Aspectos positivos e negativos do programa de ginástica laboral em uma empresa de call-center






    A Revolução Industrial foi um movimento que constituiu em um conjunto de mudanças tecnológicas, impactando todo processo produtivo em nível econômico e social. Ocorrida na Europa, a partir do século XVIII, dando início ao processo de industrialização que vem perpetuando até os dias atuais (RESENDE et al, 2006).

    Após este marco histórico, houve uma expansão das tecnologias e conseqüente globalização com o aparecimento de novas profissões das quais podemos citar o teleatendimento, segundo a CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES (CBO, 2002), se baseia em uma estrutura organizacional que compreende postos de trabalho para atendimento ao cliente por meio de um terminal de computador e um aparelho telefônico.

    Como descrito por SILVA (2004), os agravos á saúde ocasionados pelas atividades aos funcionários são de ordem física e mental sendo que os aspectos psicoafetivos e relacionais recebem um enfoque diferenciado devido à falta de contato pessoal com o cliente, leitura de script, pausas monitoradas e metas a serem cumpridas.

    As empresas de call-center preocupadas com a produtividade e a qualidade do atendimento começaram a procurar programas de promoção da qualidade de vida como a Ginástica Laboral para minimizar alguns efeitos negativos do trabalho dos teleatendentes.

    Segundo LIMA (2005), o primeiro registro encontrado sobre Ginástica Laboral foi em um pequeno livro chamado Ginástica de Pausa, editado na Polônia em 1925, direcionado aos operários das indústrias. Alguns anos depois esta prática se estendeu para outros países como Holanda e Rússia, sendo que no Brasil, os primeiros registros encontrados da prática da Ginástica Laboral objetivando a promoção da qualidade de vida, foram nos estaleiros da Ishikawajima do Brasil, localizado na cidade do Rio de Janeiro. A partir deste momento ela passa a ser praticada por vários setores, sendo introduzida por profissionais de Educação Física, mas somente a partir de 1990 que a Ginástica Laboral ganhou importância e espaço nas discussões acadêmicas e empresarias.

    A Ginástica Laboral aparece na literatura como sendo o planejamento e execução de exercícios determinados, regulares e sistematizados que objetivam o incremento permanente e progressivo da amplitude do movimento de uma articulação, a minimização do encurtamento muscular e de outras estruturas, o combate às disfunções osteomusculares e o favorecimento da melhoria da qualidade de vida geral e bem-estar do trabalhador, (LIMA, 2005).

    Na visão de diferentes autores ALVES e VALE (1999), MENDES (2000), OLIVEIRA (2006) e PIMENTEL (1999), a Ginástica Laboral pode ser classificada em quatro tipos: Ginástica Laboral Preparatória, Compensatória, Relaxante e Corretiva.

    A Ginástica Laboral Preparatória consiste em exercícios realizados antes da jornada de trabalho, com o objetivo principal de preparar o indivíduo para o início do trabalho, aquecendo os grupos musculares solicitados em suas tarefas, despertando-os para que se sintam mais dispostos (ALVES e VALE 1999).

    A Ginástica Laboral Compensatória é definida por MENDES (2000), como alongamentos específicos de acordo com a demanda das atividades laborais praticados durante o expediente de trabalho, tendo como objetivo aliviar tensões e fortalecer os músculos do trabalhador.

    Segundo OLIVEIRA (2006), a Ginástica Laboral de Relaxamento são exercícios praticados após o expediente de trabalho, com o objetivo de proporcionar relaxamento muscular e mental aos trabalhadores.

    Para PIMENTEL (1999), a Ginástica Laboral Corretiva visa combater e, principalmente, atenuar as conseqüências decorrentes de aspectos ergonômicos inadequados ao ambiente de trabalho.

    Um programa de Ginástica Laboral pode ter um impacto positivo em uma empresa, pois a mesma estará investindo na saúde dos seus trabalhadores, por meio da instituição de pausas, proporcionando a quebra de possíveis vícios posturais, do ritmo de trabalho, descanso visual e auditivo e pela descontração do ambiente de trabalho. (RESENDE et al., 2006)

    Em contrapartida autores como, MACIEL et al (2005), citam algumas desvantagens associados à realização da Ginástica Laboral como a realização de exercícios físicos com as roupas de trabalho, o local inapropriado para a prática de atividade física e o constrangimento de se fazer exercício frente ao colega e de chefes.

