domingo, 28 de fevereiro de 2010

Principais lesões no joelho

O joelho é uma das articulações do corpo que mais sofre. Conheça algumas das lesões mais comuns:

Fotos: Shutterstock

Artrite: há mais de 100 tipos. As mais comuns são a osteoartrite, uma degeneração da cartilagem que afeta o osso, e a artrite reumatoide, doença autoimune. O tratamento depende muito do tipo da doença, mas normalmente se usa analgésico, para aliviar a dor, e injeções de ácido hialurônico.

Lesões do ligamento cruzado: muitas vezes não provocam dor, mas causam instabilidade. Casos mais sérios (como quando há rompimento total) podem necesitar de uma cirurgia.

Lesões do menisco: essa cartilagem pode estirar com a rotação do joelho. Casos mais simples podem ser resolvidos com fisioterapia,e os mais graves demandam cirurgia.

Lesões do tendão: vão desde uma inflamação até o rompimento total. Normalmente são provocadas por atividades físicas que envolvem salto. O tratamento inclui analgésicos, aplicação de gelo e repouso.

Osteomalácia: é um defeito na mineralização do osso, que costuma aparecer em idades maisavançadas. Causa dor e microfraturas. Normalmente está ligada à carência

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Fisioterapia x Autismo



O autismo é um transtorno invasivo do desenvolvimento. Isto significa que a maioria das pessoas que tem autismo têm atraso, diferenças ou distúrbios em muitas áreas - incluindo habilidades motoras grossas e finas. As crianças que tem autismo pode ter o tônus muscular baixo ou ter um momento difícil com a coordenação e esportes. Esses problemas podem interferir no dia a dia e no seu relacionamento com mundo, interferindono desenvolvimento social e físico.
Crianças com autismo não são confundidas com crianças que tem alguma deficiência física (apesar de existirem algumas crianças autistas com o tônus muscular muito reduzida, o que pode tornar difícil para se sentar ou andar por longos períodos). A maioria das crianças com autismo, no entanto, têm limitações físicas.

Os fisioterapeutas podem trabalhar com crianças muito jovens em habilidades motoras básicas, como sentar, rolar, de pé e jogar. Eles também podem trabalhar com os pais para ensinar algumas técnicas para ajudar a criança construir a força muscular, coordenação e habilidades físicas.
Essa criança pode estar em fase pré-escolar ou escolar. Assim, podem trabalhar em competências mais sofisticadas, como saltar, chutar, lançar e pegar. Essas habilidades não são apenas importantes para o desenvolvimento físico, mas também para o engajamento social no desporto, recreio e jogo em geral.

Em ambientes escolares, fisioterapeutas podem fazer exercicios para as crianças em grupo e "empurrar" para ambientes escolares típicos, como aulas de ginástica para apoiar crianças em situações da vida real. Não é incomum para um fisioterapeuta para criar grupos, incluindo crianças autistas típicos e ao trabalho sobre os aspectos sociais de habilidades físicas. Esse trabalho pode ser realizados com professores de educação especial e assessores, professores de ginástica e pais a fornecer ferramentas para a construção de competências sociais / física.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Curso de Mulligan Básico


CONCEITO MULLIGAN BÁSICO - RIO DE JANEIRO

DATA: 01 a 04/07/2010. (quinta, sexta, sábado e domingo).
Professores reconhecidos pelo MCTA (Mulligan Concept Teacher’s Association):
Dan Pilderwasser, Edelberto Marques e Palmiro Torrieri.

OBS: Incluído o livro já traduzido: Terapia Manual: NAGS – SNAGS – MWM e outras técnicas de Brian Mulligan.

Local: Centro de Estudos Physioscience

Endereço: Av. Nossa Senhora de Copacabana nº 928 sala 1202 – Copacabana.

Inscrições e informações pelo telefone (21) 2257-1832, de 2ª a 6ª das 08:00 às 17:00h  ou email contato@institutomulligan.com.br


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Microondas na fisioterapia

Conceito: É uma forma de tratamento em que se usa uma corrente de alta frequência (2450MHz), com comprimento de onda eletromagnética de 12,25cm com fins terapêuticos.

