sábado, 31 de dezembro de 2011

FELIZ ANO NOVO! Que venha 2012!


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Paz, saúde, amor e disposição!

Reflita o que foi feito de errado em 2011 para não repetir em 2012.

Novos desafios, novos negócios, novas oportunidades. Deixe as portas e as janelas abertas para os novos fluidos…

Não deixe que as barreiras do limite obstrua o seu modo de pensar…

Acredite nas capacidades infinitas para VOCÊ evoluir sempre.

Cultive a perseverança, a compreensão dos fatos na direção de seus interesses pois lamentações, restrições e reclamações são improdutivas.

Solucionamos nossos problemas quando não fugimos deles e os resultados aparecem quando VOCÊ acredita que VOCÊ é quem faz a possibilidade do possível acontecer.

Busque frases sorridentes e amigas para as situações inevitáveis e, procure sempre celebrar as pequenas vitórias que VOCÊ conquistará ao longo deste ano… Essas pequenas vitórias, comemoradas, farão do seu 2012 o melhor ano da sua vida. É só você acreditar!

Que Papai do Ceu ILUMINE o seu caminho!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O que é cianose?

É uma coloração azulada da pele ou das mucosas.

O sangue que circula no nosso corpo está sob duas formas, o venoso e o arterial.

O primeiro tem uma cor mais escura, é o que corre pelas veias até o pulmão. No pulmão a hemoglobina do sangue perde o gás carbônico e recebe oxigênio. Com essa troca ele se transforma de sangue venoso em sangue arterial, que é um sangue de cor mais viva, rutilante e que tem a função de levar oxigênio dos pulmões para todo o corpo.

Em média o sangue de uma pessoa normal, adulta, contém de 12,5 até 15 gramas de hemoglobina. Quando 5 gramas ou mais da hemoglobina do sangue arterial estão sem oxigênio, costuma surgir na pele ou nas mucosas uma cor azulada, denominada de cianose. Existem três tipos de cianose, a central, a periférica e a diferencial.

A cianose central acontece quando o sangue que vem dos pulmões para a periferia do corpo já chega com pouco oxigênio, o que ocorre em algumas doenças do pulmão ou do coração. A cianose periférica geralmente é provocada quando o coração não tem a capacidade de enviar uma quantidade adequada de sangue para a periferia ou é causada por uma lentificação local da circulação.

Ela aparece quando a circulação do sangue nas veias periféricas, por exemplo, nas veias das mãos ou do rosto, se torna muito lenta. O oxigênio que o sangue contém é transferido para as células e o sangue se torna pobre em oxigênio, azulado e com isso - onde a pele for mais delgada, nas mucosas ou nos lábios, por exemplo - aparece uma cor azulada.

A cianose periférica em 50% dos casos desaparece colocando a parte cianótica em água morna.

A diferencial é a cianose que aparece em alguma parte do corpo, ou só nas pernas, ou só nos braços e geralmente é indicativa de doença congênita do coração.

O diagnóstico de cianose e da causa dela deve ser feito pelo médico ao observar o paciente. O diagnóstico pode ser confirmado pelo exame de sangue medindo o teor de oxigênio e de hemoglobina.

Existem diversas causas para cianose que vão desde a falta de oxigênio no ar inspirado até a incapacidade da hemoglobina fixar o oxigênio. Por exemplo, nas intoxicações por sulfas ou outros medicamentos pode surgir a cor azulada da pele.

As causas mais freqüentes de cianose são:
  • Doenças cardíacas
  • Doenças pulmonares
  • Doenças circulatórias
  • Doenças circulatórias
  • Intoxicações

Falta de oxigênio no ar inspirado

Exemplo de baixos teores de oxigênio no ar inspirado é a cianose que surge nas alturas. Aos 5400 metros de altura a oferta de oxigênio para o sangue é somente a metade da que é oferecida ao nível do mar. Portanto, quanto mais no alto estivermos, menor a saturação da hemoglobina e quanto mais nos aproximarmos do nível do mar, maior será a oferta de oxigênio. Essa é a razão pela qual os alpinistas de grandes alturas só conseguem fazer esforço recebendo um suplemento de oxigênio.

Existem mecanismos naturais pelos quais o organismo tenta compensar a falta de oxigênio do ar ambiente. O primeiro é a hiperventilação quando as pessoas respiram mais vezes por minuto e mais profundamente.

No segundo, o organismo começa a produzir mais glóbulos vermelhos, onde está a hemoglobina, e assim permite transportar mais oxigênio para todas as células do corpo. É por esse motivo que as pessoas que vivem em grandes altitudes, como nas cidades de La Paz ou do México, têm normalmente taxas de hemoglobina bem maiores no sangue circulante.

O relacionamento interpessoal e a adesão na fisioterapia


Os serviços de saúde oferecidos à sociedade geralmente são atravessados pelo relacionamento entre os profissionais que prestam o atendimento e os pacientes que o recebem. As pesquisas sobre essas formas de relacionamento têm contemplado, de forma geral, o relacionamento interpessoal médicospacientes e enfermeiros-pacientes, com ênfase nas questões ligadas ao processo de comunicação estabelecido entre essas partes durante o processo de adoecimento e tratamento (1-4).

Compreender os aspectos envolvidos no adoecimento do paciente é fundamental para a efetiva promoção da saúde, pois o enfermo passa a ser considerado em sua integridade física, psíquica e social, e não somente de um ponto de vista biológico (5). Nesse contexto, a habilidade de escutar o paciente é destacada por Marinho (6) como importante na relação terapêutica estabelecida, além de favorecer a criação de um espaço em que o paciente tem a permissão de expressar-se; e ambos, dessa forma, têm a possibilidade de participar efetivamente do processo de cura.

O paciente pode se sentir, então, aceito, compreendido, amado e sem culpa. Por outro lado, a avaliação parcial desse paciente representa a fragilização da relação terapêutica (7) quando desconsidera que a eficácia terapêutica depende de todos os atos que envolvem o encontro entre o paciente e o profissional (8). No contexto da fisioterapia, uma parte dos escassos estudos sobre o relacionamento profissionalpaciente (6-13) sugere que um dos fatores necessários para a efetividade do processo de reabilitação é a qualidade da relação entre o paciente e o fisioterapeuta. Isto é, à medida que os pacientes se envolvem no tratamento fisioterapêutico, relações interpessoais
marcadas pela afetividade se desenvolvem e podem afetar o curso e a qualidade do tratamento em questão (14). Nesse panorama, o desenvolvimento do relacionamento
entre fisioterapeuta e paciente apresentasse como algo natural e muito provável de acontecer entre essas partes, visto que o tratamento em questão apresenta fatores favoráveis ao surgimento de um relacionamento interpessoal, tais como: longo período de convivência, estímulos táteis prolongados e comunicação verbal em boa parte do atendimento  fisioterapêutico.
 
Dessa forma, o objetivo deste estudo foi investigar a relação entre o fenômeno da adesão na fisioterapia e as características do relacionamento estabelecido entre fisioterapeutas e pacientes. Considerando a escassez de trabalhos sobre o tema no campo da fisioterapia, o estudo teve caráter exploratório, focalizando pacientes e fisioterapeutas de um centro de reabilitação pública do Espírito Santo.

