sábado, 30 de outubro de 2010

Curso Online de Fisioterapia Neonatal

Curso Online de Fisioterapia Neonatal

O Portal Educação é uma empresa que procura, com cursos atualizados e sobre diversos assuntos, atualizar o profissional de Fisioterapia em diversas áreas. Sendo assim apresento hoje o curso de Fisioterapia Neonatal.

Veja o conteúdo programático:
  • Anatomia e Fisiologia do recém-nascido
  • Classificação do Neonato
  • Características Gerais do neonato
  • Distúrbios Respiratórios no Período Neonatal
  • Distúrbios Neurológicos
  • Malformações Congênitas de Importância Fisioterapêutica
  • Avaliação Cardiorrespiratória
  • Avaliação Neurológica
  • Aspiração de Vias Aéreas
  • Oxigenioterapia na Neonatologia
  • Ventilação Mecânica Não-Invasiva
  • Ventilação Mecânica Invasiva
  • Objetivos da Fisioterapia Neonatal
  • Protocolo Fisioterapêutico na UTI Neonatal e Unidade Intermediária
  • Fisioterapia Respiratória em Neonatologia
  • Fisioterapia Motora e Estimulação Essencial
  • Posicionamento Terapêutico
Interessou? Veja maiores informações clicando aqui!!

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Tensione a musculatura e evite a dor

Quer aliviar o desconforto causado por más notícias ou por sensações físicas desagradáveis? Tensione algum músculo por alguns momentos, como uma leve pressão nos pulsos, por exemplo. Parece simplista, mas a recomendação é resultado de um estudo conduzido pela Universidade de Singapura e pela Universidade de Chicago.

Segundo os pesquisadores, tensionar os músculos aumenta o autocontrole e a força de vontade.

Voluntários foram observados durante momentos de estresse em que situações desconfortáveis de longa duração trariam benefícios de longo prazo. Eles receberam ordens como mergulhar as mãos em água gelada, beber vinagre, assistir a vídeos com pessoas pedindo doações e resistir a junk food.

Os participantes que pressionaram algum músculo no momento em que precisavam resistir a alguma das ações demonstraram ter maior força de vontade. "Voluntários que foram instruídos a realizar a ação, independentemente do músculo apertado - mão, dedos, panturrilha ou bíceps, demonstraram grande habilidade para lidar com a dor, desconforto ou resistir a tentações", diz o texto do estudo, publicado no Journal of Consumer Research e tema de reportagem do jornal inglês Daily Mail.

A conclusão é a de que mente e corpo estão tão conectados e que um simples tensionar de músculo pode ser uma fonte não-consciente para aumentar a força de vontade.

Fonte: Terra

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Reconheça e trate um estiramento muscular

O estiramento muscular é uma lesão indireta caracterizada pelo "alongamento" das fibras dos músculos além dos limites normais. Ele está entre as lesões mais frequentes nos esportes e modifica significativamente os hábitos de treinamento e de competição dos praticantes.

Normalmente estiramentos musculares são causados por displicência dos atletas. Usar uma técnica de treino de maneira incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, diferença de comprimento de membros inferiores e diminuição da amplitude de movimento são os erros mais comuns entre os que praticam esporte. Porém, a contração rápida e explosiva, é quem fundamentalmente proporciona o surgimento da lesão. 

O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido. A intensidade da dor é variável e geralmente provoca desequilíbrio e interrupção do movimento. Os sintomas que podem ser observados depois são: deficiências de flexibilidade, desequilíbrios de força entre músculos de ações opostas, lesões musculares que não melhoram, distúrbios nutricionais e hormonais, infecções e dificuldade de coordenar movimentos.

Existem grupos musculares mais propensos a este tipo de lesão, como os músculos posteriores da coxa, os da panturrilha, a musculatura interna da coxa e o músculo anterior da coxa. Estudos indicam a junção músculo-tendão, também conhecida como região distal do ventre muscular, como o principal local da lesão. Mesmo assim, é bom deixar claro que qualquer ponto do músculo é suscetível ao estiramento. 

