O que é Liberação Tecidual Funcional, ou LTF?






Liberação Tecidual Funcional, ou LTF, é o nome com o qual a fisioterapeuta Mariane Altomare, coordenadora da câmara técnica de fisioterapia dermatofuncional do Conselho Regional de Fisioterapia, patenteou as manobras que têm eliminado fibroses em pacientes no pós-operatório recente (ou tardio) de cirurgias plásticas. O trabalho de doutorado da fisioterapeuta será apresentado em um congresso na Grécia, em outubro deste ano.

A base científica dessa espécie de massagem (que tem um quê de RPG, como ela define) está na técnica de fisioterapia chamada liberação miofascial — que diminui tensão e dor muscular — mas com tensão, direção e profundidade diferentes.

— O tecido cicatricial é rico em colágeno, porque ao ser agredido (numa cirurgia) o corpo reage colocando mais colágeno no local atingido. Eu descobri como remodelar essa fibra colágena reorganizando o tecido. Numa explicação bem básica, é como se a gente cozinhasse muito um espaguete e ele ficasse todo grudado, esta é a fibrose. Com a LTF o espaguete fica esticado lado a lado — explica.

A técnica, segundo ela, pode ser aplicada no pós-operatório imediato e tardio, inclusive em celulite, mas nesse caso associado à radiofrequência, já que a celulite é um problema causado por diversos fatores e muito associado à flacidez.

— Não adianta desfazer a fibrose da celulite e o tecido ficar solto, flácido. Para isso usamos a radiofrequência — diz Mariane.



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