Leia o resto do estudo aqui!

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

12 perguntas e respostas sobre o PILATES


1- Qual a diferença entre pilates e ioga?
A ioga é uma prática originada na Índia há mais de 5 mil anos. O pilates é uma técnica ocidental de cerca de 100 anos. Conhecida como um estilo de vida que prega a harmonia entre corpo, mente e espírito, a ioga tem um apelo metafísico. "Os exercícios são uma forma de elevação espiritual", afirma Shakti Leal, coordenadora do espaço Nirvana no Rio. No pilates, equilíbrio e concentração são questões objetivas. Os movimentos de cada exercício são tão complexos, que é quase impossível executá-los sem uma boa dose de concentração. 

2- Pilates é feito no chão ou em aparelhos?
Nos dois. Nos aparelhos, as aulas geralmente são individuais. O aluno tem total supervisão do professor. As molas permitem que cada aparelho se adapte ao corpo e à postura do aluno, sem forçar demais nem machucar. Por esses dois motivos, as aulas com equipamentos são mais indicadas a quem tem algum tipo de lesão.

No chão, é possível fazer aulas em grupos maiores, embora os estúdios normalmente evitem lotar suas sessões. Nas academias, esse número pode chegar a 30 praticantes. Apesar de envolver movimentos livres e sem o auxílio de aparelhos, as aulas no chão, afirmam profissionais da área, não são mais difíceis nem exigem mais esforço. Os exercícios de solo e com aparelhos produzem os mesmos resultados.

3- O pilates tem os mesmos efeitos da musculação?
 Não. Os exercícios do pilates fortalecem, mas não fazem os músculos crescer tanto quanto a musculação. O pilates trabalha mais com a repetição de movimentos e menos com o aumento das cargas. Além disso, as molas usadas nos aparelhos oferecem um tipo de exercício diferente dos executados na musculação. "As molas produzem resistência constante e movimentos precisos", diz Isabel Sacco, professora de biomecânica da Universidade de São Paulo (USP). "Na musculação, a eficiência do movimento depende do ângulo correto de cada exercício." Outra diferença é que os exercícios de pilates feitos no chão trabalham vários grupos musculares ao mesmo tempo, enquanto na musculação cada exercício estimula, normalmente, um músculo por vez.

"O pilates me deu um corpo mais definido e menos inchado", afirma o empresário Sérgio Sacchi, de 44 anos. Depois de descobrir três hérnias de disco, consequência de anos de exercícios sem alongamento adequado, tinha parado com as atividades físicas. Sacchi conheceu o pilates há dez anos. "Foi a alternativa que encontrei para me exercitar, depois dos problemas na coluna."

4- Pilates cura hérnia e outros problemas na coluna? 
Não existe cura para hérnia ou outras lesões, mas há meios de atenuá-las e reduzir as dores. Médicos e fisioterapeutas indicam pilates como uma boa opção para quem tem lesões na coluna por causa dos exercícios de baixo impacto, do fortalecimento dos músculos abdominais e da correção de problemas posturais. "Indico a prática a meus pacientes, assim como recomendo a reeducação postural (RPG) e a fisioterapia tradicional", afirma Jamil Natour, professor de reumatologia da Unifesp.

A designer Karina Arruda, de 42 anos, recorreu ao pilates para cuidar da postura. Depois de sua primeira gravidez, há três anos, Karina começou a sentir dores e descobriu uma hérnia de disco. Por indicação médica, procurou as aulas de pilates e, depois de seis meses, parou com os analgésicos. "Não tomo mais nada", diz. A dona do estúdio onde Karina treina, Luciana Araújo, diz que muitos alunos chegam por indicação médica.

5- Pilates evita lesões futuras?
Não. Para os especialistas, não há como comprovar que o fortalecimento da musculatura do abdome proteja a coluna contra novas lesões. "É uma besteira", afirma Daniel Feldman, reumatologista da Unifesp. "O fortalecimento desses músculos não evita lesões."  
  
6- Pilates emagrece?

Não necessariamente. Apesar de alguns exercícios exigirem um grande esforço físico, o objetivo do método não é a perda de peso. Para quem quer emagrecer, atividades aeróbicas são a melhor opção.  

7- Pilates faz crescer?
Não. O pilates não acrescenta centímetros mágicos à estrutura óssea de seus praticantes. Mas melhora a postura. Por causa da postura mais ereta, temos a impressão de que crescemos, porque andamos menos curvados. 

8- Quais são as variações do pilates?
É um assunto controverso entre os adeptos do método. Ao longo dos anos, os exercícios criados por Pilates foram incorporando novidades e se espalharam pelo mundo. Nas academias, o método ganhou adaptações, como swim pilates (na piscina), jumpilates (que alterna três minutos de pulos com um de pilates), iogilates (pilates e meditação). Os mais puristas afirmam que as variações da técnica criada por Papa Joe não são pilates. Assim, bolas e exercícios na água seriam uma deturpação da prática. "Estão usando o nome de um gênio da forma errada", afirma Romana Kryzanowska, americana que se considera sucessora de Joseph Pilates. Mas Pilates nunca registrou seu método e Romana não foi sua única discípula.  
 
9- Pilates tem algum perigo? 
Assim como acontece com qualquer exercício, o pilates mal executado pode agravar as lesões de quem procura o método com fins terapêuticos ou mesmo causar novas lesões. "Cuidado com professores que defendam uma coluna completamente reta ou que peçam para o aluno 'encaixar o quadril', posição em que o quadril se move para a frente e a curvatura lombar tende a ficar mais reta", afirma Isabel Sacco. Isabel explica que, ao tentar reverter a curvatura normal da coluna, diminuímos sua capacidade de resistir a cargas e a deixamos mais vulnerável a lesões.  

10- Como saber se a academia de seu bairro é séria?
A melhor maneira de se precaver na hora de escolher o estúdio ou a academia é verificar quem são os professores e quantas horas de aulas eles têm em sua formação. As principais instituições que emitem certificados no Brasil são reconhecidas pela Pilates Method Aliance, aliança internacional do método, e exigem um mínimo de 450 horas de aula. Esse número pode ser alterado para 360 horas de aula em cursos de especialização, como previsto pelo MEC. Os dois modelos são confiáveis. "Fuja de professores que tenham um workshop de fim de semana como único treinamento para dar aulas de pilates", afirma Alice Becker, presidente da Aliança Brasileira de Pilates. 

11- Pilates pode ser praticado por qualquer pessoa? 
Não. Crianças abaixo de 6 anos ainda não têm estrutura óssea, dos músculos e ligamentos completamente formados. Pessoas com osteoporose grave ou com lesões graves na coluna também não devem praticar. 

12- Existe algum limite para o número de aulas? 
Assim como na musculação, especialistas recomendam que os músculos descansem por 48 horas. Como no pilates a musculatura do core é sempre exercitada, o ideal é alternar os dias. Isso dá uma média de três vezes por semana.

