Artigo: Efeitos da hidrocinesioterapia como recurso terapêutico na fibromialgia






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    A Síndrome da Fibromialgia (SFM) é uma doença crônica e sistêmica, caracterizada por dores musculares generalizadas, distúrbios do sono, rigidez articular, fadiga muscular, alterações psicológicas e baixa tolerância ao esforço físico. Sem origem inflamatória, a dor não causa degeneração e nem é progressiva. Pode ocorrer de forma isolada ou associada a outras doenças reumáticas, como lúpus eritematoso sistêmico e artrite reumatóide. (1,2)

    Manifestam-se mais em mulheres, em uma faixa etária profissional produtiva, no entanto, pode acometer crianças, adolescentes e idosos(3). Apesar de acometer muitas pessoas em todo o mundo (prevalência de 2%), sua fisiopatologia ainda é tão incerta e multicausal quanto a sua etiologia. Fatores sociais, emocionais, familiares, aliados a uma característica de maior resposta aos estímulos dolorosos, o baixo nível de condicionamento cardiovascular e performance muscular são as hipóteses mais plausíveis. (4,1)

    O diagnóstico é puramente clínico, uma vez que não há alterações laboratoriais nem achados radiológicos determinantes. Desde 1990, o Colégio Americano de Reumatologia estabeleceu critérios para o diagnóstico. São eles: dor difusa, por mais de 3 meses no lado esquerdo e direito do corpo e dor em 11 dos 18 tender points específicos no corpo(5). Esses tender points são bilaterais e em número de 18 e não exibem textura nodular que faça distinção entre eles e os tecidos adjacentes. A palpação resulta em irradiação dolorosa no trajeto do músculo acometido no sentido ponto-periferia(6).

    A fisioterapia atua no sentido de diminuir os sintomas, melhorando o controle da dor e manutenção ou melhora das habilidades funcionais dos pacientes. Ao abordar a questão das limitações funcionais decorrentes da fibromialgia e seus impactos na qualidade de vida, torna-se necessário ampliar a perspectiva do impacto dos sintomas, pois as áreas afetadas tornam-se tão importantes quanto à doença(7).

    Um recurso fisioterapêutico, que vem sendo usado em pacientes portadores de fibromialgia é a hidroterapia, uma abordagem terapêutica que utiliza exercícios aquáticos para favorecer a reabilitação, visto que as propriedades da água são essenciais para alcançar os objetivos fisioterapêuticos em um ambiente efetivo e seguro(8). Os efeitos fisiológicos dos exercícios, combinados com aqueles que são possibilitados pelo calor da água são uma das vantagens da atividade nesse meio, pois o relaxamento obtido a partir do exercício fornece um importante alívio no relato subjetivo da dor destes pacientes(9).

    Neste sentido, o objetivo deste estudo foi revisar os estudos da literatura, a fim de identificar e agrupar informações sobre o papel desempenhado pela hidrocinesioterapia no tratamento de indivíduos fibromiálgicos.

Metodologia

    Através da busca realizada nas bases de dados para esta revisão, foram selecionados 11 artigos entre estudos de caso e ensaios clínicos randomizados que utilizaram a fisioterapia aquática como forma tratamento para pacientes com fibromialgia. Os artigos utilizados nesta revisão foram obtidos no período de 2001 a 2011 a partir das bases de dados eletrônicas Scielo, Lilacs, Pubmed, MedLine, além de materiais complementares. Foram selecionados para esta pesquisa artigos no idioma inglês ou português utilizando as seguintes palavras chaves: síndrome da fibromialgia, hidrocinesioterapia, hidroterapia e exercícios aquáticos.

Resultados e discussão

    Na busca realizada nas bases de dados foram selecionados 11 estudos que utilizaram a fisioterapia aquática como forma tratamento para pacientes com fibromialgia.

    Jacintho et al(10), avaliaram a qualidade de vida de 10 pacientes do sexo feminino, submetidas a 16 semanas de tratamento, três vezes por semana, durante 60 minutos, em água aquecida de 28º-31º As pacientes foram avaliadas antes e após o tratamento pelo questionário de qualidade de vida Short Form 36 Health Survey (SF-36). Após a intervenção foi observado melhora na média geral do SF-36 e na média de todos os domínios dos componentes físico e mental.

    Hecker et al(11), realizaram um ensaio clínico randomizado com 24 pacientes do sexo feminino, alocadas aleatoriamente em dois grupos: hidrocinesioterapia e cinesioterapia , por um período de 23 semanas de tratamento, uma vez por semana, durando 60 minutos cada sessão com a temperatura da água variando de 32º a 34º. Foi utilizado o questionário genérico SF-36 para analisar os aspectos físicos e psicológicos de cada indivíduo. Observou-se melhora estatisticamente significativa na maior parte dos aspectos abordados pelo questionário em ambos os grupos, porém sem diferença estatisticamente significativa entre os grupos.

