A fisioterapia na incontinência urinária de esforço







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Para quem trabalha com fisioterapia na uroginecológica, a incontinência urinária é um grande campo de atuação. isso porque é na fisioterapia que a doença tem grandes resultados de melhora.

Falando sobre a incontinência urinária de esforço, o tipo mais comum de incontinência urinária que, segundo a Sociedade Internacional de Continência (ICS), tem como definição a queixa de perda involuntária de urina no esforço físico, espirro ou tosse.

O tratamento dela pode ser cirúrgico ou conservador e no Brasil a abordagem ainda é tradicionalmente cirúrgica. Mas isso vem mudando ao longo do tempo, com a atuação da fisioterapia. Dependendo do tipo e da severidade da incontinência urinária, o tratamento fisioterápico tem sido recomendado como uma forma de abordagem inicial.

Os exercícios fisioterapêuticos de fortalecimento do assoalho pélvico, os cones vaginais e a eletroestimulação intravaginal têm apresentado resultados expressivos para a melhora dos sintomas de incontinência urinária em até 85% dos casos. Um dos principais objetivos do tratamento fisioterápico é o fortalecimento dos músculos do assoalho pélvico, pois a melhora da força e da função desta musculatura favorece uma contração consciente e efetiva nos momentos de aumento da pressão intra-abdominal, evitando assim as perdas urinárias. Também colaboram positivamente na melhora do tônus e das transmissões de pressões da uretra, reforçando o mecanismo de continência urinária.

Entretanto, muitas mulheres ignoram a localização e a função do assoalho pélvico e são incapazes de contrair satisfatoriamente essa musculatura após apenas uma instrução verbal ou escrita. Deste modo, é importante a utilização de equipamentos de biofeedback para a conscientização e controle seletivo dos músculos do assoalho pélvico. Esses equipamentos de biofeedback informam a paciente por meio de sinais visuais ou sonoros qual grupo muscular deve ser trabalhado e, portanto, potencializam os efeitos dos exercícios perineais.

Geralmente, as mulheres com incontinência urinária referem limitações em níveis físicos (praticar esporte, carregar objetos), alterações nas atividades sociais, ocupacionais e domésticas, influenciando negativamente o estado emocional e a vida sexual. Além disso, pode provocar desconforto social e higiênico, pelo medo da perda urinária, pelo cheiro de urina, pela necessidade de utilizar protetores (absorventes) e de trocas mais frequentes de roupas. É preciso o fisioterapeuta estar atento (a) a todos esses fatores.

A qualidade de vida de mulheres com  incontinência urinária de esforço tratadas com fisioterapia pode melhorar em diversos aspectos.

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