Sete dicas que ajudam a acabar com a dor nas costas


A saúde de nossa coluna é fundamental no nosso dia-a-dia. Quando está bem, não nos damos conta do quão importante ela é. No entanto, quando temos dores é que percebemos o quanto somos afetados. Nossa coluna é dividida em coluna cervical, que é a parte mais superior de nossa coluna, acima dos ombros, forma a nossa "nuca", a coluna torácica, a região do meio das costas, e coluna lombar, a região mais inferior das costas.

Neste breve artigo, falarei sobre a coluna lombar, embora as sugestões apresentadas possam beneficiar a nossa coluna como um todo. A seguir, então, algumas dicas de como proteger nossa coluna lombar no dia-a-dia e para aumentar a nossa sensação de bem-estar.

1) Mantenha a boa postura da coluna

A coluna lombar possui uma curvatura natural que chamamos de lordose, que se caracteriza por ser uma leve concavidade nas nossas costas. Manter a "posição neutra" nada mais é que manter essa curvatura na realização de nossas atividades diárias. O contrário de manter essa posição neutra seria o de arredondarmos a coluna, de forma similar a que acontece quando inclinamos nosso corpo à frente.

E o que faz da posição neutra da coluna a ideal? Nessa posição há uma maior estabilidade da coluna, os músculos estão numa posição em que uma contração leve pode manter a posição adequada de suas vértebras, os ligamentos estão protegidos pois não estão excessivamente esticados e o disco intervertebral (estrutura que se localiza entre as vértebras, funcionando como um absorvedor de impacto) fica protegido de uma possível herniação, como a temida e dolorosa hérnia de disco.

Durante as diversas atividades diárias é recomendado que mantenhamos a posição neutra da coluna, seja ao carregarmos ou empurramos um objeto ou ao nos inclinarmos à frente, seja em outras atividades, para que mantenhamos nossa coluna em ótimas condições.

"Levantar-se de tempos em tempos ao se trabalhar sentado é essencial para diminuir a sobrecarga na coluna."

2) Carregue objetos próximos ao corpo

Ao carregarmos objetos, especialmente objetos pesados, quanto mais próximos os mantivermos de nosso corpo, menor será a força que teremos de fazer, e menor será a carga que será imposta nossa coluna lombar. Como exemplo, pegue uma mochila e segure-a com o braço esticado, e então dobre o braço e veja como fica mais fácil, tanto para o braço quanto para as costas.

3) Sente-se de maneira correta

Sentar-se com os quadris e joelhos dobrados a 90º é popularmente conhecida como "a maneira correta" de se sentar. Entretanto, não é realmente a ideal. Isso porque nela perdemos a curvatura natural da coluna lombar, a lordose que falamos no item um.

Para mantermos essa saudável curva da coluna é necessário que o ângulo entre nossas coxas e nosso tronco seja um pouco maior que 90º. E como conseguir isso? Colocando um apoio embaixo do bumbum, de forma que a altura de seu quadril esteja levemente acima da altura de seu joelho. Um travesseiro dobrado é a melhor aposta. Isso ajuda a manter a posição neutra da coluna lombar e assim ela estará mais protegida e você, mais confortável.

4) Quando trabalhar sentado execute intervalos

Levantar-se de tempos em tempos ao se trabalhar sentado é essencial para diminuir a sobrecarga na coluna. Após ficar alguns segundos em pé, alongue-se, esticando o corpo para cima e para trás, respire fundo. Procure evitar a inclinar o tronco à frente (isso sobrecarrega a coluna de forma semelhante a se você estivesse sentado). Você pode até associar o levantar com atividades próprias do trabalho ou do dia-a-dia, tais como atender ao telefone.

"Mantenha o bom condicionamento de sua musculatura das costas e do abdômen. Com o corpo todo fortalecido sua coluna estará ainda mais protegida"

5) Mantenha o condicionamento físico

Mantenha o bom condicionamento de sua musculatura das costas e do abdômen, mas não negligencie o resto do corpo. Com os glúteos, coxas, pernas e braços fortalecidos sua coluna estará ainda mais protegida de possíveis problemas. Outra importante dica é tentar manter uma boa flexibilidade do corpo.

6) Evite dobrar a coluna logo após acordar

Ficar de pé e nos inclinarmos para frente, ou então abraçarmos nossos joelhos enquanto deitados são exercícios contra-indicados quando acabamos de acordar. E por quê? Por uma razão simples. O nosso disco intervertebral, quando ficamos deitados ou muito tempo sem nos movimentar, tende a acumular líquido em seu núcleo.

Se dobrarmos nossa coluna a frente quando muito líquido está no disco, a pressão contra o disco será grande, e assim correremos o risco do líquido romper o disco, causando uma hérnia. Se pretendermos realizar tais exercícios, devemos aguardar cerca de uma hora após termos levantado, pois o movimento do corpo vai ajudar a bombear o líquido "em excesso" e assim deixar o disco mais protegido.


7) Em caso de dor, procure um profissional

Caso você esteja sentindo alguma dor em sua coluna lombar, procure um especialista. As dores lombares podem ter diversas origens. Identificar o que realmente está acontecendo é fundamental para o tratamento adequado. Hérnias de disco, vértebras mal posicionadas, tensão muscular, são apenas algumas das situações que podem originar dores nas costas. A procura de um profissional é essencial para que ele possa realizar um tratamento adequado ou lhe encaminhar para o profissional apropriado. 

Referências Bibliográficas

MCGILL S. - Low back disorders - evidence-based prevention and rehabilitation - Human Kinetics, 1ª edição, 2002.

VIEL E., ESNAULT M. - Lombalgias e cervicalgias da posição sentada - conselhos e exercícios - ed. Manole, 1ª ed. Brasileira, 2000.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Tenha um Natal abençoado. Feliz Natal!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Protocolo de avaliação em pacientes com fibro edema gelóide (FEG)

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Durante a evolução da humanidade o padrão de beleza sofreu várias mutações, onde, devido a grande massificação das comunicações, surgiu uma tendência de padrão estético, no qual a adiposidade e a irregularidade da pele são pouco aceitas pela sociedade. Atualmente, para alcançar o padrão de beleza, a mulher, principalmente, submete-se a uma série de sacrifícios como dietas, medicamentos, exercícios exaustivos e, até mesmo, intervenções cirúrgicas, na tentativa de aprimorar ou manter uma boa aparência estética (PITANGUY, 1988; SOUZA PINTO et al. 1999). De acordo com Guirro e Guirro (2002), o termo celulite vem sendo utilizado há algumas décadas, havendo controvérsias quanto à sua utilização, devido ao sufixo "ite", indicativo de inflamação, o que não define seu verdadeiro significado.

Muitos termos são utilizados para designar a celulite, contudo, a denominação fibro edema gelóide tem-se demonstrado como conceito mais adequado para descrever a patologia. Segundo Ciporkin e Paschoal (1992), para a maioria dos pesquisadores, o termo celulite, apesar de inadequado, pode ser utilizado, pois é assim conhecido e usado tanto por profissionais da área de saúde como entre as pacientes.