"O primeiro sinal de estiramentos é uma dor súbita durante a um treino esportivo e algumas vezes acompanhado de uma sensação de estalido"

O diagnóstico deve abranger uma história e exames clínicos adequados, baseados em queixas de dores localizadas, dores à contração isométrica e à palpação. O exame da ultra-sonografia complementa o diagnóstico. Conhecer e tratar o estiramento de maneira precoce é muito importante para conseguir tratar essa lesão muscular. Como os fatores de produção da lesão são diversos, é importante saber detalhes da história clínica do paciente.

O médico sempre deve observar o condicionamento físico do atleta, se sofreu a lesão no início ou no final da competição, como foi feito o aquecimento, condições climáticas e o estado de equilíbrio emocional, se o atleta lesionado foi muito exigido na competição. Se o profissional não levar em conta esses fatores, é aconselhável que o paciente procure uma segunda opinião após o diagnóstico. 

A classificação dos estiramentos tem importância no diagnóstico, já que identifica e quantifica a área lesada do músculo, os fenômenos decorrentes desse problema, a gravidade da lesão, os critérios de tratamento, o tempo de afastamento do esporte e a previsão de sequelas. Podemos classificar os estiramentos de acordo com as dimensões da lesão em: 

Grau I - é o estiramento de uma pequena quantidade de fibras musculares (lesão em menos de 5% do músculo). A dor é localizada em um ponto específico, surge durante a contração muscular contra-resistência e pode desaparecer no repouso. O edema pode estar presente, mas, geralmente, não é notado no exame físico. Ocorrem danos mínimos, a hemorragia é pequena, a resolução é rápida e a limitação funcional é leve. Apresenta bom prognóstico e a restauração das fibras é relativamente rápida.  

-Grau II - O número de fibras lesionadas e a gravidade da lesão são maiores (a lesão atinge entre 5% e 50% do músculo). São encontrados os mesmos achados da lesão de primeiro grau, porém com maior intensidade. Acompanha-se de: dor, moderada hemorragia, processo inflamatório local mais exuberante e diminuição maior da função. O tratamento do problema é mais lento. 

-Grau III - Esta lesão geralmente ocorre desencadeando uma ruptura completa do músculo ou de grande parte dele (lesão atinge mais de 50% do músculo), resultando em uma grave perda da função com a presença de um defeito palpável. A dor pode variar de moderada a muito intensa, provocada pela contração muscular passiva. O edema e a hemorragia são grandes. Dependendo da localização do músculo lesionado em relação à pele adjacente, o edema, a equimose e o hematoma podem ser visíveis, localizando-se geralmente em uma posição distal à lesão devido à força da gravidade que desloca o volume de sangue produzido em decorrência da lesão. O defeito muscular pode ser palpável e visível. 

Após tratamento inicial na fase aguda da lesão, com gelo, repouso, elevação, uso de antiinflamatórios prescritos por um profissional médico, ultra-som pulsátil, microcorrentes e laser, inicia-se a recuperação do movimento ativo, com carga que não produza dor. A inclusão dos exercícios de alongamentos são fundamentais na recuperação da lesão.

Após esta sequência, utiliza-se os exercícios de recuperação funcional que têm como objetivo retornar o atleta ao nível de atividade antes da lesão, restaurando a estabilidade funcional e os padrões de movimentos específicos para o esporte, minimizando o risco de nova lesão. A evolução do tratamento deve obedecer a uma avaliação diária da dor, amplitude do movimento, força muscular e a sensação subjetiva do paciente.

Nas atividades esportivas, existe uma permanente preocupação com o atleta de alto nível, no cumprimento do planejamento de treinamento e na manutenção do estado atlético. Negligenciar o tratamento leva freqüentemente a recidivas, com novas lesões no mesmo músculo e que podem resultar seqüelas e longos períodos de afastamento do esporte. 