Efeitos 


Calor Homogêneo: Boa termopenetração. Aquece a nível muscular, sem superaquecer a pele e tecido adiposo. 

Hiperemia: Superficial e profunda.

Aumento da Circulação Sanguínea: Devido à vasodilatação decorrente do calor.

Aumento do Metabolismo: Leva a uma maior troca e reações químicas.

Aumento do Aporte de Oxigênio

Regenerador Tecidual: Devido ao aumento do aporte de substância nutritivas, enzimas, eletrólitos, oxigênio.

Analgésico: Aumenta o limiar de excitabilidade dos nervos sensitivos e também pelo descongestionamento da área, bem como pelo relaxamento.

Aumenta a Excreção Urinária  
Diminui a Pressão Arterial 
Espasmolítico Relaxante

Reflexo: Ação reflexa Paravertebral sobre segmentos nervosos, que inervam determinada região.

Defesa: Antiflogístico: Aumenta o número de leucócitos na área de anticorpos. Inibidor da Recuprodução de Microorganismos:  
O aumento de temperatura cria um meio desfavorável para sua reprodução.

Tipos de Eletrodos: Retangular, Circular grande, Focal ou contato

Acessórios 
Vareta Fluorescente: Serve para verificar a área que está recebendo as ondas eletromagnéticas. Quando usamos o eletrodo retangular ou circular grande, colocamos a vareta entre o eletrodo e a pele. Realizamos movimentos. A área que está recebendo radiação fica avermelhada.

Óculos Protetores: Usados para proteger os olhos, quando o tratamento for a nível cervical ou pescoço com eletrodo circular.

Cabo de Conexão(Suporte): Serve para ligar o eletrodo ao aparelho. Um para 25watts, outro para 200.

Dose - Calor 
Depende da sensação subjetiva de calor referida pelo paciente e ainda da fase em que se encontra  a enfermidade, e é baseada na escala de Schiliephake, ou seja:
 
1-Calor Muito Débil: Imediatamente abaixo do limiar de sensibilidade.
 
2-Calor Débil: Imediatamente perceptível.
 
3-Calor Médio: Sensação de clara de calor.
 
4-Calor Forte: No limite de Tolerância.

Fase Aguda: Calor muito débil, calor débil 
Fase Crônica: Calor médio, calor forte

Tempo: Fase aguda (cinco minutos), Fase crônica (cinco a dez minutos).

Distância dos Eletrodos/ Pele: Retangular, Circular grande, Circular pequeno (cinco a dez centímetros por pele), Contato (em contato direto com a pele).

Potência: Eletrodo retangular, Eletrodo circular grande (zero a duzentos watts), Eletrodo circular pequeno eletrodo focal ou contato (zero a vinte cinco watts).

Escala: Zero a duzentos watts, zero a vinte cinco watts. 
Quando se usar a escala zero a vinte cinco watts, não exceder a marca vermelha.
 
Quando usamos os eletrodos circular grande, retangular, pequeno ou de contato, a potência muda automaticamente, uma vez que também mudamos os cabos (suporte).
 
Há aparelhos que possuem um suporte para troca de eletrodos, o que possuem um suporte para troca de eletrodos, o que mudam também a potência.

Cuidados e precauções: Com sensibilidade, dosagem, tempo, testículos, obesos(pregas), crianças e idosos, olhos, evitar cadeira ou maca de metal.