Guirro e Guirro (2002) também afirmam que durante o processo celulítico ocorre uma modificação da substância fundamental amorfa do tecido conjuntivo, produzindo uma reação fibrótica consecutiva que, em graus mais avançados, pode evoluir para esclerose. Em decorrência dessas alterações, ocorre uma compressão contínua dos elementos do tecido conjuntivo, entre eles, terminações nervosas. Com este quadro histopatológico, compreende-se, facilmente, a aparência nodulosa inestética na epiderme e a presença de dor à palpação desproporcional à pressão exercida ou mesmo sem motivo externo. Assim, o fibro edema gelóide, além de ser desagradável aos olhos do ponto de vista estético, ocasionando problemas de ordem psicossocial, originados pela cobrança dos padrões estéticos dos dias atuais, pode, ainda, acarretar problemas álgicos nas zonas acometidas e diminuição das atividades funcionais. Portanto, se de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o indivíduo só é saudável quando possui um equilíbrio biopsicossocial, então o fibro edema gelóide já pode ser considerado um problema de saúde.

O aparecimento do fibro edema gelóide tem se tornado um fato preocupante, visto que ele é conseqüência de diversos fatores. Por se tratar de uma afecção multifatorial, para que o seu tratamento obtenha bons resultados é necessária uma avaliação detalhada, envolvendo toda a propedêutica da anamnese e do exame físico. Num enfoque global, os tratamentos para esta condição clínica compreendem medidas higiênico-dietéticas, terapia física, terapia medicamentosa e tratamento cirúrgico. A fisioterapia dermato-funcional atua em seu tratamento utilizando recursos como drenagem linfática, ultra-som, endermologia e eletroterapia que possuem maior eficácia quando combinados.

A iniciativa em desenvolver o presente estudo partiu da carência de um instrumento eficaz de avaliação que auxilie no diagnóstico fisioterapêutico do fibro edema gelóide, bem como nos resultados de seu tratamento. Para que o mesmo apresente bons resultados, não basta apenas a execução precisa da técnica, mas também, uma avaliação minuciosa é imprescindível. A subjetividade da avaliação do fibro edema gelóide e a falta de informações sobre esse assunto são fatores indispensáveis para a realização deste trabalho. A finalidade de se utilizar um instrumento para graduar a sensibilidade em pacientes portadoras de FEG, em vários níveis, é quantificar e monitorar a melhora, piora ou estabilidade das terminações nervosas, acometidas em decorrência desta afecção.

Dessa forma, esse estudo será de fundamental importância para os fisioterapeutas que atuam na área de dermato-funcional e aos demais profissionais da área de saúde, que atendem pacientes portadoras de fibro edema gelóide. O desenvolvimento de um instrumento de coleta de dados, que permita avaliar o grau do fibro edema gelóide de forma objetiva e quantificar o nível das alterações sensitivas, será de grande utilidade para a prática clínica diária destes profissionais. Além disso, a comprovação dos benefícios e da eficácia desse instrumento de avaliação constitui uma fonte de referência para futuros estudos e o crescimento científico da área de fisioterapia dermatofuncional.

O propósito desse estudo é desenvolver e aplicar um instrumento de coleta de dados, que permita avaliar de forma precisa o grau do fibro edema gelóide e os níveis das alterações sensitivas em pacientes porta doras desta afecção, possibilitando a otimização dos resultados obtidos tanto na avaliação quanto no tratamento a ser seguido.

Leia o restante do estudo clicando aqui

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Fisiolinks 80

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Ultimo Fisiolinks antes do Natal de 2011. O que podemos desejar a todos que curtem o blog ou essa seção especificamente é rue tenham um Natal abençoado. E que a celebração do nascimento Dele renove sua fé, sua esperança, sua motivação, sua disposição e, principalmente, o amor pelas pessoas. Eu sou o tipo de pessoa que acredito que o amor pode mudar o mundo.

Mas vamos aos links:

Propriocepção: tratamento para corrigir e evitar lesões

O colchão e a dor nas costas

Importância do Home Care

Objetivos da reabilitação pulmonar

Plasticidade cerebral

Alongamento com a toalha

http://www.culturamix.com/wp-content/gallery/papai-noel/papai-noel-5.jpg

Pseudoartrose de escafóide

Perguntas e respostas sobre Ultrasom

Conheça mais sobre o neuroblastoma

Abordagem Fisioterapêutica na paralisia facial periférica

Fibrose cística e outras doneças pulmonares

Conhecendo o bico de papagaio

Pilates em doenças neurológicas

Videos:

Fisioterapia na Neuropraxia

Introdução das técnicas de Mulligan

Fisioterapia em Oncologia


Feliz Natal para você e sua família!

domingo, 18 de dezembro de 2011

Realização de exercícios terapêuticos em cadeia cinética aberta e fechada

Ao longo dos últimos anos, muitos pesquisadores vem trabalhando arduamente para melhorar os programas de tratamento de patologias do membro inferior principalmente aquelas que dizem respeito a biomecânica do joelho.

Uma das grandes discussões da atualidade é a utilização de exercícios
em cadeia cinética aberta ou em cadeia cinética fechada. O objetivo deste trabalho é fazer uma revisão bibliográfica atualizada sobre a diferença que existe entre programas terapêuticos que utilizam estes dois tipos de exercício.

A controvérsia existente entre estes tipos de terapia é ampla e começa desde a sua definição. Devido a grande quantidade de técnicas terapêuticas, alguns de seus autores tentam definir estes dois termos baseados em suas pesquisas para sua determinada técnica e esquecem da abrangência que estes tipos de exercícios podem ter. Assim, tentamos demonstrar aqui, uma definição que se encaixa no estudo efetivo da biomecânica que é a que se encontra no livro Cinesiologia Clinica de Brunnstrom, na qual em uma cadeia cinética aberta, o segmento distal move-se no espaço enquanto em uma cadeia cinética fechada o segmento distal está fixo e as partes proximais movem-se.

Diversos pesquisadores vem abordando o uso de exercícios em cadeia cinemática fechada para o tratamento de diversas patologias de membro inferior. Este tipo de trabalho vem se tornando muito popular principalmente por se acreditar que, o mesmo, é mais funcional do que exercícios em cadeia cinética aberta. Para Witvrouw e col. (2000), os dois tipos de trabalho tem efeito na melhoria clinica da dor no joelho dos pacientes submetidos aos tratamentos porém, pode ser verificado resultados melhores em termos de funcionalidade nos pacientes tratados com exercícios em cadeia cinemática fechada. Para Augustsson e col. (1998), em seu trabalho realizado com indivíduos sadios constatou uma melhora maior na força muscular em exercícios em cadeia cinética fechada. Para Doucette (1996), os exercícios em cadeia fechada demonstraram um aumento no arco de movimento em relação a flexão de perna maior do que os obtidos com os exercícios em cadeia aberta . Bynum (1995), em seu trabalho de reabilitação acelerada após reconstrução do Ligamento Cruzado Anterior, concluiu que aqueles indivíduos que foram submetidos a um trabalho terapêutico com exercícios em cadeia cinética fechada, apresentaram menos dor na articulação patelofemoral e mais rapidamente retornaram as suas atividades de vida diária inclusive as esportivas.