    Mediante a estas informações, este artigo tem como objetivo verificar os aspectos positivos alcançados com a prática da Ginástica laboral, bem como verificar os aspectos negativos que possam comprometer o prosseguimento da prática em uma empresa de call-center situada na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais.

Materiais e métodos

    Este estudo foi realizado em uma empresa de call-center situada na cidade de Belo Horizonte nos meses de setembro e outubro, com o objetivo de verificar os aspectos positivos e negativos alcançados com a prática da Ginástica Laboral.

    Para seleção da amostra, foi convidada a participar do estudo uma equipe composta por 24 teleatendentes, todas do sexo feminino, que demonstraram grande interesse pelo assunto e disposição em colaborar com o estudo.

    Os funcionários que concordaram em participar da pesquisa assinaram um termo de consentimento livre e esclarecido (TCLE) que relata os principais riscos, benefícios e política de privacidade da pesquisa.

    O estudo experimental se baseou no tipo descritivo através de dois questionários compostos por perguntas de múltipla escolha, sendo que o primeiro foi entregue no início do estudo juntamente com TCLE (Termo de Consentimento Livre e Esclarecido) e o segundo ao final para mensuração dos resultados obtidos. Sendo que os dois questionários continham os mesmos dados e os seguintes domínios a serem analisados: Dores articulares e musculares, procura ambulatorial, absenteísmo, disposição, sensação de cansaço muscular, postura, humor, estresse, concentração, dores de cabeça e tensão.

    O tipo de Ginástica aplicada foi a Preparatória ou de aquecimento, realizada no início do expediente com duração aproximada de 15 minutos e freqüência de 3 vezes na semana. As aulas foram bastante diversificadas, mas mantendo o objetivo de fortalecer as musculaturas dos membros superiores e da coluna vertebral. Várias dinâmicas de grupo foram desenvolvidas para trabalhar à descontração, concentração, equilíbrio, coordenação motora e trabalho em equipe. Neste estudo uma aula de reeducação postural foi desenvolvida para correção da maneira de se sentar no P.A (Posto de Atendimento) e após alguns dias, foi feita uma Blitz postural para verificar se colocaram em prática a aula aplicada.

Resultados

    O presente estudo foi realizado nos meses de setembro e outubro de 2008 com a participação de 24 teleatendentes, todas do sexo feminino de uma empresa de call-center situada na cidade de Belo Horizonte. Destas, quando perguntado sobre tempo de trabalho que tinham na função de teleatendimento, relataram períodos entre 1 e 22 meses, referente ao grau de escolaridade, 79% possuíam o 2º grau completo, 12% possuíam 3º grau incompleto e 9% tinham o 3º grau completo. A idade média das participantes foi de 21 anos e nenhuma possuía outro emprego.

    Quando perguntadas sobre dores articulares e musculares, procura ambulatorial, absenteísmo, disposição, sensação de cansaço muscular, postura, humor, estresse, concentração, dores de cabeça e tensão as figuras a seguir demonstram descritivamente as respostas de antes da prática e após da Ginástica Laboral.

Figura 1. Distribuição do percentual das teleatendentes em relação

à disposição, concentração e postura antes e após a Ginástica Laboral

    Houve melhora significativa nos quesitos de disposição, antes das aulas de Ginástica Laboral era de 68% e após a pratica 86%, a concentração antes das aulas era de 82% e após atingiu os 100% e a postura antes das aulas era 57% e após as aulas de Ginástica Laboral chega-se a 82%.

Figura 2. Distribuição do percentual das teleatendentes em relação à dores musculares e articulares,

procura ambulatorial, sensação de cansaço muscular e mau-humor antes e após a Ginástica Laboral

    Diminuíram significativamente os quesitos relacionados a dores musculares e articulares, que antes das aulas de Ginástica Laboral era de 64%, após a prática caiu para 22%, a procura ambulatorial que caiu de 28% para 4%, sensação de cansaço muscular que antes das aulas era de 79% e após as aulas de Ginástica Laboral foi para 34% e até o mau-humor diminuiu de 59% para 33% após a prática das aulas.

