quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Como combater dores no inverno


Nesta época do ano, com as baixas temperaturas, o aparecimento de dores e rigidez nas articulações, ou "juntas", é comum para quem sofre com artrite ou artrose.
A artrose é a doença articular mais comum. Ela atinge a cartilagem (geralmente de joelhos e coluna), que sofre degeneração ao longo do tempo. Já a artrite gera uma inflamação prolongada da articulação, e é mais comum em punhos e dedos das mãos. Nos dois casos, durante a madrugada e manhã, a ocorrência de dor e rigidez pode aumentar, exigindo algum tempo para que se possa sair da cama ou iniciar as primeiras tarefas do dia. No frio, a sensibilidade aumenta, e o fluxo sangüíneo é menor porque há uma constrição (diminuição da abertura) dos vasos. Devido ao instinto de acumular calor, tendemos a economizar movimentos e contrair os músculos, o que é natural, porém em excesso contribui para aumentar a dor.

Uma sugestão é manter-se bem aquecido e realizar exercícios de baixo impacto, o que ajuda na redução do estresse, risco de lesões e de dores articulares. Além disso, facilita o relaxamento e melhora flexibilidade, circulação do sangue e lubrificação das articulações.

Uma caminhada leve de 20 a 30 minutos contribui bastante, podendo ser diária ou em dias alternados. É importante fazer aquecimento e alongamento antes e após os exercícios, diminuindo o risco de lesões durante o esforço. O ideal é ter a ajuda de um fisioterapeuta para orientar a quantidade e intensidade de exercício para você.
Além dos exercícios, também ajuda manter-se aquecido. Evite molhar as mãos com água gelada, mantenha o aquecimento da sua casa e agasalhe-se, inclusive com luvas e meias grossas, pois pés e mãos e pés perdem calor com maior facilidade.

Mas atenção, nem toda dor que piora no frio indica artrose ou outra doença do tipo. Na dúvida, procure um reumatologista ou ortopedista para acompanhamento.
Aproveite seus dias da melhor maneira possível. Certos problemas podem trazer dores e cansaço, mas há várias formas de reduzi-los. Se você cuidar bem do seu corpo, certamente vai ter dias mais tranqüilos e produtivos.


Se as manhãs de inverno são frias e escuras para caminhadas, é possível realizar, mesmo em casa, alguns exercícios bastante eficazes. Confira abaixo alguns exercícios que, no total, não ocupam mais do que 10 minutos para realização.

* Pescoço: aproxime o queixo do peito, depois eleve-o, olhando para cima. Depois, incline a cabeça, aproximando a orelha do seu ombro (mova somente a cabeça e relaxe os ombros). Finalmente, gire a cabeça para os lados, olhando à direita e à esquerda. Realize cada movimento duas vezes, lentamente, mantendo a posição por 10 segundos. 
* Ombros: gire os ombros lentamente, formando círculos para frente e para trás. Realize cinco repetições para frente e cinco para trás. 
* Punhos: entrelace os dedos e gire os punhos. 
* Pernas e pés: sentado em um local onde seus pés não toquem o chão, afaste os joelhos em 30 centímetros. Flexione e estenda tornozelos e depois os dedos dos pés. Siga realizando círculos com os pés lentamente, aumentando o tamanho dos círculos ao longo do exercício. Realize 10 repetições com cada pé.
* Respire profunda e lentamente durante os movimentos. Isso contribui para o despertar e concentração. Não se esqueça de que você não deve sentir dor durante os exercícios. Caso isso ocorra, pare e, na próxima vez, reduza a velocidade ou número de movimentos.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Fisiolinks 36

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Como está a profissão de fisioterapeuta


Uma carreira que exige muita dedicação e constante atualização desde o primeiro dia de aula até toda a vida profissional. Assim tem que ser encarada a profissão de fisioterapeuta, na qual é preciso se dedicar às pessoas e saber tratá-las com caráter humano, buscando intervir positivamente nas dificuldades e limitações físicas de cada paciente.