Em relação a pressão exercida, na articulação, durante a realização destes exercícios, ainda não se tem uma opinião pré estabelecida. Fitzgerald (1997), em seus experimentos afirma que não devemos abandonar de vez os exercícios em cadeia cinética aberta. O que deve ser feito é uma mudança nos dois tipos de exercício para que se possa diminuir o risco de tensão excessiva no Ligamento Cruzado Anterior e o risco de pressão na articulação patelofemoral. Beynnon (1997), acredita que as atividades em cadeia fechada como, por exemplo, o agachamento produzem uma compressão significativa na articulação e não necessariamente protegem o Ligamento Cruzado Anterior. Escamilla e col. (1998), abordam que a tensão no ligamento Cruzado Posterior e a força compressiva nas articulações tibiofemoral e patelofemoral foram significativamente maiores nos exercícios em cadeia fechada e apenas uma tensão no Ligamento Cruzado Anterior estava presente nos exercícios em cadeia cinética aberta.

Outros autores trazem diferenças que acontecem nos diversos feixes de músculos de acordo com o tipo de terapia implementada. Escamilla e col. (1998), através da mensuração de força em um trabalho dinâmico observado pela eletromiografia, foi capaz de afirmar que no exercício em cadeia cinética fechada houve um maior ganho de força nos isquiostibiais e na atividade dos Músculos Vasto medial e lateral, enquanto que o músculo retofemural trabalha mais em atividades em cadeia cinética aberta Para Steinkamp (1993), que trabalhou com indivíduos sadios para saber as diferenças biomecânicas durante exercícios em cadeia fechada (leg press) e em cadeia aberta (extensão simples), percebeu que a pressão na articulação patelofemoral quando anlisados em 0 e 30 graus de movimento era maior quando realizado exercícios de extensão simples (cadeia aberta), enquanto a pressão na articulação quando a angulação de flexão de perna chegava a 60 ou 90 graus era maior no leg press (cadeia fechada).

Através desta revisão bibliográfica, pudemos perceber que ainda há necessidade de se ter maiores pesquisas em relação a melhor forma de abordar terapeuticamente o paciente com lesão em Joelho. Os estudos confrontam funcionalidade e rapidez de tratamento com segurança. A carga de estresse exercida nas articulações desta região anatômica ainda não estão totalmente claras embora, algumas pesquisas, tendam a acreditar que há uma ação maior durante exercícios em cadeia cinética fechada. Em contrapartida, a maioria das pesquisas caracterizam que as atividades em cadeia cinética fechada proporcionam maior ganho de força muscular, maior funcionalidade do segmento e menos dor além de permitir o retorno as atividades de vida diária mais rapidamente

Referências Bibliográficas
-
Augustsson, J Weight training of the thigh muscles using closed vs. Open kinetic chain exercises: a comparison of performance enhancement. J Orthop Sports Phys Ther 1998 Jan; 27(1):3-8
- Bynum, EB Open versus closed chain kinetic exercise after anterior cruciate ligament reconstruction. A prospective randomized study. Am J Sports Med 1995 Jul-Aug; 23(4):401-6
- Beynnon, BD The strain behavior of the anterior cruciate ligament during squatting and active flexion-extension. A comparison of na open and closed kinetic chain exercise. Am J Sports Med 1997 Nov-Dec; 25(6): 823-9
- Doucette, SA The effect of open and closed chain exercise and knee joint position on pattelar tracking in lateral pattelar compression syndrome. J Orthop Sports Physical Therapy 1996 Feb; 23(2):104-10
- Escamilla, RF e col. Biomechanics of the knee during closed kinetic chain and open kinetic chain exercises. Med Sci Sports Exerc 1998 Apr;30(4) 556-69
- Fitzgeralg, GK Open versus closed kinetic chain exercise: issues in rehabilitation after anterior cruciate ligament reconstructive surgery. Physycal Therapy 1997 Dec;77(12): 1747-54
- Steinkamp, LA e col. (1993) Biomechanical considerations in patellofemoral joint rehabilitation. Am J Sports Med 1993 May-Jun; 21(3):438-44
- Witvrouw, E e col. Open versus closed kinetic chain exercise for patellofemoral pain. A prospective, randomized study, Am J Sports Med 2000 Sep-Oct; 28(5):687-94

Fonte


sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Monografia: Avaliação da motricidade grossa e fina após terapia de contenção em paralisia cerebral


A Paralisia Cerebral (PC) é uma encéfalopatia crônica que ocorre devido a alguma lesão no Sistema Nervoso Central durante o desenvolvimento fetal, no momento do parto ou até três anos de idade após o nascimento e tem como característica marcante o comprometimento motor. Este grupo de distúrbios cerebrais não tem caráter progressivo, porém os sinais clínicos mudam à medida que os indivíduos avançam em idade.

A forma hemiplégica da (PC) tem como característica o déficit motor unilateral e espasticidade no membro superior e inferior. A hemiplegia é diagnosticada no período de quatro a nove meses após o nascimento, quando  os sinais clínicos se tornam aparentes influenciando no desenvolvimento neuropsicomotor.

Existem poucos relatos na literatura sobre a utilização da técnica em crianças com (PC), porém estes possuem resultados funcionais animadores. A (TC) consiste em restringir o membro superior não comprometido por meio de uma órtese de imobilização, para que o membro afetado seja forçado a se movimentar em atividades repetitivas intensas, com duração de horas por dia e períodos de tempo variáveis.

A (TC) tem como um de seus princípios de aplicação minimizar a teoria do desuso, esta afirma estar diminuída as áreas de representação cortical dos músculos comprometidos por distúrbios neurológicos. Dentre os benefícios da (TC) para o membro superior hemiparético, estão: a melhora na qualidade e na frequência do uso, ganho de amplitude de movimento, coordenação, motricidade e melhor destreza quando realizados movimentos grossos e finos.

Em busca de respostas de como a (TC) poderia melhorar a motricidade grossa e fina do membro superior hemiparético de uma criança com (PC) este estudo analisou estas questões após tratamento com Terapia de Contenção através da Escala de Fugl- Meyer.

Aprofundar conhecimento nesta nova técnica que se mostra eficaz é de grande importância para a área científica, pois leva aos profissionais da saúde informações e resultados de um novo meio de tratamento provavelmente bem sucedido, que poderá ser aplicado com êxito em indivíduos com Paralisa Cerebral.

De acordo com Nascimento (2009) a deficiência manual é a principal incapacidade que acomete crianças com paralisia cerebral hemiplégica impedindo a realização bi manual de tarefas de vida diária, ou limitando o uso funcional para apenas o membro superior não acometido. Em geral crianças com hemiparesia tendem a negligenciar o membro afetado deixando de realizar atividades com o mesmo.

A capacidade funcional do membro superior hemiparético não utilizada pela criança com faz com surja o fenômeno do desuso aprendido, ou seja, a criança deixar de utilizar o membro afetado mesmo que possua habilidade e capacidade motora.