Fonte: Dr. Evaldo Bósio - Fisioterapeuta

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Importância da fisioterapia no tratamento do câncer

A Fisioterapia Oncológica atua eficientemente na manutenção da qualidade de vida de pacientes com câncer. Mesmo assim, até pouco tempo atrás, sua importância no tratamento da doença não era devidamente difundida no país. Felizmente, isto está mudando. Habitualmente, o paciente só procura um fisioterapeuta se houver a indicação de seu médico de confiança. E, cada vez mais, os médicos têm constatado os benefícios da fisioterapia no tratamento dessas pessoas.

Trata-se de uma especialidade cujo objetivo é preservar, desenvolver e restaurar a integridade de órgãos e sistemas do paciente, prevenir e amenizar distúrbios causados pelo tratamento oncológico. Atua no pré e no pós-operatório, assim como durante os tratamentos de quimioterapia e radioterapia. Sua principal meta é mostrar ao paciente a necessidade de retomar suas atividades de vida diária e oferecer condições para isso.

O foco para o tratamento do paciente com câncer deixa de ser somente a cura e o controle da doença. A fisioterapia colabora ativamente na manutenção da qualidade de vida, desde o diagnóstico até o final do tratamento. Reabilita, condiciona e adapta o paciente à sua nova condição. Dispõe de inúmeros recursos específicos, que são utilizados de acordo com as necessidades individuais de cada paciente, visando sempre o seu bem-estar.

A especialidade é indicada para todas as pessoas que tenham recebido o diagnóstico da doença. Independentemente do sexo, da idade ou do tipo de câncer. Sabe-se que tanto o tratamento cirúrgico quanto o clínico (quimioterapia e radioterapia) podem trazer algumas limitações físicas, funcionais e emocionais ao paciente. Esses fatores impedem ou prejudicam algumas atividades da sua vida diária.

http://www.oncofisio.com.br/imgs/artigos/sutia.png

Um exemplo dessas limitações é a que ocorre após a cirurgia em pessoas com câncer de mama. A retirada dos gânglios linfáticos da axila pode causar edema e dificuldade na movimentação do braço. Para evitar a sequela, a partir do pré-operatório, o fisioterapeuta já orienta a paciente sobre os cuidados que deverá tomar com o membro superior do lado da mama a ser operada e sobre exercícios a serem realizados. Após a cirurgia, a paciente passará por uma reabilitação do membro superior para restaurar seus movimentos. Quando há a retirada de gânglios da axila, orientações específicas para essa nova condição são muito importantes para manter a integridade do membro superior e evitar o desenvolvimento do linfedema.

No Brasil, os primeiros passos da especialidade datam dos anos 70. Ainda assim, os tratamentos eram esparsos. Hoje, alguns hospitais já possuem setores que realizam o tratamento, mas estamos longe do cenário ideal. O que é importante que se tenha em mente é que, acima de tudo, a Fisioterapia Oncológica proporciona uma melhor qualidade de vida e reintegra o paciente à sociedade.

*Marília Belmonte e Ana Carolina Agostinho são fisioterapeutas e dirigem o Centro Especializado em Fisioterapia Oncológica (CEFO), primeira clínica do gênero no Brasil – www.cefosp.com.br

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Fisiolinks 40



Eu acredito que 70% das pessoas que procuram um fisioterapeuta é por causa de dor na coluna. Então vamos cuidar da coluna dos nossos pacientes?! Vamos aos Fisiolinks da semana:

Cisto Popliteo

Sindromes medulares na avaliação neurológica

Morte súbita

Artigos PDF em Biomecânica

Livros para fisioterapeutas

Combata a Fascite Plantar

Hérnia de disco em crianças

Empregos em Fisioterapia

Evite o joanete

Exercicios na bola suiça para escoliose

Atividades proprioceptivas no tatame

Lesões no menisco

Hérnia de disco e Hidroterapia

Semana que vem tem mais. Tem alguma sugestão? Mande para a gente que publicamos.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Previna a crise de lombalgia

Lombalgias agudas são muito comuns e possuem como causas movimentos realizados de forma errada. Já lombalgias crônicas são menos comuns mas requerem tratamento multidisciplinar devido a sua complexidade. Casos de dor na coluna são cada vez mais frequentes em função do sedentarismo, obesidade e estresse.