O coordenador do curso de Fisioterapia da Umesp (Universidade Metodista de São Paulo), Alexandre Cavallieri Gomes, esclarece a importância do fisioterapeuta na reabilitação da parte física dos pacientes. "É um profissional que traz de volta a pessoa para o dia a dia, mesmo que ela tenha limitações permanentes. É muito importante fazer um treinamento para que ela possa recuperar as capacidades físicas ou mesmo para prevenir a instalação de patologias".

Segundo ele, os fisioterapeutas encontram espaço para trabalhar em clubes, academias, clínicas, hospitais, postos de saúde, equipes esportivas e empresas privadas. E a Fisioterapia não se resume a exercícios ortopédicos ou massagens, como muitas pessoas pensam. O trabalho começa com a prevenção de problemas, passa pela avaliação dos pacientes, programação de tratamento adequado para cada caso e, é claro, a execução desse tratamento.



O fisioterapeuta-chefe do Hospital Nossa Senhora de Lourdes (SP), George Jerre Vieira Sarmento, afirma que a especialização em uma determinada área é muito importante para o sucesso do profissional. "Nos últimos cinco anos, o mercado está exigindo que o fisioterapeuta seja especialista e isso requer que ele faça cursos de pós-graduação, práticos e teóricos, para se tornar habilitado nas diversas novas áreas que surgem", explica.

Essa exigência ocorre porque o mercado, principalmente na região Sudeste, não tem condições de absorver todos os fisioterapeutas que se formam por ano, especialmente na área ortopédica, já saturada. Nas outras regiões do Brasil, a demanda é maior e há opções também no exterior. Segundo Sarmento, o fisioterapeuta brasileiro é muito bem visto e recebido nos Estados Unidos, um país carente na área. Por ter vários campos de atuação, o salário também varia muito. Um recém-formado pode ganhar de R$ 800 a R$ 3.000, dependendo da área e da região na qual ele vai trabalhar.

A falta de reconhecimento do trabalho realizado pelo fisioterapeuta é, para Gomes, um ponto negativo. Ele diz que em um país com um déficit de cultura e educação tão grande é natural que as pessoas não saibam realmente o que é Fisioterapia. Mas o maior problema é dentro da área médica. "Somos profissionais de uma área independente, assim como a Medicina. Ninguém precisa mandar encaminhamento para o convênio para falar que o paciente precisa de médico. Mas se uma pessoa quiser ir fazer fisioterapia diretamente ela não pode, tem que ter a prescrição", lamenta.

A tendência é que esse quadro melhore nos próximos anos. Os dois profissionais afirmam que, em dez ou 15 anos, a profissão estará estabilizada, com as áreas de atuação bem definidas e a autonomia necessária. Gomes ainda acredita que a ajuda do governo (municipal, estadual e federal) é fundamental para a abertura de vagas e o atendimento adequado da população. E finaliza, explicando que atualmente "a iniciativa privada é que faz a Fisioterapia existir. O governo deve e precisa abrir vagas, principalmente para a área de atenção a crianças". 

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vasculite


Vasculites são um grupo de doenças com subtipos muito graves. Apesar de não serem muito freqüentes isoladamente, devem ser lembradas em diagnóstico de doença sistêmica. As manifestações clínicas mal definidas retardam seu diagnóstico. Na verdade, possivelmente o próprio paciente retarda sua ida ao médico. Para se evitar supressão de informações que julgamos importantes, a linguagem não está dirigida idealmente para público leigo.

As vasculites compõem um grupo heterogêneo de doenças que têm em comum inflamação da parede do vaso sangüíneo. A inflamação ocorre devido ao depósito de anticorpos ou complexos-imunes. Como conseqüência do processo inflamatório há estreitamento do calibre vascular e isquemia (menos sangue) no território suprido pelo vaso. Artérias e veias são comprometidas de forma isolada ou concomitante, em qualquer localização e tamanho, incluindo aorta e seus ramos, grandes artérias musculares, artérias de médio e pequeno calibre, arteríolas, capilares, vênulas pós-capilares e veias.

