabilidade do pescoço.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Fisioterapeutas, acreditem nisso


A razão de muitos problemas de saúde devem-se à memorização que o corpo faz dos problemas que lhe aconteceram ao longo da vida.

São bem conhecidos os problemas de coluna, os problemas musculares, etc., etc. que depois de bem tratados teimam em aparecer passados alguns meses ou passados vários anos.

Talvez o exemplo mais flagrante seja aquele "relógio", que quase todos nós temos, que nos informa (com dor) quando vai mudar o tempo. 

Esse "relógio" que teima em nos avisar quando vai mudar o tempo, não é mais do que um traumatismo que tivemos no passado que é reactivado aquando das mudanças de pressão atmosféricas.

Esse traumatismo ficou memorizado pelo corpo e acabou por ser o responsável pelo problema actual ou por vir a criar um problema no futuro.

O traumatismo provoca dor e para a evitar o corpo bloqueia toda a circulação e o movimento dessa zona.

Isto é um bom mecanismo de defesa e uma boa forma de evitar mais dores.

Também é uma forma do corpo poder recuperar mais depressa e eficazmente.

Até aqui não há nada de errado. Aliás, a dor costuma ser tanta que o corpo está mais preocupado em a evitar do que em fazer a recuperação.

O problema é que uma vez feita a recuperação, o corpo não liberta totalmente a zona ficando sempre uma rigidez residual.

Isto cria nos tecidos um estado de tensão permanente para que se possa evitar a dor ou evitar a possível dor.

Esta tensão nos tecidos para evitar a dor, faz com que o corpo crie uma rigidez que pode ser maior ou menor consoante a situação.

Esta rigidez acaba por prejudicar a recuperação e é a responsável pelas fibroses, espasticidades musculares, etc.

Esta rigidez e tensão a manterem-se durante anos, acabam por criar outros problemas nessa zona e assim acaba-se por ficar com um relógio que nos informa de quando vai mudar o tempo.

A solução é como não podia deixar de ser a desmemorização celular.

Isto não é mais do que libertar as tensões dos tecidos as quais acabam, caso não sejam eliminadas, por originarem problemas de saúde.

Desde há vários anos que existem técnicas de desmemorização celular mas infelizmente têm passado despercebidas pela maioria das pessoas e dos profissionais que lidam com estes problemas.

Só depois da eliminação destas tensões ou memórias é que se consegue que muitos tratamentos resultem e que se obtenham os seus resultados. Agora torna-se possível fazer aquela recuperação que nunca se conseguiu com todos os técnicos e especialistas.

Claro que existem limites, mas o que se consegue com estas técnicas são melhores resultados e resultados mais eficazes.

Elas abrem o caminho para que as outras técnicas possam funcionar.

Algumas das técnicas e terapias que desmemorizam os tecidos são:

  • Libertação Mio Fascial (ou Miofascial)

  • Libertação Fascial (todas as que trabalham a fáscia)

  • Terapia Sacro Craniana (ou Crânio Sacral)

  • Libertação Postural

  • Manipulação Visceral

  • Outras que existem mas que eu não conheço ou não sei como aplicar.

Liberação miofascial


A Libertação Fascial é toda a terapia que como o nome indica, liberta a fáscia que é tecido conjuntivo composto por elastina e colagénio.

A fáscia é um tecido bastante enervado, que une e liga todas as partes do nosso corpo.

Cada vez mais se reconhece a importância deste tecido na união e funcionamento de músculos, órgãos e tecidos.

A fáscia é um tecido elástico que permite os movimentos e que muitas vezes vai acabando por endurecer, diminuindo a elasticidade e flexibilidade dos tecidos e os movimentos do corpo.

Para que o corpo funcione bem, ele tem de ter flexibilidade e elasticidade pois só assim tudo flui.

Dar flexibilidade e elasticidade à fáscia é extremamente importante para que o corpo e os órgãos voltem a funcionar o melhor possivel.

Infelizmente a fáscia é um tecido ao qual não se dá o devido valor e como tal não se estuda.

São muito poucas as terapias que fazem referência a ela e ainda menos aquelas que a conseguem alterar.

Entre as que conseguem alterar a fáscia temos:

  • Libertação Mio Fascial (miofascial)

  • Terapia Sacro Craniana (ou Crânio Sacral)

  • Manipulação Visceral

Dependendo a técnica do tipo de fáscia que se está a tentar libertar.

Por exemplo a Manipulação Visceral liberta a fáscia das vísceras permitindo que os órgãos passem a ter um melhor funcionamento.

A Terapia Sacro Craniana  liberta a fáscia do sistema sacro craniano e alguma do corpo.

A Libertação Mio Fascial liberta toda a fáscia do corpo, libertando quer a fáscia muscular quer a do sistema sacro craniano permitindo libertar espasticidades ou tensões de que os músculos, órgãos ou o sistema sacro craniano possam sofrer.

A fáscia é um dos tecidos que só nos últimos anos começou a ser estudado e que segundo as ultimas informações explica os porquês muitos dos problemas de saúde teimam em manter-se apesar de todos os bons tratamentos a que a pessoa se submete.

Uma nova visão do corpo humano está a surgir e a fáscia é o tecido que está a alterar a visão que se tinha até aqui acerca do corpo humano.

As terapias acima são algumas que trabalham a fáscia e essa é uma das razões dos tão grandes sucessos que elas conseguem.


domingo, 3 de janeiro de 2010

Prática: Utilização do Ultrasom na Fisioterapia


As formas para se aplicar o ultrasom são: 

a) Subaquática
b) Bolsa de água (indireta)
c) Gel (direta)

Os cuidados que se deve tomar:

a) Limpar a região
b) Usar gel ou medicamentos à base de gel (o ultra-som se propaga muito bem na água ou ambiente aquoso e é bloqueado na presença de gordura (vaselina, óleos, pomadas, bálsamos)).
c) Deslizar o cabeçote em movimentos circulares
d) Manter contato perfeito em ângulo de 90°
e) Ligar e desligar o aparelho, mantendo o cabeçote em contato com a área.
f) Na técnica indireta, passar gel na pele e na bolsa de água.
g) Não de haver bolhas de ar dentro da bolsa de água desgaseificada.


Precauções a serem tomadas:

a) Queimaduras: devido ao efeito térmico encacerbado por altas intensidades, algumas também delegam ao uso do cabeçote parado, por delimitar potenciais de pico em uma pequena área.
b) Hiperdosificaçâo: por produzir diversas lesões e estas levam a fibrosos.
c) Cavitação: é um deslocamento dos tecidos. E ocorre em doses excessivas. Na verdade ocorre um aumento da absorção ao nível das interfaces, produzindo um aumento do efeito Piezelétrico, destruindo principalmente a mitocôndria, que liberará gases, formando caversas gasosas.
d) Alteração no aparato: um acoplamento errado do cabeçote pode produzir reflexão superficial, não atingindo a terapia os níveis ideais de profundidade.


Não pode utilizar o Ultrasom de jeito nenhem no:

a) Ouvido
b) Olhos
c) Ovários e testículos
d) SNC
e) Zonas de crescimento ósseo
f) Útero grávido
g) Neoplasias
h) Processo infeccioso
i) Cicatrizes em pós-operatório imediato e mediato/somente após 10 dias
j) Tromboses, flebites
k) Área cardíaca
l) Áreas tratadas com radioterapia


A aplicação do ultrasom vai depender da natureza da lesão e do quadro do paciente: agudo ou crônico.

O tempo pode variar de 5 a 8 minutos de acordo com a área. Para dedos pode ser aplicado em 3 minutos.

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