Indicações: Artralgia, Artrose, Artrite, Ancilose, Fibrose, Bursite, Braquialgia, Contusão, Contratura, Contratura de Dupuytrem-Eletro focal, Ciatalgia, Distensão, Doença de Bechterew, Entorse, Epicondilite, Espasmo muscular, Lombalgia, Mialgia, Neuralgia, Neurite, Sinovite, Tendinite, Nódulo de Heberden- Eletrodo de contato, Miogelose

Contra- Indicações: Sobre implantes metálicos(pinos, placas, hastes), Áreas com perda de sensibilidade, Sobre tecidos de náilon sintéticos, Processos inflamatório agudo, Antes de quarenta e oito horas pós-traumatismo, Áreas hemorrágicas, Edemas, Osteomielite, Estados febris, Afecção vascular periférica, Áreas isquêmicas, Sobre gesso ou curativo, Tumores, Áreas anestesiadas, Desidratação, Marasmo, Flebites, Trombose, Tuberculose pulmonar, Na região lombar ou abdominal período menstrual, Na região lombar ou abdominal período pré- menstrual, Na região lombar ou abdominal infecção urinária- renal, Marca- passo, Regiões expostas ao raio x, antes de quinze dias após a exposição.

Técnica de Aplicação: Despir a área a ser tratada, Paciente posicionado adequadamente, cômodo e relaxado, Usar mesa, maca ou cadeira de madeira ou com material isolante, Examinar a área, Testar a sensibilidade, Destituir o paciente de materiais metálicos, como relógio, pulseira, anel, corrente, Secar a área, Verificar se o paciente possui implantes metálicos, Verificar se o paciente possui marca- passo, Explicar ao paciente que ele deverá  relatar o tipo de sensação de calor que estiver sentindo, Eleger o eletrodo para tratamento, Colocar o eletrodo adequadamente segundo a enfermidade, Fixar corretamente o cabo de conexão ou suporte, Ligar o aparelho à rede urbana, Zerar o aparelho, Ligar o aparelho, Esperar dois minutos para seu aquecimento, Colocar o tempo prefixado, Colocar a potência segundo a escala de Schliephake  sensação subjetiva de calor, observar a área com a vareta fluorescente, Questionar o paciente durante o tratamento, Findado o tempo desligar o aparelho, Examinar a área, Desligar o aparelho da rede urbana. 


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Fisiolinks 15

O grande destaque dos links da semana, mesmo atrasados, é a página Quero viver bem. Acesse e faça o teste de qualidade de vida. Além de ser fácil e rápido, dá uma boa idéia o quanto você está estressado (a). É a minha dica.

Bom carnaval!!!!  Segue os links:

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lesões por sobrecarga


As lesões do sistema osteomuscular podem classificar-se em agudas ou por sobrecarga. Estas, em contraste com as lesões agudas, não são o resultado de um único traumatismo, mas sim de uma série de forças repetitivas que vencem a capacidade de reparação dos tecidos. Caracterizam-se pelo aparecimento de dor crónica, geralmente de longa evolução e com períodos de recorrência, nalguma estrutura do aparelho locomotor. Se a causa que produz não for evitada - habitualmente a hiper solicitação desportiva -, a dor pode tornar-se permanente e incapacitar o desportista -, a dor pode tornar-se permanente e incapacitar e desportista. Em geral, não existe um antecedente traumático agudo que explique a dor, embora possa acontecer que um traumatismo desencadeie os sintomas de uma lesão por sobrecarga que estava então subjacente. Cada desporto provoca uma hiper solicitação específica do aparelho locomotor, em relação à sua biomecânica. Por isso, cada mobilidade desportiva favorece o aparecimento de lesões típicas por sobrecarga.

 

 

Origem

 

As lesões por sobrecarga produzem-se por auto traumatismo, ou seja, o próprio aparelho locomotor – através de acções não necessariamente violentas de pressão, tracção ou corte, repetidas em forma de micro traumatismos e com efeitos acumulativos – é capaz de desencadear e desenvolver alterações anatómicas e funcionais sobre si próprio. Existe uma relação evidente entre o mecanismo que produz a lesão e a biomecânica do gesto desportivo que a origina. Assim, as lesões por sobrecarga são específicas de cada desporto.

 

 

 

 

Factores causadores

 

Os factores que causam lesões por sobrecarga podem ser intrínsecos ou extrínsecos.