    Um estudo de caso com duas pacientes foi realizado durante um período de quatro semanas de tratamento, três vezes por semana, durante 60 minutos. A temperatura da água variou entre 34º e 35º. A aplicação do Questionário de Qualidade de Vida Whoquol-bref foi realizada durante a avaliação inicial e ao final do tratamento. As duas pacientes do estudo obtiveram uma melhora acentuada do seu estado geral, que refletiu positivamente na qualidade de vida das mesmas (Navarro et al)(12).

    Provavelmente a melhora da qualidade de vida ocorreu devido ao fato de a hidrocinesioterapia trabalhar o condicionamento físico, interferindo positivamente no estado mental, melhorando a autoestima e a depressão (3). Os efeitos fisiológicos dos exercícios, combinados com aqueles que são causados pelo calor da água, são uma das vantagens da atividade nesse meio(13).

    Um estudo randomizado comparou os efeitos dos exercícios aquáticos e da terapia tradicional em solo no programa de tratamento de 34 pacientes fibromiálgicas, divididas em dois grupos. O tratamento durou 20 semanas, com sessões realizadas duas vezes por semana, em água aquecida a 34º. As pacientes foram avaliadas pelo Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ) no início do tratamento, no final e após seis meses. Os resultados indicaram que houve maior incremento da capacidade física e maior redução da sintomatologia dolorosa no grupo de pacientes que participaram dos exercícios aquáticos (Jentoft et al)(14).

    Tomas-Carus et al, dividiram 34 mulheres em dois grupos: um realizava atividades aquáticas 3x semana, durante 60 minutos, por um período de 12 semanas e o outro grupo controle. Os questionários utilizados para avaliação foram SF-36 e Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ). Após 12 semanas de exercícios aquáticos, observaram efeitos positivos em relação a função física, dor corporal, percepção de saúde geral, vitalidade, função social, problemas de papel emocional e saúde mental, equilíbrio e subir escadas(15).

    Um dos principais objetivos da hidrocinesioterapia no tratamento da fibromialgia é aumentar a tolerância do indivíduo ao exercício e o nível de resistência física, melhorando o condicionamento geral(1). Como consequência proporciona-se alívio da dor, melhora nos padrões de sono, relaxamento e reeducação da postura(16).

    Vitorino et al(17), realizaram um ensaio clínico randomizado com cinquenta mulheres, divididas em dois grupos para tratamento com hidroterapia e fisioterapia convencional durante 7 semanas. Foi utilizado o questionário SF-36 para avaliar qualidade de vida, e diário de sono para avaliar o tempo total de sono e o tempo total de cochilo. Quanto à qualidade de vida houve melhora, porém sem diferença significativa entre os grupos. Já o TTS aumentou e o TTC diminuiu no grupo da hidroterapia.

    Sabe-se que o sono é muito afetado em fibromiálgicos. Ocorrem alterações de qualidade, sendo difícil a obtenção de um descanso restaurador, pela falta do último estágio do sono. Esta predispõe à fadiga, o que diminui a vontade do paciente em se exercitar(1).

    Barros et al(18), utilizaram o Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ) como principal instrumento para avaliar os resultados da hidroterapia em pacientes com diagnóstico de fibromialgia. Quatro mulheres participaram do tratamento durante em média cinco meses, duas vezes por semana, durante 50 minutos, em água aquecida a 32º. Todas foram avaliadas no início e no final do tratamento pelo FIC. Observou-se após o período de tratamento melhora significativa na qualidade de vida e diminuição da dor.

    Busch(19) randomizou 35 mulheres com fibromialgia em dois grupos: um controle e um grupo de intervenção em hidroterapia. O objetivo foi avaliar a qualidade de vida, através do questionário EuroQol-5D, a dor, através da escala visual analógica e a força muscular de joelho, através do dinamômetro isocinético. O tratamento durou 12 semanas, com frequência de três vezes por semana durante 60 minutos. Todos
os resultados foram avaliados no início, imediatamente após 12 semanas de treinamento e 12 semanas após o término do tratamento O autor concluiu que 12 semanas de um programa de exercícios de hidroterapia melhora a força do joelho, qualidade de vida e dor de pacientes com fibromialgia com algumas mudanças mantidas 12 semanas mais tarde.

    Participaram do estudo de Silva et al(6), 15 pacientes mulheres com fibromialgia. As pacientes foram avaliadas antes e após o tratamento quanto à dor, medida pela escala visual analógica (EVA), número de tender points com o mapa e os critérios de Wolfe e a qualidade de vida, medida pelo questionário do impacto da fibromialgia (FIQ). O tratamento constou de 12 sessões, com frequência de uma vez por semana, com duração de 50 minutos cada sessão, em água aquecida a 35º. Concluiu-se neste estudo que a hidrocinesioterapia foi eficaz na redução da dor, do número de tender points e na melhora da qualidade de vida das pacientes com fibromialgia.

