Fisioterapia nas disfunções sexuais






A disfunção sexual é um problema que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. Pode ser de origem orgânica ou psicológica, mas, independente disso, na maioria das vezes tem cura. Existem diversos tipos de tratamento, entre eles a fisioterapia uroginecológica, utilizada em países da Europa há mais de 20 anos e no Brasil há pouco mais de uma década. A fisioterapia trata homens e mulheres com vários tipos de disfunção sexual.

Os principais problemas de disfunção sexual feminina que podem ser tratados com a fisioterapia são a dispaneuria, ou seja, dores no momento da relação sexual, a anorgasmia (falta de orgasmo), o vaginismo, que é a dificuldade de relaxamento da musculatura vaginal no momento da relação e quando há a diminuição da lubrificação vaginal e mesmo da libido. O tratamento para as mulheres é realizado dependendo da causa do problema que se apresente. Pode ser em nível vaginal (flacidez da musculatura da vagina) ou do clitóris (atrofia ou diminuição circulatória).

Já com os homens os principais problemas que são tratados com a técnica são a ejaculação precoce ou falta de controle ejaculatório e as dificuldades em manter a ereção. Para os homens, os mais indicados são os exercícios perineais. Eles são realizados com ou sem o auxilio de aparelhos de fisioterapia, destinados ao tratamento urogenital. São exercícios com nível de dificuldade graduados dependendo de força muscular que o paciente apresenta e o nível que ele possa atingir.

Além de tratar as disfunções sexuais, a fisioterapia uroginecológica pode auxiliar nos casos de incontinência urinária de esforço, que é a perda de urina em esforços, como carregar peso, tossir ou espirrar, tanto em homens quanto em mulheres. Nos homens a incontinência pode acontecer após cirurgias de próstata, de hérnia discal ou cirurgias pélvicas – esses casos podem ainda ser minimizados se o tratamento com fisioterapia for inciado no pré-operatório. Na mulher a causa mais freqüente é a flacidez da musculatura pélvica que além da incontinência urinária, pode levar a mulher a apresentar queda de órgãos internos (bexiga e útero), que em casos mais leves podem ser tratados com a fisioterapia e em casos mais graves a fisioterapia deve ser feita no pré e pós-operatório.

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