Noventa por cento da população terá pelo menos um episódio ou crise de dor na coluna ou lombalgia no decorrer da vida. E os motivos para isso estão cada vez mais frequentes.

Mas, como definir quando a dor nas costas é passageira ou pode indicar um problema mais grave? O problema mais comum é a lombalgia aguda, com duração da dor menor que 12 semanas. Trata-se de uma dor que aparece na coluna lombar (entre a última costela e as nádegas), que piora muito ao fazer qualquer movimento com o corpo. Por isso, o paciente "anda com o corpo duro".

A causa mais comum da lombalgia aguda é algum movimento errado que o paciente fez como: carregar peso em excesso ou de forma errada; abaixar o tronco para pegar algum objeto, com as pernas esticadas; fazer rotação do corpo mantendo os pés parados no chão ao invés de rodar todo o corpo; ou, ainda, pegar algum objeto em uma estante alta inclinando o corpo para trás.

Quando a dor nas costas dura mais que 12 semanas é caracterizada como lombalgia crônica e, por ter causa multifatorial, é bem mais difícil de ser tratada, requerendo a procura de um centro especializado em dor, com equipe multidisciplinar formada por neurocirurgião, reumatologista, fisiatra, ortopedista etc.

Independentemente da duração da dor, o indicado é, ao surgimento dos sintomas, que a pessoa procure um especialista para avaliar a gravidade do problema e iniciar o tratamento. Apesar de rara, a causa da dor pode ser a presença de fraturas, tumores ou até mesmo uma infecção da coluna. Somente com uma avaliação médica podemos saber se é alguma doença mais grave ou não.

Dicas para evitar a sobrecarga na coluna e a dor:

- melhor posição para dormir: Não dormir de bruços, mas de lado e com um travesseiro entre os joelhos; ou de barriga para cima, com um travesseiro atrás do joelho;

- tipo de colchão: não deve ser muito mole, nem muito duro. Os semiortopédicos são uma boa opção, porém não existe regra e a escolha é individual;

- melhor forma de levantar da cama: virar o corpo para o lado e começar a levantar-se de lado. Não levantar-se para frente;

- transportar objetos pesados que estão no chão: Agachar-se dobrando os joelhos, próximo ao objeto, e pegá-lo sem inclinar a coluna. Não carregar peso excessivo (exemplo: maior que três quilos).

- no trabalho em escritórios: utilizar cadeiras que não reclinem para trás, com apoio para os braços; sentar usando todo encosto e os pés totalmente encostados no chão. A tela do computador deve ficar na altura dos olhos para a coluna cervical (pescoço) ficar em posição confortável;

- carregar mochilas: utilizar mochilas nas costas usando alças dos dois lados e cuidado com excesso de peso, principalmente nas crianças;

- uso do salto alto: o salto pode acarretar dor na coluna lombar. Deve-se ter bom senso de usar eventualmente e, caso provoque dor, evitar o uso;

- dirigir: sempre com as costas apoiadas no banco e os braços parcialmente fletidos (não esticados totalmente);

- recomendação especial para gestantes: manter atividade física supervisionada e permanecer dentro do peso. Lembrar que as dores lombares em gestantes são comuns e, na maioria das vezes, não representam nenhum problema sério de coluna. Deve-se procurar um especialista em coluna para fazer o diagnóstico correto, tratamento e prevenção de novas crises;

- massagem e outros tratamentos alternativos: terapias locais como massagem, calor etc. podem trazer alívio para o paciente. Muitas vezes não trazem alívio da dor propriamente dita, mas causam bem estar e só isso já justificaria o seu uso, sempre com a indicação de um médico especialista.