 

Factores intrínsecos

 

  • São factores associados à anatomia, à biomecânica e à fisiologia do desportista: Anomalias do aparelho locomotor. Diferente comprimento das pernas ou desalinhamentos anatómicos dos membros inferiores ou da coluna (de difícil compensação ou correcção, com escoliose, cifose, lordose, anteversões femorais, desalinhamentos femoropatelares, genu varum e genu valgum, torções tibiais externas ou internas).

 

  •  Desequilíbrios musculotendinosos. Por causa da potenciação dos músculos principais implicados no movimento desportivo, em detrimento dos antagonistas, que serão menos solicitados.

 


 

Factores extrínsecos

 

  •  Erros de treino. Constituem a causa mais frequente de lesões de sobrecarga. Devem-se a uma alteração da relação trabalho/recuperação por aumento brusco da intensidade, diminuição temporal da aptidão física, recuperação incompleta das cargas ou técnica desportiva deficiente com uma execução incorrecta dos movimentos.
  • Material e instalações desportivas inadequados. Material que não amortece nem protege suficientemente (calçado, joelheiras); um terreno desportivo com superfícies duras que amortecem, aumentando a intensidade dos microtraumatismos que o sistema osteomuscular deve suportar; as mudanças bruscas de material desportivo ou de terreno de jogo.
  • Factores do meio ambiente. Ambientes frios ou então excessivamente quentes ou húmidos.

 

  • Reabilitação inadequada. Devido a uma recuperação não específica ou a um regresso precoce ao treino ou competição.

É evidente que, quando se reúnem factores intrínsecos, o potencial da lesão aumenta extraordinariamente.

 

 

Inflamação

 

A inflamação é um processo de calor, avermelhamento, inchaço e dor localizados que acompanha as lesões desportivas. A inflamação é um fenómeno biológica extraordinariamente complexo no qual participam muitos tipos de células, enzimas e outras substâncias fisiologicamente activas. Nas lesões por sobrecarga, a soma de forças repetitivas conduz aos microtraumatismos ou à destruição de um pequeno número de células. Os produtos residuais desta destruição são provavelmente os desencadeantes do processo inflamatório.

O primeiro passo da inflamação é uma pequena vasoconstrição para controlar o sangramento. A seguir, produz-se a saída dos capilares de células e fluidos com distintas funções: destruição, limpeza e reparação. A inflamação é um processo necessário na cicatrização das lesões. No entanto, se não se tratar, este processo pode autoperpetuar-se e dar lugar a inflamações crónicas.


Tecidos afectados por sobrecarga

 

Músculos. A lesão muscular por sobrecarga é o resultado de uma inflamação tardia do músculo. Ocorre depois de 12-48 horas de exercício e manifesta-se por dar com o movimento, inchaço e hipersensibilidade no grupo muscular afectado. Pode persistir durante 4-12 dias. Em caso de inflamação crónica do músculo, pode produzir-se um extravasamento de líquidos, o que provoca um aumento excessivo da pressão dentro do compartimento muscular.

Tendões. A reacção inflamatória dos tendões origina uma tendinite. Os tendões podem lesar-se por cargas repetidas ou por irritação mecânica persistente. Esta fadiga é mais comum na zona de união do tendão com o osso, já que é uma zona muito pouco vascularizada.

 

 

Prevenção da lesão por sobrecarga

  • Aquecimento. Geral e específico do desporto. É preciso também haver um regresso à calma progressiva quando termina a actividade física.
  • Reforço muscular específico. Dos grupos musculares que intervêm na actividade física, tanto os agonistas como os antagonistas. Por outro lado, devem trabalhar-se nos ângulos adequados, conforme o desporto.
  • Reforço do volume de treino. O cansaço manifesta-se em função do volume de trabalho, e a recuperação, em relação com o trabalho prévio. Esta recuperação deve ser individualizada e aproveitar os meios naturais de recuperação.
  • Reabilitação precoce e específica. Tratamento das lesões por sobrecarga, que se inicia com o diagnóstico, baseando-se na história clínica e na exploração física. É preciso prestar atenção aos factores intrínsecos e extrínsecos, e realizar as provas complementares que forem pertinentes em cada caso: radiografia, gamagrafia óssea, tomografia computadorizada, ressonância magnética, electromiografia.

