Mal de Parkinson em pessoas mais jovens e ativas






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É estranho para a maioria a população. O Mal de Parkinson é daquelas doenças que a maioria só associa para as pessoas mais velhas, muitas vezes depois dos 70 anos, mas ele pode acometer pessoas mais novas.
 A idade média do diagnóstico é de 58 anos, segundo a Associação Francesa de Parkinson. E como está associada ao movimento, já que ela se dá pela destruição de neurônios responsáveis por isso, é na dificuldade de fazer alguns deles que começa o diagnóstico da doença. A perda da dopamina causa de fato uma perda dos gestos automáticos, portanto, uma maior lentidão dos movimentos, uma falta de destreza dos gestos. Muitas vezes, trata-se dos primeiros sinais visíveis, especialmente em pessoas mais novas. Coisas como demorar para abotoar seu casaco, ficar desajeitados ao escovar os dentes, não irão mais balançar um de seus braços ao caminhar novas podem acontecer.
Geralmente, quando os primeiros sintomas clínicos aparecem, a doença, existente há vários anos, já destruiu de 50 a 70 % dos neurônios. Apesar dos tratamentos que, nos primeiros anos, podem corrigir os transtornos motores, a fadiga, a dor, as insônias ou a ansiedade, fazem parte do dia a dia dos pacientes. Inconvenientes que, para sete em cada dez pessoas, causam modificações significativas na sua atividade profissional.
O problema principal passa a ser a a imprevisibilidade dos sintomas, especialmente a fadiga. Por isso a importância da atividade física para essas pessoas.  Uma atividade de resistência praticada por 45 minutos todos os dias irá retardar a progressão da doença. Nesses pacientes, os sinais da doença são menos graves e a qualidade de vida é melhor.
Porém, nem todos os pacientes têm a possibilidade ou a vontade de se submeter a esta disciplina, mas, de acordo com especialistas, o importante é encontrar uma atividade que agrada e praticá-la mais vezes. A caminhada nórdica (caminhada com bastões) é especialmente recomendada. O tai-chi ou a dança, também. Todas estas atividades irão ajudar a preservar o equilíbrio e facilitar a coordenação dos movimentos. Elas também forçam os pacientes a fazer movimentos. Não devemos esquecer que a doença é caracterizada pela escassez de gestos. Fazer movimentos limitará a rigidez e a hipertonia. .

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