quarta-feira, 22 de maio de 2013

Fisioterapia para baterista


Existem muitos artigos falam sobre desaquecimento muscular, no entanto o mais importante, segundo ele, é conhecer os limites e saber a hora de parar e  descansar. "Não vejo necessário este 'desaquecimento muscular', acredito que alguns alongamentos já serão suficiente para diminuir as tensões musculares impostas pela sobrecarga e repetições dos movimentos", garante.

Aos bateristas que se dedicam seriamente estudando o instrumento, rotineiramente, às vezes com até cinco horas diárias, ou mais, o fisioterapeuta fala da importância e como dividir essa carga horária, da melhor maneira. Assim, visto que muitos bateristas tem como profissão a prática musical, se dedicando longos períodos, ensaiando e se apresentando em shows, precisam na verdade, "conhecer seu limite". O mesmo, segundo ele, serve à aqueles que precisam encaixar a rotina de tocar bateria no dia a dia, após seus afazeres profissionais e sociais.

Para ele, basta saber que, "ao começar a sentir qualquer desconforto na coluna ou dores nos ombros e braços, é o momento de parar por alguns instantes, levantar-se da banqueta, se alongar um pouco e se movimentar de forma diferente", explica. Essa dica, diz ele, "vale para todos que praticam uma atividade sentados". Assim, esclarece que é o profissional quem vai saber se organizar de acordo com suas disponibilidades e cronograma. "A verdade é que, dentro desse cronograma de prática, é preciso colocar tempos de descanso, evitando ficar muitas horas na mesma posição", diz o fisioterapeuta.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

A diversidade das espondilites das espondiloartropatias


Clinicamente a espondilite anquilosante é a expressão de uma patologia complexa que engloba várias especialidades médicas: genética, imunologia, patologia da inflamação, mecânica esquelética, ventilação pulmonar, função cardio-circulatória, apenas para citar algumas.

Qual a principal implicação da espondilite nas articulações?

A espondilite anquilosante caracteriza-se por um empobrecimento da organização mecânica do esqueleto corporal por uma série de fatores que impedem a função adequada de muitas articulações do corpo.

Quais são esses fatores que afetam a função articular?

Esses fatores são: diminuição da amplitude de movimento articular, osteoporose, empobrecimento da morfologia funcional da cortical corporal, diminuição do número de andares intervertebrais e formação de segmentos longos eventualmente desalinhados em cifose (curvados).

O que determina esse processo?

O mecanismo pelo qual isto se processa é inflamatório. Na origem fisiopatológica há uma disfunção da resposta de defesa imunológica diante da exposição a agentes externos, provavelmente microbianos, de indivíduos predispostos. Não há, entretanto, nenhum dado que permita afirmar isso com certeza.

Quais são as características do acometimento esquelético articular na espondilite anquilosante?

Na espondilite anquilosante, ocorre inflamação das inserções capsulo-ligamentares e tendinosas (os locais onde as articulações se ligam aos ossos e aos tendões). Outra característica importante da doença é o acometimento preferencial do esqueleto axial, desenvolvendo-se, a partir das articulações sacro-ilíacas, de baixo para cima, até a cabeça.

Como culminam esses fenômenos?

A evolução característica caracteriza-se pela sucessão de rigidez, anquilose, fusão óssea com macrossegmentação e remodelação cortical dos ossos acometidos.

Lembre-se: se você tem problemas como o descrito acima, apenas um médico poderá orientar procedimentos ou prescrever medicamentos para seu tratamento. Consulte-se regularmente e discuta todas as suas dúvidas. Não tome remédios por conta própria.

Fonte: Bibliomed (www.bibliomed.com.br)


terça-feira, 14 de maio de 2013

Fisioterapia ajuda a respirar melhor



O avanço do outono já anuncia a chegada de um dos períodos do ano mais temidos por pessoas que convivem com doenças respiratórias: o inverno. A baixa umidade do ar é ingrediente certeiro para o ressecamento das vias aéreas, abrindo brecha para complicações provocadas pela sinusite, bronquite e asma. Para amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida daqueles que são acometidos por essas doenças, uma especialidade da fisioterapia – até então muito associada à ortopedia esportiva – se mostra a principal aliada.

A fisioterapia respiratória ganha cada vez mais visibilidade no tratamento e prevenção de enfermidades ligadas às vias aéreas. Com a adoção de técnicas que incluem higiene, estímulo à expectoração, ampliação da capacidade respiratória e fortalecimento da musculatura torácica, é possível mitigar as principais reações provocadas por essas doenças. "Pessoas que têm alteração no sistema respiratório precisam readequá-lo. Com técnicas de fisioterapia que incluem exercícios, é possível reaprender a respirar, usando maiores volume e capacidade pulmonares", explica Silano Souto Mendes Barros, fisioterapeuta com especialização em fisioterapia em terapia intensiva.