 

 

Tratamento

 

Os objetivos do tratamento são reduzir a dor e a inflamação, promover a cicatrização e reabilitar o membro lesionado para prevenir o reaparecimento da lesão. Para isso é necessário repouso ou conforme o desporto e o tipo de lesão produzida, medicação anti-inflamatórios, fisioterapia, reabilitação, corrigindo os problemas de alongamento, flexibilidade. Por vezes é necessária cirurgia para corrigir a biomecânica ou a anatomia.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Fisiolinks 14

Eu não sabia do falecimento do fisioterapeuta Geoffrey Maitland, aos 86 anos, em Adelaide – AU, no dia 22/01/2010, após lutar há anos contra sua doença. O funeral foi realizado 12:00 hs primeiro de fevereiro  em Florey Chapel, Centennial Park Cemetary, 760 Goodwood Road, Pasadena, Adelaide. 

O nome Maitland é um sinônimo mundial da fisioterapia manipulativa e musculoesquelética.

Treino de Marcha com efeito postural













Semana que vem tem mais.




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Diferença entre Fisioterapia e Terapia Ocupacional


Algumas pessoas desconhecem a diferença entre a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional, acreditando que uma substitui a outro, ou mesmo que não existe diferença entre as profissões.

A fisioterapia e a Terapia ocupacional são profissões distintas, ambas da área da saúde, de formação de nível superior. Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais são profissionais que cuidam da saúde, de maneira diferente, e trabalham de forma complementar.

Uma pessoa que pode ser atendida por uma fisioterapeuta e um terapeuta ocupacional para cuidar de um mesmo problema ou mesmo de problemas diferentes.

O terapeuta ocupacional trabalha com atividades humanas, planeja e organiza o cotidiano (dai-a-dia), possibilitando melhor qualidade de vida. Seu interesse está relacionado ao desenvolvimento, educação, emoções, desejos, habilidades, organização do tempo, conhecimento do corpo em atividade, utilização dos recursos tecnológicos e equipamentos urbanos, ambiência, facilitação e economia de energia nas atividades cotidianas e laborais ( trabalho), objetivando o maior grau de independência e de autonomia possível.

O terapeuta ocupacional se ocupa da realização de atividades desde as mais simples, como escovar os dentes ou levar alimentos à boca, às mais complexas, como dirigir um automóvel ou dirigir uma empresa, promovendo, prevenindo, desenvolvendo, tratando, recuperando pessoas que apresentem quaisquer alterações na realização de atividades de autocuidado ou de interação social, melhorando o desempenho funcional e reduzindo desvantagens.

O Fisioterapeuta trabalha com recursos físicos, voltados à promoção, prevenção tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências. Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários à realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.

O fisioterapeuta trabalha com recurso físicos, voltados à promoção, prevenção, tratamento e recuperação de pessoas que apresentem alterações do movimento e suas conseqüências.
Seu interesse está relacionado ao bom funcionamento do corpo, desde as funções básicas de respiração até as funções mais complexas, que envolvem vários sistemas do corpo. Utiliza recursos manuais e tecnológicos objetivando o maior grau de independência possível na realização dos movimentos necessários è realização das atividades cotidianas, proporcionando melhor desempenho funcional e reduzindo danos.

O fisioterapeuta se ocupa do corpo em movimento, desde os movimentos mais simples e reflexos, aos mais complexos e integrados, em sua ambiência doméstica e de trabalho, nos espaços urbanos e rurais, favorecendo a locomoção e interação necessárias à participação social, o autoconhecimento e a exploração de potencialidades cinéticas (motoras) em busca de melhor funcionalidade e qualidade de vida.

Fonte: Crefito 2


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