Figura 3. Distribuição do percentual das teleatendentes em relação ao estresse,

insônia, dores de cabeça e tensão no trabalho antes e após a Ginástica Laboral

    O estresse que era de 37% também diminuiu para 13% após a pratica das aulas de Ginástica Laboral, a insônia entre as participantes era de 32% e após uma atividade física regular que Ginástica Laboral propicia caiu para 9%. As dores de cabeça diminuíram, foi notada uma queda significativa antes e após as aulas de 56% para 36%. A tensão no trabalho também caiu após as aulas de Ginástica Laboral de 54% para 4%.

Figura 4. Distribuição do percentual das teleatendentes

em relação ao absenteísmo antes e após a Ginástica Laboral

    O quesito de absenteísmo diminuiu após as aulas de Ginástica Laboral, mas podendo ter tido melhores resultados. Tudo isso devido à insatisfação ao da maioria, gerando atestados médicos, as faltas caíram de 56% para 45%.

Figura 5. Distribuição do percentual das teleatendentes em

relação à produtividade antes e após a Ginástica Laboral

    Com a implantação da prática da Ginástica Laboral na empresa e em especial nesta equipe, a motivação era perceptível, pois demonstrou a preocupação da empresa com os seus funcionários, tendo reflexo direto na produtividade que antes da Ginástica Laboral era de 23% e após foi para 31%.

Discussão

    Os resultados indicaram que a amostra em sua totalidade teve predominância do sexo feminino, a faixa etária jovem com idade média de 21 anos e a maioria com o segundo grau completo. Um estudo realizado por VILELA (2004), em uma empresa de teleatendimento o autor também descreve uma população onde o predomínio é do sexo feminino (70%), em uma faixa etária abaixo dos 30 anos (90%) e com segundo grau completo (72%). Resultados semelhantes também foram encontrados por RESENDE et al (2006). O que indica que apesar da amostra do presente estudo ser pequena é equivalente à população geral de teleatendentes em Belo Horizonte.

    Alinhado a análise ergonômica do trabalho, a inclusão de reeducação postural nas aulas de Ginástica Laboral obteve resultado significativo. Estudos realizados por TOKARS, (2001), mostraram que utilizando a análise ergonômica e a Ginástica Laboral em operadores de solda, favoreceu a inter-relação entre o homem e a máquina. Segundo MIYAMOTO et al, (1999), os exercícios executados durante a jornada de trabalho, mesmo que em um curto período de tempo, também podem contribuir para a melhora da postura e relaxamento dos funcionários participantes. A afirmação destes autores reforçam os resultados encontrados em relação à disposição, pois após as aulas de Ginástica Laboral as teleatendentes voltaram para o trabalho mais dispostas e mais concentradas.

    Autores como MENDES (2004), PINTO et al (2000) e ZILLI (2002), encontraram impactos positivos da Ginástica Laboral sobre a saúde dos funcionários e/ou ambiente de trabalho. O que também pode ser demonstrado no nosso estudo através da queda de queixas relacionadas a dores musculares e articulares e sensação de cansaço muscular. Segundo ROCHA (1999), a maioria dos funcionários que participam de um programa de Ginástica Laboral apresentaram melhoras nos mesmo quesitos.

    A procura ambulatorial caiu de maneira significativa, através de um feedback do supervisor da população amostral, que relatou que os casos que ainda ocorreram durante o estudo foram esporádicos e resolvidos na hora. A inclusão de dinâmicas de grupo nas aulas de Ginástica Laboral alcançou bons resultados referentes ao mau-humor. As dinâmicas aplicadas ao grupo tiveram objetivos de quebrar a rotina das aulas de maneira descontraída, surgindo efeito direto ao humor.

    KIRTA (1999) relata que o relaxamento consciente é um grande aliado contra o estresse, sendo positivo proporcionar aos trabalhadores momentos em que ele posa relaxar o corpo, lembrando que devem melhorar seus hábitos respiratórios. A Ginástica Laboral propicia aos seus participantes momentos como este, tendo reflexo direto na queda do estresse e na tensão no trabalho. Resultados semelhantes foram encontrados por REZENDE et al, (2004), os teleatendentes relataram melhora do cansaço, dores no corpo e do estresse, além de maior disposição para o trabalho e melhor integração com os colegas de trabalho.

