A Fibrose e Aderências em Pós-Operatório






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Aquele nódulo que insiste em não sair após uma cirurgia plástica pode dar mais dor de cabeça do que o esperado. Fisiologicamente, a fibrose nada mais é do que uma cicatrização intensa do tecido lesado, onde houve edema e agressão e a sua aparição no pós-operatório pode ocorrer em maior ou menor grau. Isso acontece porque proteínas são acumuladas de forma crônica atrapalhando o funcionamento dos fibroblastos, responsáveis pela cicatrização, que passam a trabalhar em excesso produzindo acúmulo de colágeno que causam repuxamento e dor, além de ondulações inestéticas, levando a uma aparência desagradável na região.

É preciso saber lidar com fibroses e aderências – traumas teciduais que aparecem em praticamente todos os pacientes submetidos a algum tipo de cirurgia, em maior ou menor grau. Se as fibroses e aderências não forem combatidas de forma correta, elas podem comprometer o resultado final da operação, causando dores, retrações e inchaço, prejudicando a funcionalidade dos tecidos. Isso porque o metabolismo normal da pele depende de fatores como a mobilidade. Sem ela, todas as trocas metabólicas, assim como absorção de toxinas pelo sistema linfático, ficam prejudicadas.

Por isso, é fundamental apostar em procedimentos nos pós-operatório para evitar o problema. A drenagem linfática pós-cirúrgica e outros tratamentos estéticos indicados, o uso de cintas e de protetor solar na região, evitar esforço físico na fase inicial, manter uma alimentação adequada, com proteínas, vitaminas e minerais são fatores essenciais para evitar a fibrose.

Dentre os fatores que podem influenciar no aparecimento da fibrose, destacam-se:
  • Reação do próprio organismo à agressão sofrida com a lipoaspiração
  • Ausência ou erro na drenagem linfática
  • Uso incorreto da cinta cirúrgica
  • Repouso inadequado
Para evitar o quadro de irregularidades cutâneas, a drenagem linfática manual e o ultrassom são procedimentos eficazes e indispensáveis, principalmente em pós-operatórios de lipoaspirações, por menores que sejam. E, após um determinado período, a endermologia e a carboxiterapia, podem ser opções de tratamento com um fisioterapeuta.

Embora esse texto seja sobre pós operatório, não está descartado a importância de procedimentos pré-operatórios. É indicado apostar em drenagem, micro correntes e esfoliações antes da cirurgia para garantir um procedimento mais eficaz evitando assim problemas na fase pós-operatória.



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