- RPG e Pilates: para os pacientes com forte dor aguda é indicada a fisioterapia analgésica junto com RPG. Para os pacientes que melhoraram, a indicação é RPG ou Pilates para tentar prevenir novas crises de dor.


quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Obrigada Fisioterapia

Hoje eu poderia comemorar com um video, com uma foto bacana ou com um discursso em voz lindão. Poderia simplesmente desejar um Feliz Dia dos Fisioterapeutas. Desejar PARABENS efusivamente. Mas eu quero mais.

Queria dizer  quanto é importante ter um dia para comemorar alguma coisa. Se no dia do nosso aniversário, o dia é nosso, com todo mundo parabenizando e fazendo teroricamente tudo que a gente quer, devemos fazer isso pela Fisioterapia também.

Então hoje, mais do que mandar mensagens via internet ou parabenizar pessoalmente um colega de profissão, pense, reflita ssobre o que você pode fazer para elevar cada vez mais o nome da Fisioiterapia. Porque elevando o nome da Fisioterapia você estará entrando no seleto grupo de profissionais que fazem o que amam. Vamos refletir???

Deixo aqui, claro, o meu agradecimento a essa jovem senhora de 41 anos que ao longo de 8 anos de formatura me proporcionou tantas experiências que sou incapaz de lembrar uma a uma.  Mas é impossível esquecer a felicidade de paciente quando recebe alta, a Vózinha querida que leva o bolinho para o lanchinho da tarde, o sorriso quando você não está em um dia bom ou até mesmo a lição de pessoas que estão se recuperando funcionalmente, mas não tiram o sorriso da cara.

As lições que a Fisioterapia me proporciona são tantas que me fazem evoluir, dia após dia, não só como profissional mas como pessoa. E é por isso que eu agradeço. Efusivamente. Assim como é efusivamente que eu dou cada PARABENS, para cada profissional.

Gente, vamos cuidar da Fisioterapia?!

sábado, 9 de outubro de 2010

O que é K-Active?


Se você acompanha alguma transmissão de esportes na TV, já deve ter reparado em alguns atletas usando uma Taping colorida em região de cotovelo, ombro ou coxa.

http://www.sporttape.co.uk/wp-content/uploads/2010/09/k-active-tape.gif

Essas fitas que se transformaram em um método de Taping chama-se K-Active. Essa aplicação de fita pré-cortada foi originalmente desenvolvida para dar uma base funcional para a redução da dor e tratamento das disfunções miofasciais.

Essa inovação no método de Taping na forma de aplicações pré-corte é predestinado para a utilização eficaz em esportes ou trabalho clínico. Ele oferece aplicações de fita adesiva padronizada e reprodutível que são comprovadas e aplicadas com gasto mínimo de tempo.

Assim, as aplicações atendem as necessidades de profissionais que estejam engajados na reabilitação moderna e aprimoramento do desempenho.
Eles usam influências sinérgica como redução de dor, otimização da circulação e circulação do sangue, influência sobre órgãos internos bem como o reforço da drenagem linfática e atividade muscular.

O mecanismo de Taping estimula o processo de auto-cura natural do corpo e leva os limites ou funções comuns. Contribui para a melhoria da propriocepção e a ativação muscular.
Dessa forma, ele dá a base para a melhora de desempenho e recuperação da lesão.

Veja um exemplo de aplicação dessa técnica



terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fisiolinks 39


Depois das eleiçoes, nada melhor que clicar nos links do Fisiolinks para que seu dia fique melhor. Rsrrs.

Se você tiver qualquer indicação para fazer, é só me enviar pelo campo de mensagem.

Entrevista sobre Gerontologia

Exemplo para a posteridade

Como escolher o tenis para a atividade física

Principais distúrbios neurológicos

Fisioterapia na Diabetes

Lesões no sistema nervoso

Sindrome de Hamman-Rich

Menigites e fisioterapia

Como fazer carboxiterapia?

Apresentação de DPOC

Tratamento de Pneumonia

Proxima semana tem mais.

Abs

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