    Em relação às dores de cabeça houve uma queda significativa, mas não referenciando somente às aulas de Ginástica Laboral, pois no estudo realizado, pode-se perceber que muitas teleatendentes necessitavam do uso de óculos para trabalhar e assim não faziam, foi pedido então a elas que providenciassem os óculos para o uso no trabalho.

    A prática da Ginástica Laboral não deve ser compreendida somente como um exercício físico realizado no trabalho, mas também como uma oportunidade de reeducar hábitos de vida para aumentar a capacidade para executar as atividades laborais e para enfrentar a rotina do dia-a-dia. O mais convincente dos argumentos que se pode utilizar para demonstrar que atividade física constitui um importante instrumento de promoção a saúde e da produtividade segundo POLLETO e AMARAL (2004), é que vale a pena praticar exercícios físicos regularmente, em virtude dos benefícios comprovados cientificamente. Reflexo desta afirmação é vista na diminuição da incidência de insônia, pois boa parte das teleatendentes iniciou um programa de atividade física regular alcançando benefícios visíveis como este.

    A Ginástica Laboral aliada a outros atributos da ginástica, a ergonomia e os benefícios oferecidos pela empresa, refletem diretamente na produtividade, como se pode observar na tabela 3. O retorno financeiro que a Ginástica Laboral tem trago para as empresas tem sido muito significativo. Pesquisas realizadas nos Estados Unidos indicam que, para cada dólar investido em programas de qualidade de vida, são economizados três dólares, incluindo assistência médica, absenteísmo, turnover, além do aumento de produtividade OLIVEIRA (2007). No presente estudo é visível o impacto na produtividade que houve aumento significativo de 8%, o que é de grande interesse para empresa, funcionários relaxados, motivados e sem sentir dores produzem mais. Seguindo a mesma idéia, FERREIRA (1998), exemplifica: na Du Ponte do Brasil, para cada dólar investido no programa, a empresa economiza U$$ 4.00 com redução do número de licenças e despesas médicas, além de relatar um aumento da produtividade.

    Ao investir em um programa de Ginástica Laboral a empresa mostra a preocupação com a qualidade de vida, oferecendo mais um benefício ao funcionário. Sendo assim a insatisfação com a empresa diminuiu, fazendo com que o número de atestados médicos e faltas sem justificativas diminuísse.

    Durante estes dois meses de aplicação do programa de Ginástica Laboral, também foram encontrados alguns aspectos negativos como falta de espaço para realização das aulas, roupas inadequadas para realização das aulas e agitação da equipe após as aulas. Estes aspectos negativos são semelhantes aos encontrados no estudo de MACIEL et al (2005), que citam algumas desvantagens associados a realização da Ginástica Laboral como a realização de exercícios físicos com as roupas de trabalho, o local inapropriado para a prática de atividade física e o constrangimento de se fazer exercício frente ao colega e de chefes imediatos.

    Não foi considerável o aspecto relacionado às roupas para realizar os exercícios físicos, já que a população amostral não necessitava do uso de uniformes e sendo a empresa bastante flexível com relação a este quesito. As aulas aconteceram fora do ambiente de trabalho, em um espaço aberto, e algumas teleatendentes se sentiam inibidas em realizar os exercícios em ambiente aberto. Para minimizar este problema, foram alternadas aulas fora e dentro do local de trabalho, concentrando as aulas como dinâmicas de grupo fora do ambiente de trabalho.

    O feedback do supervisor foi bastante significativo, e pudemos perceber que a equipe ao retornar das aulas de Ginástica Laboral, ficava bastante agitada nos primeiros 5 minutos. Mas estes 5 minutos não impactaram na qualidade de atendimento e muito menos na produtividade, como ilustra o gráfico 3, sendo relatado pelo supervisor que após estes minutos de agitação a equipe tinha um melhor rendimento.

Considerações finais

    A implantação da Ginástica Laboral propicia uma relação de benefícios alcançados aos dois lados da relação do trabalho. A princípio os trabalhadores podem até acreditar que a empresa será a única a se beneficiar com o programa de Ginástica Laboral, mas ambos saem beneficiados. É interessante, entretanto, notar que a ginástica por si só, não altera resultados significativos, se não houver uma elaborada política de benefícios sociais, além de estudos ergonômicos, da colaboração dos gerentes, dos técnicos de segurança do trabalho, dos médicos ocupacionais e dos profissionais de recursos humanos.

