Fisioterapia no Voleibol






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O voleibol, nas ultimas décadas, vem passando por diversas mudanças, tanto na parte tática, técnica, física, administrativa, quanto em suas regras. Levando as empresas a investirem mais no atleta. Todavia, estes avanços trouxeram uma maior cobrança aos resultados almejados.Com o objetivo de melhorar, os profissionais de área iniciaram uma corrida na procura de alternativas para o aumento da eficácia de suas equipe. No entanto, na mesma proporção do progresso do voleibol, houve o crescimento do número de lesões, em virtude das inúmeras exigências ao atleta.

Devido a estes problemas, haja vista os jogadores lesionados ficarem inviabilizados totalmente ou parcialmente aos jogos. Em 1969, surgiu oficialmente a fisioterapia desportiva, organizada pelo comitê dos XX jogos Olímpicos e pela primeira vez a fisioterapia entrou como uma unidade nos jogos Olímpicos de 1972.

A fisioterapia desportiva possui atuação preventiva e de reabilitação de lesões, basicamente utilizando os mesmos recursos da fisioterapia ortopédica traumatologia, diferenciando-se desta na especificidade, intensidade, freqüência e objetivos de tratamento .

Os recursos fisioterápicos mais utilizados para o tratamento das lesões esportivas são: eletroterapia, crioterapia, hidroterapia, massoterapia, cinesioterapia e mecanoterapia. Observando-se suas indicações e contra-indicações, além das alterações fisiológicas ocorridas com tais técnicas. Cujas principais finalidades são (5,7):

Manter a imagem psico - sensorial e motora do atleta;

Promover a recuperação muscular, tendinosa e articular; melhorar a circulação arterio-venosoa e linfática;

Promover o relaxamento com movimentos rítmico e dinâmico;

Melhorar a coordenação; aumentar o tônus, trofismos muscular e amplitude de movimentos;

Combater algias e edemas.

Contudo, para o melhor desempenho do esporte é fundamental:

A formação de uma equipe técnica de alto nível e a mais especializada possível;

Traçar metas a serem alcançadas durante a temporada, planejar fases de treinamentos e a divisão das tarefas durante elas;

Fazer uma avaliação física;

Realizar uma avaliação médica e fisioterápica, pois por intermédio da avaliação é possível desenvolver um trabalho preventivo mais eficiente, onde pode-se dividir o grupo pelas lesões, pelas deficiências físicas existentes e pelas posições que os jogadores atuam. Desta forma evita-se a perda de tempo e não sobrecarrega os atletas com exercícios desnecessários.

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