Podem ser pouco agressivas, comprometendo principalmente pele e articulações, ou extremamente destrutivas, graves e mortais como ocorre na poliarterite nodosa e na granulomatose de Wegener se não forem tratadas adequadamente.

As vasculites de hipersensibilidade têm início agudo e outras vasculites podem ter evolução bastante arrastada, dificultando o diagnóstico, por exemplo: arterite temporal e vasculite de Takayasu.

Às vezes, identifica-se um agente etiológico que pode ser removido ou controlado, mas geralmente as vasculites não têm causa evidente. Somente em algumas doenças conseguiu-se identificar um antígeno, como ocorre em alguns pacientes com poliarterite nodosa nos quais o vírus da hepatite B é encontrado no soro, nos complexos imunes e também nos tecidos comprometidos.

Outros vírus podem estar associados à vasculite, incluindo hepatite A, HIV, HTLV-1, citomegalovírus e herpes zoster. Nas infecções por herpes zoster há uma vasculite granulomatosa secundária à invasão local pelo vírus. É provável que esta invasão direta também possa ocorrer com outros vírus.

Também não está esclarecido porque os complexos imunes ou anticorpos se depositam nos vasos. Certamente fatores distintos estão envolvidos, como predisposição genética descontrolando mecanismos imunes, a capacidade de limpeza dos complexos-imunes, o tamanho e cargas elétricas dos complexos-imunes, o calibre dos vasos, tortuosidades, bifurcações e mesmo lesões prévias.

É fundamental a caracterização diagnóstica de uma vasculite, pois com razoável precisão nos orienta quanto à tratamento, prognóstico e órgãos potencialmente comprometidos. Para isto, são indispensáveis: história com detalhamento cronológico, avaliação clínica completa e descrição completa das alterações dos vasos e vizinhanças vistas na biópsia.

CLASSIFICAÇÃO

A classificação apresentada é adaptada de Wolff S.M. (1992). Nela, o leitor poderá identificar a doença que está pesquisando.

CLASSIFICAÇÃO DAS VASCULITES

1. Grupo da poliarterite nodosa 
 

Poliarterite nodosa clássica
Angeíte alérgica e granulomatosa (doença de Churg-Strauss)

2. Vasculites de hipersensibilidade senso estrito 
 

Púrpura de Henoch-Schönlein
Doença do soro
Reação semelhante à doença do soro provocada por droga
Vasculite associada com doenças infecciosas

3. Vasculites leucocitoclásticas 
 

Crioglobulinemia mista
Vasculite hipocomplementêmica
Vasculite associada com doenças do tecido conjuntivo
Vasculite associada com neoplasias
Vasculite associada com doenças inflamatórias
Púrpura hipergamaglobulinêmica
Hepatite crônica ativa
Colite ulcerativa
Cirrose biliar primária

4. Granulomatose de Wegener

5. Arterites de células gigantes 
 

Arterite temporal/arterite cranial/polimialgia reumática
Arterite de Takayasu

6. Outras síndromes vasculares 
 

Doença de Kawasaki
Doença de Behçet
Síndrome de Cogan
Vasculite isolada do sistema nervoso central
Tromboangeíte obliterante

Fonte: Regina Alcantara

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Lesões no joelho


"O joelho é uma articulação de extrema importância, sendo composto pelos ossos da coxa (fêmur) e da perna (tíbia), além da patela (antigamente chamada de rótula). A junção desses ossos depende de estruturas de suporte, como ligamentos, a cápsula da articulação e os meniscos, que garantem a estabilidade da mesma". 

Os meniscos são pequenas estruturas em forma de disco, que possuem as funções de absorção de impactos, permitir que os ossos se articulem adequadamente e aumento da estabilidade da articulação. Em cada joelho encontramos dois meniscos. 

Os ligamentos são estruturas que funcionam também para dar estabilidade à articulação, limitando alguns movimentos e impedindo que os ossos saiam de seu lugar normal. 