Ao ampliar a capacidade respiratória, a oxigenação dos tecidos é favorecida e o resultado é a melhoria da qualidade de vida. "Do contrário, as pessoas ficam cansadas mais rápido, reduzem as atividades físicas e podem comprometer inclusive a vida sexual e rendimento no trabalho", observa Silano. Por isso a importância de priorizar uma respiração correta e que amplie a capacidade pulmonar. Segundo Jocimar Martins, presidente da Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespitarória e Fisioterapia em Terapia Intensiva (Assobrafir), a especialidade tem papel fundamental na melhoria do condicionamento muscular. "E com isso, são maiores os benefícios fisiológicos e capacidade de praticar exercícios", acrescenta.

Preparo para crises
Os resultados vão além. Há ainda técnicas que preparam o corpo para reagir da melhor forma possível a uma futura crise. "Com a fisioterapia, é realizado o fortalecimento da musculatura respiratória, que ganha resistência. Com isso o condicionamento físico melhora e o controle da respiração também. Esse processo permite prevenir as crises", observa a professora de fisioterapia da Faculdade Estácio de Sá Juliana Fonseca.

Com o avanço das sessões e melhoria do quadro do paciente, fatalmente o uso de medicamentos será reduzido. "Esste é um grande aliado do tratamento medicamentoso. Uma pessoa com asma, por exemplo, pode reduzir a quantidade de remédio e ficar apenas com a bombinha no caso de ter uma crise", afirma a especialista. A professora Ana Lúcia Faria de Souza é prova dos resultados do tratamento. "Antes de fazer a fisioterapia, eu ia direto para o hospital e entrava no antibiótico. Hoje não tomo mais", conta.

Vítima de uma sinusite crônica, ela nunca imaginou que existisse tratamento fisioterapêutico para seu caso. "Foi o médico que indicou. Hoje não fico mais sem principalmente porque antes não dormia, por conta da apneia. Agora durmo muito bem", garante. Durante as sessões, Ana Lúcia passa por uma série de etapas, entre elas a de fortalecimento dos músculos respiratórios. "Existe uma forma de abdominal que auxilia nesse processo e com isso me sinto muito melhor. Além disso, faço exercícios para manter a respiração mais leve", explica. As sessões incluem ainda um procedimento fundamental, a limpeza das vias aéreas superiores, ou seja, o nariz. "Com o uso de soro fisiológico limpa-se tudo e respiro muito melhor", explica a professora.

Secreção deve ser expelida

Quem sofre de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) – conjunto de doenças que inclui bronquite e enfisema, por exemplo – deve aprender a viver com a constante hipersecreção. A tosse e o transporte mucociliar são importantes mecanismos de expulsão dessa secreção, mas ficam comprometidos em pessoas que apresentam as doenças respiratórias.

Esse é um fator que requer bastante atenção. Segundo Jocimar Martins, da Assobrafir, o acúmulo de secreção brônquica, principalmente em regiões periféricas, torna-se um meio propício para colonização de bactérias, infecções e até hospitalização. "Porém, esse ciclo pode ser alterado por meio de diferentes intervenções. Várias técnicas de fisioterapia respiratória têm sido desenvolvidas para aumentar a remoção da secreção em pacientes em que a retenção ocorre nos brônquios", observa.

Entre elas, a técnica Eltgol, que alcança regiões do pulmão onde a tosse não consegue chegar e, dessa forma, não é eficaz no processo de expulsão. "Essas secreções retidas podem provocar pneumonia e piorar o quadro do paciente", alerta Jocimar, que liderou um estudo realizado pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e premiado no Congresso da European Respiratory Society, na Alemanha, em 2006, mostrando os efeitos da técnica Etgol.

Outra importante alternativa para reduzir o processo de produção da secreção é manter a umidade do nariz. "Quando o tempo está muito seco, as vias aéreas superiores têm um desgaste muito grande para umidificar e aquecer o ar para chegar de forma adequada ao pulmão", explica Jocimar. Para não colocar a mucosa sob estresse, é fundamental a limpeza constante do nariz com soro fisiológico. "De manhã e à noite já é suficiente para não deixar acumular essa secreção", orienta a especialista.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Tipos de lesões e cuidados com os joelhos


Tipos de lesões e cuidados com os joelhos
O joelho é uma das articulações que mais sofre com lesões freqüentes, que podem atingir qualquer faixa etária, principalmente durante atividades físicas esportivas.

O joelho é uma articulação complexa e responsável por suportar e carregar boa parte do peso do corpo – função que o deixa vulnerável a diversas lesões. Por isso, ele precisa de atenção e cuidados para não apresentar problemas.