A Paralisia Cerebral (PC) designa uma afecção do SNC devido a alguma lesão ocorrida no desenvolvimento fetal, no momento do parto ou após alguns meses de vida. É um distúrbio não progressivo, porém as manifestações clínicas mudam aparentemente com o avançar da idade dos indivíduos. A etiologia pode ou não ser conhecida, na maioria dos casos é desconhecido. A parte comprometida do corpo é levada em evidência para se classificar e diferenciar a clínica, que pode ser: hemiplégica, diplégica e tetraplégica. As características clínicas do tônus muscular e os movimentos voluntários estabelecem se a (PC) é espástica, atáxica, atetóide. O comprometimento motor, do equilíbrio, da postura, do tônus muscular e da capacidade cognitiva é evidente em crianças com (PC) (SHEPHERD, 1995).

A forma hemiplégica da Paralisia Cerebral (PC) caracteriza-se por afetar apenas um lado do corpo com um comprometimento maior da extremidade superior, associada à espasticidade que é decorrente principalmente de malformações cerebrais, infarto de áreas encefálicas irrigadas pela artéria cerebral média, traumas e infecções. O não uso da extremidade superior afetada por crianças hemiplégicas faz com que surjam assimetrias posturais e atraso nas aquisições motoras, tais como sentar e engatinhar. O diagnostico da (PC) hemiplégica está diretamente associado ao aparecimento desses sinais que podem levar cerca de 4 a 9 meses para se tornarem perceptíveis (NITRINI & BACHESCHI , 2010).

Segundo Maki et al., (2006), em 1975 a Escala de Fugl-Meyer (EFM) foi desenvolvida e introduzida por Fulg-Meyer com objetivo de avaliar o comprometimento motor e sensorial de pacientes com seqüelas neurológicas. Tal escala foi feita seguindo a hipótese de que a recuperação da função motora de pacientes com hemiparesia  é alcançada em um trajeto já esperado. Na EFM o paciente é avaliado em seis aspectos, com uma pontuação numérica acumulativa dos seguintes itens: amplitude de movimento, dor sensibilidade, função motora de extremidade inferior e superior e equilíbrio, além da coordenação e velocidade, chegando a um total de 226 pontos. É aplicada uma escala ordinal de três pontos para cada item: 0-não pode ser realizado, 1-realizado parcialmente e 2-realizado completamente. Nos resultados obtidos pela pontuação observa-se o nível de comprometimento motor, onde menos de 50 pontos indicam um comprometimento motor severo; 50-84 marcante; e 96 leves. Em seu estudo sobre a confiabilidade da aplicação da escala de FM no Brasil Maki constatou que tal escala tem um alto índice de confiabilidade, tanto para intra como para interobservador, pois não apresentou conflitos de interpretação, sendo assim permitido o uso de Fugl-Meyer no Brasil como instrumento de avaliação clínica e de pesquisa. Afirma ainda, ser Fugl-Meyer uma escala facilmente aprendida e aplicada.

Tortoreli et al., (2010) estudaram os benefícios da terapia de contenção induzida em 4 crianças com idade entre 3 e 4 anos, com diagnóstico de Paralisia Cerebral do tipo hemiparesia espástica. Essas crianças receberam a TCI por 6 h por dia em um período de 30 dias consecutivos. As crianças foram avaliadas antes e após o tratamento constatou-se que a funcionalidade do membro superior plégico obteve melhora significativa.

Segundo Assis et al., (2006), a terapia de contenção induzida (TCI) é uma intervenção terapêutica utilizada para recuperar a funcionalidade do membro superior hemiparético de indivíduos com paralisia cerebral (PC). Estudos sobre aplicação da (TCI) em crianças com (PC) são raros. A técnica consiste em imobilizar o membro superior não acometido por 6 horas diárias em um período de tempo de 2 semanas consecutivas. A fisioterapia tradicional é utilizada juntamente com a (TCI), e em conjunto consistem em forçar a utilização do membro hemiparético. O membro afetado é então induzido a se movimentar em repetidos e intensivas atividades.  Realizou-se um estudo sobre a eficácia da terapia de contenção em uma criança do sexo feminino com onze anos de idade apresentando paralisia cerebral espástica à direita por anóxia perinatal. Utilizando o protocolo de contenção por 70% do período vespertino durante 2 semanas associado a 3 horas de exercícios supervisionados. Foi constatada como os principais benefícios da técnica de contenção a melhora do movimento, estabilização do ombro, diminuição das reações associadas e melhora do membro superior parético.

O aprendizado motor e sensitivo ocorre principalmente pela interação da criança com o ambiente. Segundo Mark et al (2006), a utilização do membro superior não funcional através do uso da Contenção Induzida (CI) estimula áreas corticais motoras antes não estimuladas, produzindo movimento voluntário e aprendizado, o que gera importantes mudanças na plasticidade neural.  

Gordon et al., (2006), comprovaram a eficácia da Contenção Induzida (CI) em crianças com paralisia cerebral do tipo hemiparética com diferentes idades. Em seu estudo havia 20 crianças com diferentes idades divididas em 2 grupos: um com 12 crianças com a faixa etária entre 2-8 anos e outro com idade entre 9-13 anos utilizando a (CI) por 6 horas por dia durante 10 dos 12 dias consecutivos associada a jogos e atividades funcionais. Observaram-se melhoras significativas na eficiência do movimento da mão envolvida, nos movimentos ambientais e nas limitações funcionais.

Taub et al., (2004), realizaram um estudo sobre a aplicabilidade da terapia de contenção (TC) com 18 crianças, com diagnostico de (PC) do tipo hemiparética entre 7 meses e 12 anos de idade a onde as mesmas foram divididas aleatoriamente entre o uso da intervenção por 6 horas durante 21 dias consecutivos e a fisioterapia convencional. As avaliações foram realizadas antes e depois e três semanas do término do tratamento, além de um acompanhamento por seis meses das crianças tratadas. Obteve como resultados: ganhos significantes na qualidade e quantidade dos movimentos afetados incluindo aumentos no uso do membro superior não funcional. Os benefícios foram mantidos após seis meses do tratamento com uma melhora evidente também na qualidade de vida das crianças com paralisia cerebral do tipo hemiparesia.

Sung et al., (2005) estudaram a eficácia da terapia de contenção ou terapia de uso forçado em crianças com paralisia cerebral hemiparética. O grupo era composto por 31 crianças, com idade de dois a quatro anos. Essas crianças foram divididas em dois grupos onde 18 seriam tratados com a terapia de uso forçado (TUF) e 13 faziam parte do grupo controle. Quinze pacientes do grupo (TUF) e 6 do grupo de controle tiveram hemiplegia à direita, 3 do grupo (TUF) e 7 do grupo controle tiveram hemiparesia à esquerda. Poderiam ser incluídos neste estudo com diagnóstico de PC hemiparética, com 8 anos de idade ou menos, boa saúde e com independência par caminhar. No grupo TUF havia 10 meninos e 8 meninas e no grupo controle 5 meninos e oito meninos. Como intervenção, foi usado o seguinte método: no grupo TUF foi utilizado uma órtese que um se estendeu da região inferior do cotovelo até a ponta dos dedos da extremidade não afetada por um período de seis semanas, e terapia ocupacional (TO) por duas vezes na semana com duração de trinta minutos. O grupo controle recebeu tratamento de TO idêntico ao que foi dado ao grupo TUF pelo mesmo período. Os dois grupos tiveram os membros hemiparéticos afetados e avaliados antes e depois do tratamento recebido. Após seis semanas foi constatado que o grupo TUF obteve índices de melhora da função do membro hemiparético, quando comparado ao grupo controle. Concluiu-se que a terapia de uso forçado juntamente com a reabilitação convencional se mostra mais eficaz quando comparado à utilização da reabilitação dos dois tipos de tratamentos melhoram o uso da extremidade superior afetada de crianças com Paralisia Cerebral hemiparética.