As lesões de joelho são bastante comuns em indivíduos que praticam esportes, e que estão submetidos a exercícios que levam a impacto importante nessa articulação. O sofrimento crônico da articulação pode levar a dor, desgaste, problemas para andar, entre outros. Por isso, é importante que as pessoas que pretendem praticar exercícios procurem orientação médica/fisioterapêutica antes e durante essa prática, de forma a evitar complicações futuras. 

As lesões de menisco são raras na infância, ocorrendo principalmente no final da adolescência, com pico na terceira e quarta décadas de vida. A principal causa é o trauma ("acidentes agudos") da articulação, porém, após os 50 anos de vida deve-se principalmente a artrite do joelho. O menisco pode apresentar vários tipos de lesão: rupturas parcial, total e complexas. Além disso, a ruptura do menisco pode ocorrer sozinha ou associada à ruptura de ligamento. 

O indivíduo, geralmente, conta uma história de queda, rotação do joelho ou outro trauma, sente dor no joelho, apresenta-se mancando e a articulação mostra crepitações (barulhos, estalos) e limitação do movimento (o joelho não consegue se mover em todas as direções na amplitude normal). 

Nos casos de lesões leves e em que o paciente não está sentindo nenhum sintoma, não é necessária cirurgia. Já nos casos de dor persistente, pode ser realizado um exame chamado artroscopia. Nesse exame, um aparelho é introduzido na articulação e permite que o médico veja diretamente as lesões presentes. Durante o exame, pode ser feito o tratamento, com retirada da parte rompida do menisco. A recuperação total da função do joelho ocorre em 4-6 semanas. 

As lesões de algumas partes do menisco não precisam ser retiradas, pois elas recebem bastante sangue da circulação, e isso facilita a cicatrização da ruptura. Já as grandes rupturas exigem o reparo. Em alguns casos, é necessário também a reconstrução de um ligamento do joelho, para ajudar na estabilização da articulação e impedir que o joelho adquira uma movimentação anormal. 

Sabe-se que a retirada do menisco, em idade precoce, está associada a um risco maior de osteoartrite em idade mais jovem. Uma alternativa, que previne essa complicação, é o transplante de menisco, que leva a bons resultados. No futuro, outros tratamentos poderão permitir a regeneração do menisco. 

Os ligamentos trabalhem em conjunto com os meniscos, e freqüentemente nas lesões agudas, ocorre comprometimento de mais de uma estrutura. Nas lesões de ligamentos, podemos observar estiramento com ou sem instabilidade do joelho ou ruptura completa do mesmo. 

Essas lesões acontecem muito comumente em atividades esportivas, quando o pé está fortemente apoiado no chão e a perna sofre uma rotação brusca. O indivíduo pode sentir o estiramento/ruptura do ligamento, e é incapaz de continuar a atividade que estava praticando. Alguns ligamentos são lesados mais freqüentemente do que outros, e cada um requer um tipo específico de tratamento. 

O paciente apresenta forte dor e pode mostrar também espasmos musculares. Em alguns casos, há derramamento de sangue dentro do espaço da articulação, uma situação chamada hemartrose. O médico sempre deve pesquisar uma possível lesão de menisco associada. Existe também a possibilidade de o comprometimento do ligamento ser crônico e o indivíduo conta que o joelho às vezes não completa o movimento. Freqüentemente, nesses casos, esses pacientes não procuram o médico logo que os sintomas iniciam-se, mas quando surgem outros sintomas como fraqueza muscular e piora da capacidade para andar. 

O tratamento indicado, como já dissemos, vai depender do ligamento lesado e da gravidade da lesão. Pode ser necessária reconstrução cirúrgica, especialmente em atletas. O processo de reabilitação, após a cirurgia, é de extrema importância para garantir a mobilidade completa da articulação. A grande maioria dos casos atinge recuperação completa ou quase completa da movimentação normal do joelho. 