    Fica evidente, portanto, que a Ginástica Laboral é eficiente na melhoria da qualidade de vida do trabalhador e alcançou expressiva melhora no desempenho das teleatendentes nos vários quesitos avaliados e que independentemente dos aspectos negativos encontrados os benefícios alcançados pela prática são mais significativos, valendo a pena as empresas investirem neste tipo de programa.

Referências

  • ALVES S, VALE A. Ginástica Laboral, caminho para uma vida mais saudável no trabalho. Revista CIPA nº.7, 1999; 232:30-43.

  • CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES, Disponível em http://www.mtecbo.gov.br. Acesso em 29/10/2008.

  • FERREIRA EA. Proposta de programa de Ginástica Laboral. Londrina, PR: Universidade Estadual de Londrina, 1998. Disponível em: www.diaadiaeducacao.pr.gov.br. Acesso em 25/10/2008.

  • KIRTA, A. O livro da sobrevivência ao estresse. São Paulo: Manole, 1999.

  • LIMA, Valquíria. Atividade física no ambiente de trabalho. São Paulo: Phorte, 2005.

  • MACIEL, ALBUQUERQUE, MELZER E LEÔNIDAS. Quem se beneficia dos programas de Ginástica Laboral? Universidade Federal do Ceará, 2005.

  • MENDES AR, LEITE N. Ginástica Laboral: princípios e aplicações práticas. São Paulo: Manole, 2004.

  • MENDES RA. Ginástica Laboral: implantação e benefícios nas indústrias da cidade industrial de Curitiba. Curitiba, PR: Centro Federal de Educação Tecnológica (Dissertação de Mestrado em Tecnologia), 2000.

  • MIYAMOTO ST, SALMASCO C, MEHANA A, BATISTELA AE, SATO T, GREGO ML. Fisioterapia preventiva atuando na ergonomia e no stress no trabalho. Revista Fisioter, 1999, p. 83- 91.

  • OLIVEIRA JRGO. A prática da Ginástica Laboral. Rio de Janeiro: Sprint, 2006.

  • OLIVEIRA JRGO. A prática da Ginástica Laboral. 3ª ed. Rio de Janeiro, 2007.

  • PIMENTEL GGA. A Ginástica Laboral e a recreação nas empresas como espaço de intervenção da educação física no mundo do trabalho. Corpociência, 1999.

  • PINTO, A. e SOUZA, R. A Ginástica Laboral como ferramenta para melhoria da qualidade de vida no setor de cozinha em restaurantes. EFDeportes.com, Revista Digital. Buenos Aires, Nº 118. http://www.efdeportes.com/efd118/ginastica-laboral-no-setor-de-cozinha-em-restaurantes.htm

  • POLLETO SS, AMARAL FG. Avaliação e implantação de programas de Ginástica Laboral. Revista CIPA 2004; 297:50-59.

  • RESENDE, TEDESCHI, BETHÂNICO, MARTINS. Efeitos da Ginástica Laboral em funcionários de teleatendimento. Artigo publicado pela PUC Betim, Minas Gerias: 2006.

  • ROCHA AS. A influência da Ginástica Laboral na postura dinâmica do trabalhador industrial [tese]. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. 1999.

  • SILVA AM. A regulamentação das condições de trabalho no setor de teleatendimento no Brasil: necessidade e desafios [tese]. Belo Horizonte: Universidade Federal de Minas Gerais; 2004.

  • TOKARS E. A Ginástica Laboral proprioceptiva. Dissertação – Universidade Federal de Santa Catarina, 2001.

  • VILELA LVO, ASSUNÇÃO AA. Os mecanismos de controle da atividade física no setor de teleatendimento e as queixas de cansaço e esgotamento dos trabalhadores. Caderno saúde pública, 2004.

  • ZILLI C M. Manual de cinesioterapia / Ginástica Laboral, Uma tarefa Interdisciplinar com ação multiprofissional. Curitiba, 2002.

AUTOR:

Ana Carolina Polignano Rates*

Prof. Ms. Renata Mônica Silva Amaral**

Prof. Dr. Sérgio Ricardo Magalhães**

sergio.magalhaes@unincor.edu.br


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