Brandão et al., (2009), investigaram quais as mudanças longitudinais ocorreriam no uso do membro superior hemiparético de três crianças com Paralisia Cerebral que foram submetidas ao tratamento com Terapia de Contenção. As crianças tinham entre 8 e 11 anos de idade e usaram um splint na extremidade superior não afetada por dez horas por dia com três horas diárias de terapia incluída durante dez dias. Demonstrou se que houve melhora na qualidade e freqüência de uso do membro acometido e destreza manual do mesmo.

Eliasson et al., (2005), realizaram um estudo em crianças com (PC) do tipo hemiparética  espástica e comparou-as a um grupo controle. Obteve como resultado melhoras significativas na utilização da extremidade superior afetada, do grupo tratado com a terapia de contensão quando comparado ao grupo controle que recebeu apenas tratamento pediátrico convencional. Nesse estudo 21 crianças fizeram uso de uma luva de retenção por 2 horas por dia no membro superior não afetado durante um período de dois meses e mesmo após 4 meses do termino do tratamento as melhoras obtidas permaneceram significantes.

Em um estudo sobre os efeitos da terapia de movimento induzido na paralisia cerebral hemiparética Brandão (2007) conclui que a terapia de movimento induzido associado ao treino intensivo promove melhoras da espontaneidade e qualidade do membro superior afetado repercutindo em ganhos funcionais importantes em tarefas de rotina diária.

Melato e Oliveira (2008) realizaram um estudo para verificar possíveis melhoras da função em um dos membros superiores hemiparéticos de cinco crianças com diagnóstico de Paralisia Cerebral (PC) do tipo hemiparética espástica após uso da Terapia de Contenção Induzida (TCI). Dessas crianças três eram meninas e dois meninos, e estas foram avaliadas antes e após o tratamento. Foi feito um estudo experimental, onde as crianças tiveram os membros superiores sadios restritos por seis horas com realização de um programa de atividades diárias por um período de duas semanas. Foi  então concluído que o uso da (TCI) pode ser benéfico e adequado para crianças com (PC) hemiparética.

Metodologia

Trata-se de um estudo quantitativo descritivo realizado na clínica escola de fisioterapia da faculdade Anhanguera de Anápolis compreendido entre os meses de setembro e outubro de 2011.

A amostra constitui-se de uma criança, do sexo masculino, com sete anos de idade com diagnóstico de paralisia cerebral hemiparética à esquerda submetido a um protocolo adaptado de tratamento com contenção do tipo luva durante o período de 4 semanas por 5 horas diárias e associadas ao tratamento fisioterapêutico 1 uma vez por semana com repetições baseados nos itens avaliados da escala funcional de Fulg-Meyer.

Foram utilizados dados coletados em duas avaliações do paciente por uma terapeuta ocupacional com tópicos baseados na escala funcional de Fugl Meyer realizando-se uma avaliação pré tratamento e a segunda avaliação após término do tratamento com a terapia de contenção.

Este artigo foi submetido à validação pelo Comitê de Ética nº 1255, pesquisa com seres humanos da Anhanguera Educacional. Antes de ser conduzido ao tratamento o paciente e seus familiares foram esclarecidos a respeito dos objetivos do estudo e procedimentos a serem realizados.

relato de caso


O atendimento do paciente foi executado na Clinica Escola de Fisioterapia da Anhanguera de Anápolis está localizada na Avenida Universitária, 638, Bairro Maracanã em Anápolis, Goiás. Entre os meses de agosto e setembro de 2011.

O estudo foi realizado com uma criança, do sexo masculino, com sete anos de idade original da cidade de Goianápolis GO, com diagnóstico de paralisia cerebral hemiparética à esquerda sem déficit cognitivo, complicações ortopédicas graves ou contraturas musculares e limitações na marcha. Apresenta limitação de movimentos com o membro afetado durante a realização de alguns tipos de atividades de vida diária.

O tratamento consistiu na imobilização do membro superior funcional (direito) com uma luva de restrição, gerando estimulação do membro superior esquerdo parético através de exercícios repetitivos da escala de Fulg-Meyer possibilitando ao paciente contato com o ambiente e movimentação funcional.  Foi utilizado um protocolo adaptado de tratamento de cinco semanas, com 5 horas de restrição diárias associada à realização exercícios supervisionados pelos terapeutas. Os pais foram orientados a estimular a criança durante a utilização da contenção no ambiente domiciliar com diferentes tarefas e  supervisionar a mesma durante sua utilização.

Resultados

Os resultados obtidos pela criança no Protocolo do Desempenho Físico de Fugl-Meyer (Tabela 1) se mostraram favoráveis nos seguintes itens: sinergia flexora, sinergia extensora, flexão de ombro 90° e nas atividades de preensão 1 e 5. A pontuação da tabela 1 é obtida da seguinte maneira: 0= não realiza; 1= consegue parcialmente;  2= consegue  perfeitamente. Os itens com pontuação maior que 2 são compostos por vários movimentos e então somados.

O item sinergia flexora é composto pelos movimentos de elevação, retração de ombro, abdução + 90°, rotação externa, flexão de cotovelo e supinação. No movimento de abdução passou de 1 para 2 pontos, e  no movimento de supinação de 0 para 1 ponto, o que observa melhora de 4 para 6 pontos em sinergia flexora. Os movimentos de adução de ombro, rotação interna, extensão de cotovelo e pronação compõem a o item sinergia extensora, que pontuou 4 pontos na pré-intervenção e passou para 5 pontos na pós-intervenção, observou-se melhora somente no movimento de adução de ombro. Outro movimento que obteve significativa melhora é o de flexão de ombro 90°, que de 0 evoluiu para 1 ponto após o tratamento. Neste item observou-se que o paciente diminuiu a compensação (movimento de abdução) para realizar a flexão de ombro. Nas atividades de preensão 1 e 5 o paciente evoluiu de 1 para 2 pontos, indicando melhora na força para movimento de preensão. Os movimentos restantes da tabela mantiveram a pontuação.

A variação de escores obtida pelo paciente apresentou 32 pontos na pré-intervenção e 38 pontos na avaliação final, com evolução de 15%.

