Kabat no tratamento da doença de Alzheimer








Estamos em pleno século XXI, em um dinâmico processo de modernização e evolução. Na área da saúde, as pesquisas não param.

Novas doenças são descobertas a todo o momento e, paralelamente a elas, novos tratamentos, sejam medicamentosos, cirúrgicos ou conservadores, todos possuindo algo em comum: proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes.

Na área neurogeriátrica, destaca-se a Doença de Alzheimer (DA), sendo a demência mais freqüentemente encontrada entre os idosos. A DA foi designada por Kraeplin em homenagem a Alois Alzheimer que descreveu as características clínicas e as alterações patológicas da demência em uma mulher de 51 anos. Durante muitos anos, a DA foi considerada como uma forma pré-senil de demência, limitada a indivíduos com sintomas, começando antes dos 65 anos de idade.

Todavia, análises clínicas, patológicas, ultra-estruturais e bioquímicas subseqüentes mostraram que a DA é idêntica à demência senil mais comum, começando após os 65 anos (Rowland e Merritt, 2000).

Apesar de não existir um tratamento preventivo nem curativo para a Doença de Alzheimer, a fisioterapia tem seu papel importante no
tratamento, utilizando-se de vários métodos, sendo um deles o método Kabat, objeto de nosso estudo.

Com isso, o objetivo deste trabalho foi verificar se o método Kabat, quando aplicado em paciente com DA, proporciona maior funcionalidade e mobilidade, retardando a necessidade de um cuidador.

A Doença de Alzheimer é uma doença neuropsiquiátrica progressiva do envelhecimento encontradas em adultos de meia-idade e, particularmente, em mais velhos, que afeta a substância cerebral e é caracterizada pela perda inexorável da função cognitiva, bem como distúrbios afetivos e comportamentais. A principal causa de demência em adultos com mais de 60 anos é a DA, que é responsável por alterações de comportamento, de memória e de pensamento (Oliveira et al., 2006).

Os aspectos clínicos da Doença de Alzheimer refletem um envolvimento relativamente seletivo das regiões parietal, temporal medial, convexidade frontal e basal da parte anterior do cérebro encontrados em autópsia. As alterações neuropatológicas características na DA incluem a perda neuronal, gliose, abundância de placas "senis", emaranhados neurofibrilares e degeneração granulovascular. As anormalidades neuroquímicas na DA incluem a depleção colinérgica e distúrbios mais variáveis dos sistemas noradrenérgicos e serotonérgicos (Duthie et al., 2002).

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