De acordo com o Dr. Paulo Henrique Araujo (CRM-DF 13519), ortopedista e cirurgião graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto/USP, com especialização em Traumatologia ortopédica e cirurgia do joelho, o joelho é uma das articulações que mais sofre com lesões freqüentes, que podem atingir qualquer faixa etária, principalmente durante atividades físicas esportivas.

Para entender mais como é a composição do joelho, quais os tipos de lesões mais comuns e como cuidar deles, a fim de evitar problemas futuros entrevistamos o Dr. Paulo Henrique Araujo. Acompanhe.

1.:Como é a estrutura do joelho? -O joelho é formado pela articulação do fêmur com a tíbia e do fêmur com a patela. Ele é composto de quatro principais ligamentos (cruzado anterior, cruzado posterior, colateral medial e colateral lateral), dois meniscos (medial e lateral), da cartilagem articular e da membrana sinovial, que produz o líquido normal que lubrifica e nutre as estruturas do joelho.

2:Quais as lesões mais comuns no joelho e por que elas ocorrem? -As mais frequentes são lesões ligamentares, meniscais e condrais (cartilagem). Elas ocorrem, normalmente, em decorrência de traumas relacionados à prática desportiva. A lesão ligamentar mais comum é a do ligamento colateral medial, que se localiza superficialmente na face interna do joelho, e que frequentemente se associa a outras lesões, porém seu tratamento normalmente não requer cirurgia e o paciente se recupera completamente. A lesão que mais requer tratamento cirúrgico é a do ligamento cruzado anterior, muito frequente em jogadores de futebol profissionais e recreacionais. A artrose do joelho também é muito comum e é ocasionada pelo desgaste da cartilagem articular ao longo dos anos.

3:Quais atividades profissionais e/ou esportivas estão mais suscetíveis a traumas nesta região? -No Brasil, o futebol é o campeão absoluto como fonte de lesões no joelho. Porém, qualquer atividade esportiva, recreacional ou profissional, pode desencadear problemas sobre eles. Atividades profissionais também podem levar a lesões específicas nos joelhos, de acordo com a postura adotada no desempenho das funções. Por exemplo, profissionais de escritório, que ficam sentados por longo período com os joelhos fletidos tem maior chance de desenvolver dores patelares em consequencia de encurtamento muscular. Trabalhadores que desenvolvem suas funções em terrenos acidentados têm maior chance de sofrerem entorses.

4:E quanto ao sexo, homens ou mulheres sofrem mais com lesões no joelho? -Em números absolutos, os homens superam as mulheres em lesões no joelho, em decorrência de traumas esportivos por uma razão simples: o público masculino pratica mais esportes de risco para os joelhos do que as mulheres. Porém, elas apresentam risco de lesão no ligamento cruzado anterior maior que os homens, isso se deve a fatores biomecânicos e anatômicos. Por exemplo, se ambos jogarem futebol, basquete, vôlei, handball ou qualquer outro esporte de risco, a mulher tem maior chance que o homem de sofrer lesão especificamente no ligamento cruzado anterior.

5:Para as mulheres, o uso constante de saltos pode causar problemas na movimentação do joelho? -O uso de salto leva a um encurtamento muscular e ao deslocamento do centro de gravidade do corpo, o que pode ocasionar alterações articulares nos membros inferiores em geral, incluindo os joelhos.

6:Quais os tratamentos indicados para as lesões no joelho? -Obviamente que o tratamento específico dependerá do tipo da lesão podendo variar de medidas simples, como imobilização e as descritas acima até tratamentos cirurgicos para reconstrução ou reparo das estruturas lesionadas. Entretanto, medidas gerais e imediatas cabem a qualquer trauma no joelho. O tratamento imediato é sintomático, ou seja, combater a dor e o inchaço com medidas simples, como manter a perna elevada, gelo e antiinflamatórios.

7:O excesso de peso pode trazer que conseqüências ao joelho? -Sim. O excesso de peso sobrecarrega as articulações dos membros inferiores, especialmente os joelhos, o que leva ao desgaste mais rápido das estruturas da articulação. Uma analogia simples pode ser feita com um carro de passeio que foi feito para transportar quatro pessoas. Se, ao invés de carregar somente as quatro pessoas este carro passe diariamente a transportar junto mais 4 malas pesadas, as peças do carro se desgastarão mais precocemente.

8:A água no joelho (Derrame articular) e dificuldade para flexão ou extensão do joelho podem ser ocasionados por qual tipo de trauma? -O derrame articular (água no joelho) é causado por uma reação inflamatória no joelho. Essa inflamação pode ser causada por qualquer tipo de trauma - desde que agrida de alguma forma as estruturas internas do joelho, ou mesmo em decorrência de processos degenerativos, como a artrose. Quando o joelho se enche de líquido (derrame) a movimentação completa do joelho fica difícil, por isso o paciente não consegue esticá-lo ou dobrá-lo completamente, mas se o líquido for retirado, o movimento deve retornar ao habitual.