     
Tabela 1: Resultados obtidos pelo paciente na avaliação pré e pós-intervenção, Protocolo do Desempenho Físico de Fugl-Meyer.
Atividades Pré-intervenção Pós-intervenção

Movimentação Passiva

Ombro

2

2

Cotovelo

2

2

Antebraço

2

2


Função Motora de Membro Superior

Sinergia Flexora

4

6

Sinergia Extensora

4

5

Mão a coluna lombar

1

1

Flexão de ombro 90

0

1

Prono-supinação (cotovelo 90° e ombro 0°)

0

0

Abdução de ombro a 90° com cotovelo estendido e pronado

2

2

Flexão de ombro de 90° a 180°

2

2

Prono-supinação (cotovelo estendido e ombro fletido de 30° a 90°)

0

0


Controle de punho e mão

Cotov. 90°, ombro 0° e pronação, c/ resistência

1

1

Máxima flexo-extensão de punho, cotovelo 90°, ombro 0°, dedos fletidos e pronação

1

1

Dorsiflexão com cotovelo a 0°, ombro a 30° e pronação, com resistência

0

0

Máxima flexo-extensão, com cotovelo 0°, ombro a 30° e pronação

0

0

Circundução

0

0

Flexão em massa dos dedos

1

1

Extensão em massa dos dedos

1

1

Preensão 1

1

2

Preensão 2

1

1

Preensão 3

0

0

Preensão 4

1

2

Preensão 5

1

1

Tremor

2

2

Dismetria

2

2

Velocidade

1

1


TOTAL

32

38


      Fonte: Santos, Lino, 2011.
5.    discussão

A utilização da terapia de contenção demonstrou ser um técnica  eficaz na melhora da motricidade grossa e fina de uma criança com sete anos de idade com diagnóstico de paralisia cerebral hemiparética  submetido a um protocolo adaptado de tratamento.

A utilização da técnica de contenção como forma de tratamento em pacientes pediátricos é recente e com caráter inovador e decorrerente da necessidade de possibilitar a criança com paralisia cerebral hemiparética a utilização de seu membro superior não-funcional na experiência com ambiente. E sua utilização possui sua base teórica na superação do desuso aprendido e na reorganização cortical uso-dependente (Assis, 2006).

Trapani e Nicola (2008), analisaram os efeitos da Terapia de Contenção (TC) em duas crianças com Paralisia Cerebral do tipo hemiparética. Utilizando um protocolo de tratamento com 3 horas durante 15 dias contínuos por meio de uma órtese, onde 2 horas eram realizadas tratamento fisioterapêutico e uma hora livre para atividades de vida diária. As crianças foram avaliadas antes e após o tratamento através da escala de Fugl-Meyer e o Teste de Habilidade Motora. No protocolo de Fugl-Meyer observou-se melhora de 20% do sujeito 1 e de 15% do sujeito 2. As duas crianças obtiveram melhoria na funcionalidade, percepção, ganho de amplitude de movimento principalmente de punho e dedos e melhora da motricidade do membro parético, evidenciando assim a eficácia do tratamento utilizado em crianças com paralisia cerebral hemiparética. Observaram também a importância de apronfundar conhecimento sobre os  mecanismos neuroplásticos possivelmente ocorridos durante o processo de aplicação da técnica. Relatam ainda que antes do tratamento as atividades da criança não tinham a colaboração do membro acometido, e que durante a aplicação do protocolo ela voluntariamente iniciava estas atividades com o membro parético mesmo quando não estava utilizando a contenção, evidenciando então os efeitos imediatos da técnica. A criança se vê obrigada a utilizar o membro afetado por estar com o membro sadio restrito, o que leva a ocorrer aprendizado, neuroplasticidade e reorganização cortical uso-dependente. A repetição de movimentos durante as atividades utilizadas no protocolo faz com que estas se tornem cada vez mais fáceis, com movimentos mais normais que anteriormente e melhor aceitação da restrição do membro funcional , o que diminui também a negligência do membro parético.

Outro estudo demonstrando tal eficácia desta terapia foi o de Smania et al (2009) com 10 crianças com (PC) do tipo hemiparética com idades entre um e nove anos. O método utilizado foi a restrição do membro funcional por duas horas por semana durante cinco semanas ao realizar atividades diárias. Foram utilizados dois testes de boa confiabilidade para avaliar o valor de uso e desempenho funcional do membro superior afetado. Apesar dos diversos estudos terem sidos realizados com crianças de diferente idades os resultados permaneceram iguais ou relativamente  semelhantes o que indica que a terapia de contenção constitui-se um técnica eficaz na melhora funcional  em diferentes idades.

Apesar do grande sucesso funcional na utilização da terapia de contenção poucos tem sidos os estudos que difundem a técnica aos profissionais da saúde e aos pais de crianças com paralisia cerebral. Em todos os estudos analisados não houve consenso sobre o tempo de utilização da contenção em horas por dia e período de dias além da forma de analise dos dados (escalas) impossibilitando assim comparações mais fidedignas entre os autores, mas apesar do protocolo que foi utilizado neste estudo possuir menor período de  tempo em comparativamente aos demais estudos, os resultados apresentados foram semelhantes. Os estudos diferem também quanto a idade dos pacientes que fizeram uso dos dispositivos apesar de crianças com idade maior apresentarem resultados parecidos ou iguais a crianças de idade inferior (Gordon, 2006; Brandão, 2009 ; Taub  2004). Os resultados analisados antes e depois da terapia de contenção nos permitiu observar a eficácia funcional da técnica na motricidade grossa e fina associada a fisioterapia utilizando exercícios específicos dos movimentos da escala de Fugl-Meyer e que a mesma se apresenta como uma técnica de baixo custo.

Pode-se dizer que o tratamento com terapia de contenção não é de fácil aplicação em crianças, que  frequentemente se irritam no início do tratamento pela restrição do membro sadio. Deve-se então incentivar a criança durante a utilização da técnica, através de dinamismo e interatividade durante as repetições dos movimentos realizados. Os pais também devem ser estimulados a dar continuidade e seguir corretamente o protocolo utilizado durante o tratamento para que ao final deste a expectativa de melhorias seja alcançada.

6.    Conclusão

Este repetitiva pode ser um tratamento eficaz para a melhora da motricidade grossa e fina e qualidade do uso do membro superior parético de crianças com paralisia cerebral do tipo hemiparética. relato de caso sugere que a terapia de contenção associado à movimentação   funcional .


Referências

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BRANDÃO. M. B., et al. Efeitos da terapia de restrição por movimento induzido em crianças com hemiplegia: desenho experimental de caso único. Revista Brasileira de Fisioterapia. São Paulo, 2009. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S141335552009000600010&script=sci_abstract&tlng=pt>. Acesso em: 4  abr. 2011.


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GORDON, A. M.; JEANNE, C.; WOLF, S. L. Efficacy of constraint-induced movement therapy on involved upper-extremity use in children with hemiplegic cerebral palsy is not age-dependent. Revista Pediátrica. EUA, 2006. Disponível em: <http://pediatrics.aappublications.org/cgi/pmidlookup?view=long&pmid=16510616>. Acesso em 28 fev. 2011.


LÜDKE, Menga e ANDRÉ, Marli E. D. A. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

Maki T. et al. Estudo de confiabilidade da aplicação da escala de Fugl-Meyer no Brasil. Rev. bras. fisioterapia. Campinas-São Paulo, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbfis/v10n2/v10n2a06.pdf>. Acesso em: 07 de mar 2011.

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TRALDI, M. C. e DIAS, R. Monografia passo a passo. Campinas: Alínea, 2011.


Autores: Marcos Giowane de Santana Lino, Dayanne Gonçalves dos Santos e Mário Magalhães Netto

Veja o artigo original clicando aqui

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