As paralisias no Acidente Vascular Cerebral






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Um dos maiores problemas que afetam os pacientes depois de um AVC são as paralisias. E, com isso os fisioterpeutas tem um papel fundamental na recuperação do paciente.

Isso acontece porque, muitas vezes, a área mais afetada do cérebro pelo AVC é aquela responsável pelos movimentos do nosso corpo, sendo o lado esquerdo do cérebro responsável pelos movimentos do lado direito e vice-versa.  A recuperação após o AVC vai depender de fatores como a área afetada e o tamanho da lesão. A cura total de uma sequela é muito dificil. Trabalharemos com a reabilitação, de forma que paciente se torne independente para realizar suas atividades sozinho da forma que for

Por isso, é comum os pacientes passarem os primeiros dias após o AVC com um dos lados do corpo paralisados, e mesmo com a recuperação alguns têm a movimentação limitada. É importante ter em mente que esses danos melhoram com o tempo, e é importante o estímulo para ter uma melhora ainda mais rápida.

É esse estimulo para acelerar o processo que o Fisioterapeuta é fundamental. Técnicas manuias e de manipulação articulares, cinesioterapia farão o paciente 'se movimentar', mesmo deitado num leito. Torna-se, então,  essencial que o paciente não passe todo o tempo deitado, mesmo em sua estadia no hospital. Durante a internação é preciso ter cuidado com as posturas do paciente, com a orientação de um fisioterapeuta, e cuidar para que ele se movimente.

Quando o paciente não correr mais risco de vida e receber alta no hospital, é essencial reinseri-lo em atividades que eram próprias de seu cotidiano, a fim de que ele possa trabalhar suas habilidades motoras com algo que seja familiar. Trabalhar com movimentos que são mais fáceis de ser acionados pela memória do indivíduo acelera o processo de recuperação.

A prática de exercícios também é uma forma de estimular os movimentos do paciente, recuperando a paralisia. Se o paciente não se mexe, vai precisar de exercício passivo (quando algum profissional movimenta o indivíduo) e treino de equilíbrio, caso o paciente não consiga manter a postura sozinho.

Caso ele consiga se movimentar, a orientação é fazer exercícios aeróbicos, com o acompanhamento de um profissional. O paciente nunca pode parar de fazer exercício, mesmo em casa, afirma o fisiatra Sílvio. Se ele consegue fazer algum nível de exercício sozinho, ele é orientado a fazer, seja com adaptações, dentro da água ou até mesmo na academia.

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