Sabendo mais sobre os estágios da Doença de Alzheimer






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Alzheimer é uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro resultando, inicialmente, na perda da memória.

Em seu estágio mais grave, a doença pode invalidar o paciente e levá-lo à morte. A falta de informações sobre a Doença de Alzheimer (DA) e a dificuldade de reconhecê-la, tanto dos familiares, quanto dos médicos, é considerada a maior barreira para o diagnóstico precoce e o tratamento apropriado.

Estima-se que existam em torno de 800 mil portadores de DA no Brasil. Aparece com maior frequência após os 65 anos de idade, mas também pode ter início precoce. A progressão da doença geralmente é lenta e na fase inicial pode passar despercebida ou algumas características podem ser confundidas com estresse, por exemplo. Isso ocorre porque nesse início o paciente apresenta leves alterações emocionais e de humor, perda de memória recente, dificuldade de adaptação a novas situações e dificuldades de linguagem.

Já no estágio moderado, o reconhecimento da doença torna-se mais fácil, pois os primeiros sintomas se acentuam e novos também surgem. Os lapsos de memória que antes eram mais espaçados tornam-se permanentes, a fala é substituída por gemidos e gritos ou o portador simplesmente para de falar. É neste momento que aparecem as dificuldades com os movimentos que o portador estava habituado a fazer, desde os mais simples como mastigar e engolir até habilidades específicas, como cozinhar.

Nessa fase da doença, surge também a desorientação de tempo e espaço e as alterações de comportamento, a exemplo da agressividade. Devido ao desequilíbrio e fraqueza que a doença causa as quedas se tornam frequentes, podendo levar o paciente ao uso de cadeira de rodas. Em alguns casos, o portador de Alzheimer também pode ter que utilizar frauda porque já não controla seu sistema urinário e fecal.

A evolução da Doença de Alzheimer para o seu estágio grave restringe o paciente ao leito, o torna incapaz de comunicar-se e alimentar-se, o que pode causar o óbito. Além de reconhecer a doença, é importante ressaltar que certas ações, atreladas ao tratamento adequado, estimulam a independência do portador de DA e podem ajudá-lo a viver melhor.

É essencial que o paciente continue integrado, por isso vale a pena dividir tarefas fáceis com ele, manter uma rotina e utilizar uma agenda ou lembretes espalhados pela casa para orientá-lo. A adaptação da casa é imprescindível para uma convivência segura e confortável. A fim de evitar quedas e lesões, deve-se, por exemplo, retirar tapetes, inutilizar móveis com quinas e principalmente adequar o banheiro, considerado o cômodo mais perigoso da residência.

Além do cuidador, principal responsável pelo paciente, todos os familiares devem se informar para que possam entender e aceitar as dificuldades dessa doença com paciência, afinal, o portador da DA precisa de constantes e crescentes cuidados e atenção de todos ao redor para que tenha qualidade de vida.

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