9: Como prevenir os traumas em atividades físicas? O aquecimento ajuda? Quais os tipos de exercícios válidos para fortalecer as articulações do joelho? -Existem estudos mostrando exercícios especificos que diminuem a incidência de determinados tipos de lesão nos joelhos relacionados à prática esportiva, porém, de maneira geral, o que ajuda a proteger os joelhos é um bom alongamento e fortalecimento muscular. Isso deve ser feito de forma regular e independente da prática esportiva, ou seja, não somente como "aquecimento" antes de jogar bola. Um bom equilibrio muscular se adquire somente com regularidade.

Fonte: Revista Fator

quinta-feira, 9 de maio de 2013

TV Fisioterapia: Testes para Compressão Cervical



Mais um video lançado da TV Fisioterapia, desta vez é sobre Testes para Compressão Cervical

A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio (visão, audição, olfato) e o tronco. Entre as suas principais funções são importantes o suporte e movimentação da cabeça bem como a proteção das estruturas do sistema nervoso e vascular.

A compressão ness região da coluna pode causar dores localizadas, cafaléias, formigamentos em membros superiores, dentre outros.


Saber avaliar o que pode estar causando "problemas" na região cervical é o ponto de partida para um tratamento eficaz.

Até a próxima!

Sindrome do impacto do ombro e seu tratamento

A Síndrome do Impacto, popularmente conhecida por bursite do ombro, pode ser definida como o choque entre dois ossos comprimindo um dos tendões do ombro e  ocorre durante o movimento de elevação do braço. Ela é mais comum após os 40 anos de idade e está associada a profissionais que utilizam, durante um período longo, o membro superior acima da linha do ombro, como os professores e os eletricistas.

Na sua fase inicial o paciente refere dor no ombro durante as atividades físicas. Se não for tratada, essa dor começa a aumentar podendo irradiar para o meio do braço, inclusive durante o período de repouso. Muitos pacientes queixam-se da piora da dor à noite e referem dificuldade para dormir.

Se não for tratado, o choque contínuo destes dois ossos vai levar a rotura dos tendões, principalmente do chamado supra-espinhal. Nesse caso teremos então o que chamamos de "Lesão do Manguito Rotador", pois o conjunto de tendões que fecham a articulação do ombro chama-se manguito rotador.

Nesta síndrome ocorre uma perda do espaço úmero-acromial, provocando micro traumas nas estruturas adjacentes como: tendão do supra espinhoso, tendão do bíceps cabeça longa, bursa subacromial e a articulação acrômioclavicular.

A causa esta ligada a movimentos repetitivos, alteração anatômica, trauma direto e desequilíbrios musculares.

No quadro clinicopaciente apresenta dor na região anterior do braço, apresenta um arco doloroso, especialmente próximo a 90 graus, piora a dor com esforços e dificuldade nas atividades de vida diária.

O tratamento clinico consiste em anti-inflamatorios, analgésicos, imobilização da articulaçaosob uma tipóia e indicação a fisioterapia.

Os objetivos do tratamento fisioterapeutico são em geral a eliminação do processo inflamatório, ganho de ADM, estabilização da articulação do ombro, reeducação postural e respiratória e reeducação sensório motora.

Na conduta do tratamento, recursos como ultra- som, ondas curtas e o laser podem ser utilizados no combate a inflamação. No caso de grande fibrose talvez o ultra-som possa ser mais ultil em função do efeito fibrolitico.

Na cinesioterapia os fortalecimento dos músculos infraespinhoso e redondo menor é necessário para diminuir o impacto entre o acrômio e o tubérculo maior do úmero. Os músculos estabilizadores da escapula como o serrátil anterior, os rombóides, trapézio médio e inferior também devem ser fortalecidos. No inicio do tratamento não seria aconselhável o fortalecimento do deltóide , visto que o aumeto de sua força provoca um deslocamento superior da cabeça umeral, permitindo um aumento do impacto entre o tubérculo maior do úmero e o arco ccoracoacromial. Em um período mais adiantado do tratamento, onde a inflamação esta sob controle e há relativa eficiência dos rotadores externos, o deltóide pode ser fortalecido. O fortalecimento deve ser de forma excêntrica para diminuir a tendência ao impacto.

O alongamento dos músculos peitoral menor, peitoral maior, grande dorsal, subescapular, redondo menor, trapesio superior e levantador da escapula também são necessários para favorecer o posicionamento escapular e o funcionamento adequado da glenoumeral.

A reeducação postural depende da avaliação do paciente. Deformidades de membros inferiores, alterações do posicionamento do quadril podem provocar um aumento da cifose e protusao de ombros, neste caso é fundamental a reeducação postural.


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