Síndrome Miofascial e as dores musculares






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Dor localizada, aumento da sensibilidade muscular e redução da amplitude dos movimentos. Estes são alguns dos sintomas da síndrome dolorosa miofascial, doença pouco conhecida, porém cada vez mais observada na população devido a fatores como estresse emocional, má postura e movimento repetitivos.

A síndrome miofascial, é caracterizada por dores em diversas partes do corpo, causada pela tensão muscular intensa e prolongada. Seu aparecimento é mais comum a partir dos 30 anos de idade, embora possa ocorrer também na infância e até na velhice.  É uma dor muscular crônica caracterizada pela presença de pontos hipersensíveis nos músculos. Doem quando são palpados e a dor pode irradiar pelo músculo e ser sentida em outro lugar, às vezes até bem distante do ponto hipersensível. Ela é uma das principais causas de dores musculares.

Embora muita gente confunda com a fibromialgia, a síndrome miofascial se diferencia por ocorrer em pontos de gatilho – áreas localizadas que com o estímulo desencadeiam dor, ao contrário de pontos sensíveis da fibromialgia que tendem a se espalhar. Os locais mais acometidos são - pescoço, ombros, costas, costelas, região lombar e quadril. Se não tratada, a síndrome pode atingir outros músculos próximos, quando sobrecarregados para compensar as regiões afetadas.

O  diagnóstico da doença é feito por um exame físico na região que o paciente sente a dor. Isso porque os exames de laboratório e de imagem costumam estar normais.

O tratamento da síndrome miofascial visa eliminar ou minimizar a dor gerada pelo ponto-gatilho, em associação com terapias físicas, exercícios de alongamento, uso de medicamentos e observação da causa da síndrome.

Para a prevenção da doença são recomendadas atividade física regular, melhora da postura e redução do estresse. Por outro lado, uso de sutiã apertado, esforços repetitivos, exercícios musculares excessivos, distúrbios do sono e outras doenças associadas (como climatério, desnutrição e hipotireoidismo, por exemplo) são fatores perpetuantes da síndrome.

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