    Salvador et al(1), realizaram um estudo de caso com 4 mulheres. Os instrumentos utilizados para avaliação foram o Fibromyalgia Impact Questionnaire (FIQ), o questionário de qualidade de vida WHOQOL-bref segundo os critérios da OMS, e a escala visual analógica de dor (EVA) antes e após cada sessão. Foi avaliado também, o número de tender points. O tratamento constou de 11 sessões de hidrocinesioterapia, 3x semana, durante cerca de um mês, com água aquecida entre 32º e 34º. Os resultados mostram que a técnica foi efetiva para redução da sensibilidade dolorosa nos tender points e diminuição da dor referida pela EVA, além de ter melhorado a visão subjetiva das pacientes acerca de sua qualidade de vida, sugerindo que a hidrocinesioterapia pode ser utilizada com sucesso para mitigar a sintomatologia de mulheres fibromiálgicas.

    Santos et al(20), realizaram uma série de casos. Dezenove pacientes foram incluídos, sendo 18 mulheres e um homem. Os instrumentos utilizados para avaliação foram o Questionário sobre o Impacto da Fibromialgia, a Escala Visual Analógica da dor, além de investigações sobre queixas associadas. O tratamento constou de 20 sessões de fisioterapia aquática, três vezes por semana, formando grupos de, no máximo, cinco pessoas, com duração de 45 minutos cada sessão. Por meio da reavaliação, foi possível verificar melhora estatisticamente significante em relação ao número de pontos dolorosos, na intensidade da dor e em alguns itens do Questionário sobre o Impacto da Fibromialgia. Em curto prazo, todos os pacientes submetidos à terapia aquática obtiveram melhora em seu estado clínico.

    Foi possível observar uma discrepância em relação ao tempo total de tratamento nos estudos selecionados, assim como na frequência semanal. A literatura mostra que os programas de exercícios físicos promovem os maiores ganhos na diminuição do impacto dos sintomas da fibromialgia na vida dos pacientes Porém, o tipo, a intensidade e a duração desses programas são variados, dificultando a sua comparação(7).

    Em relação à temperatura da também houve variação, de 28º a 36º. A hidroterapia é vantajosa em pacientes fibromiálgicos, pois movimentos são lentos devido a algumas propriedades físicas, permitindo assim maior mobilidade o que faz dos alongamentos serem mais eficientes. A água aquecida em temperatura de 33º – 36º favorece o relaxamento muscular global, proporcionando assim grande alívio dos sintomas para o paciente(21).

    O mecanismo responsável pelos efeitos analgésicos ainda não está claro, mas estudos mostram que atividade física aeróbica acarreta consistente ativação do sistema opioide endógeno que, por sua vez, ocasiona um aumento no limiar de dor e sua tolerância, resultando numa resposta analgésica. Outra contribuição da atividade física na diminuição da dor está relacionada com a quebra do ciclo vicioso dor – imobilidade – dor, que proporciona ao paciente encorajamento para retornar as atividades diárias(22). Ainda, o relaxamento, a diminuição da compressão articular, atividade muscular e o aumento de estímulos sensitivos, desencadeado pelos princípios físicos da água e os efeitos fisiológicos, em associação aos exercícios realizados propiciam um alívio significativo na dor desses pacientes(6) .

    Melhora do sono, redução do nível de dor pala EVA, redução na intensidade de dor em pontos dolorosos, melhora da capacidade para o trabalho, melhora da qualidade de vida e melhor percepção da saúde geral, foram os principais benefícios citados pelos participantes dos estudos selecionados.

    A fibromialgia é uma enfermidade recente, com elevado grau de morbidade e de incapacidade física e emocional. A fisioterapia aquática é utilizada como opção de tratamento na SFM, pois os efeitos da água (mecânica dos fluidos, efeitos fisiológicos da imersão e da temperatura) e dos exercícios são benéficos para esses pacientes(23).

    No sentido de fornecer um entendimento mais amplo sobre o impacto que a SFM causa na vida dos indivíduos por ela acometidos, é necessário que as abordagens terapêuticas ocorram de forma mais específica, o que possibilitará melhor atuação terapêutica dos diversos profissionais de saúde, bem como orientações ao paciente e aos familiares que convivem diariamente com as suas limitações(24).

    Por vezes, o desconhecimento da patologia por profissionais de saúde e a falta de estudos para o estabelecimento de terapias físicas específicas para o tratamento, determina que a sintomatologia perdure por muito tempo até que a patologia seja tratada(1).

    Uma das metas da fisioterapia deve ser o papel educativo, para que os ganhos da intervenção possam permanecer a longo prazo e os pacientes consigam se tornar menos dependentes dos cuidados de saúde. Incentivam-se estilos de vida mais participativos e funcionais que contribuam no restabelecimento físico e emocional do paciente(7). Um dos principais objetivo da fisioterapia é melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Se forem tratados hoje, serão ajudados hoje, porém se forem ensinados hoje, serão ajudados para o resto de suas vidas.

Conclusão

    Os tratamentos realizados em meio aquático trouxeram benefícios para os pacientes portadores da SFM, os quais vão desde a redução da intensidade da dor, ganhos de flexibilidade muscular, até uma melhora na qualidade de vida. Tais ganhos são justificados pelo uso da piscina aquecida em conjunto com as propriedades físicas da água.

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Lia Mara Wibelinger* liafisio@yahoo.com.br

 Aline Morás Borges** aline.moras@hotmail.com

Ana Cristina Oliveira Doring** | Franciele Cristine Fozza**

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