O deslocamento de patela é uma importante causa de hemartrose e deve sempre ser pesquisado nos casos de trauma agudo do joelho. Essa lesão ocorre quando o joelho está dobrado e a perna sofre uma força de "rotação para fora". É mais comum em mulheres, na segunda década de vida. 

O indivíduo relata que a patela (rótula) deslocou "para fora", ou então pode falar que o restante do joelho deslocou "para dentro". Porém, geralmente, o deslocamento só é visualizado na hora em que ocorre, pois a redução (ou seja, a volta da patela para seu lugar normal) ocorre quando a pessoa estica a perna. Quando o médico examina o joelho, o paciente vai queixar dor e desconforto quando a patela é movimentada ou quando o joelho é dobrado. 

Existem várias formas de tratamento para essa lesão, incluindo imobilização imediata associada a exercícios para fortalecimento muscular, imobilização com gesso por 6 semanas seguida de reabilitação, cirurgia, etc. É importante que se faça um estudo da presença de possíveis fatores predisponentes. Se o deslocamento ocorrer novamente, é necessário fazer um realinhamento da patela. 

A ruptura de tendões dos músculos da coxa e da patela pode resultar de uma contração muscular excêntrica, como ocorre, por exemplo, quando um atleta tropeça e tenta não cair. 

A ruptura do tendão do músculo quadríceps (músculo da coxa) ocorre mais freqüentemente após os 40 anos de idade. Geralmente, o tendão apresenta algumas alterações degenerativas, o que reforça a hipótese de que tendões normais não se rompem. Raramente, ocorre nos dois membros inferiores. A principal característica é que o paciente não consegue esticar a perna e, quando isso é tentado, observa-se a formação de um "buraco" logo acima da patela. O tratamento é cirúrgico. 

A ruptura do tendão da patela ocorre em indivíduos com menos de 40 anos de idade. O paciente não consegue esticar a perna, ativamente. A patela encontra-se deslocada para cima e pode-se sentir um defeito abaixo dela. O tratamento também é cirúrgico. 


quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Fisiolinks 35


Acabei retirando os comentários dos blogs. Mas não é por isso que tem que deixar de enviar sua opinião sobre o assunto. No final de cada post, tem um formulario. Mande-me uma mensagem dizendo o que achou de cada link para que a gente sempre possa melhorar nosso trabalho.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Fisioterapeuta vota em Fisioterapeuta


Quando temos votações importantes sobre o destino da Fisioterapia em Câmara de Vereadores, Assembléias Legislativas, Congresso Nacional ou Senado federal, sempre somos reprentados por políticos que não necessariamente são Fisioterapeutas. Eles compram as nossas brigas, levam os nossos votos, mas não são da profissisão, não serão beneficiados com quaisquer projeto de lei que seja votado, em qualquer instância.

Eu sou Fisioterapeuta e profissional de Educação Física e sou muito favorável a eleger pessoas da nossa profissão para ser nosso representante no Legislativo.

Pelo Brasil a fora, temos alguns Fisioterapeutas que são candidatos e que tem como objetivo proteger e defender a Fisioterapia.

Então, eu pergunto: Porque não apoiá-los???

Eu conheço um candidato a Deputado Federal no Rio de Janeiro, o Dr Allan Ponts. O número dele é 4449. Clique aqui e vá a página dele.

Você conhece outros candidatos FISIOTERAPEUTAS? Mande para mim que eu coloco aqui. Vamos fortalecer a FISIOTERAPIA. Em todas as esferas!!!

Candidatos:

Dr Allan Ponts. Rio de Janeiro. Candidato a Deputado Federal. O número dele é 4449. Site: http://www.drallanponts.com.br

Dr. Marcelo Schurube. Santa Catarina. Candidato a Deputado Federal. O numero dele é 2505. Site http://www.marceloschrubbe.com.br/public/website-eleicao/?

Conhece algum candidato??? mande que eu coloco aqui!!!



FisioNoticias

Fisioterapia Cardiológica