Saiba mais sobre a dispnéia







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É a consciência da necessidade de um esforço respiratório aumentado. Na linguagem dos pacientes a dispnéia recebe a designação de "cansaço", "canseira", "falta de ar", "fôlego curto", "fadiga" ou "respiração difícil".   Diferenciar dispnéia de astenia e de fatigabilidade, pois algumas expressões usadas pelos pacientes podem causar confusão.

O aparelho ventilatório normalmente deve ter:

- Eficiente comando nervoso pelos centros respiratórios e quimioreceptores centrais e periféricos.
- Adequada resposta dos músculos respiratórios aos comandos nervosos. Boa complacência pulmonar.
- Ampla permeabilidade das vias aéreas.

A anormalidade de um ou mais destes setores pode levar à dispnéia.

Teorias da dispnéia:

- Aumento do trabalho respiratório
- Isquemia dos músculos respiratórios. Estimulação excessiva dos centros respiratórios.
- Transtorno na relação comprimento/ tensão (tensão excessiva nos músculos respiratórios).
- A estimulação dos receptores "J"(justacapilares) na congestão pulmonar, fibrose pulmonar, na na congestão pulmonar, fibrose pulmonar, na asma brônquica. asma brônquica.

Em qualquer hipótese, a dispnéia é caracterizada por uma ativação excessiva ou anormal dos centros respiratórios no tronco cerebral. Esta ativação ocorre através das seguintes vias e estruturas:

- Receptores intratorácicos, via vago.
- Nervos somáticos aferentes (musculatura torácica e parede torácica).
- Quimioreceptores no cérebro, corpos carotídeos e aórticos.
- Centros corticais superiores.
- Fibras aferentes no nervo frênico.

Etiologia
A dispnéia pode ser atribuída a causas:

- Pulmonares
- Cardíacas
- Metabólicas (acidoses diabética e urêmica).
- Condições que alteram a ventilação (gravidez, obesidade, anemia, ascite).
- Psíquicas (dispnéia suspirosa).

A dispnéia constitui um dos sintomas mais importantes dos cardiopatas e significa a sensação consciente e desagradável do ato de respirar. Apresenta-se sob duas formas: uma subjetiva, que é a dificuldade respiratória sentida pelo paciente, e outra objetiva, que se evidencia pelo aprofundamento ou aceleração dos movimentos respiratórios e pela participação ativa da musculatura acessória da respiração (músculos do pescoço na inspiração e músculos abdominais na expiração).

A dispnéia no cardiopata indica uma congestão pulmonar decorrente da insuficiência ventricular esquerda, apresentando características próprias quanto à duração, evolução, relação com esforço e posição adotada pelo paciente, que permitem reconhecer os seguintes tipos: dispnéia de esforço, dispnéia de decúbito, dispnéia paroxística.

A dispnéia de esforço é o tipo mais comum na insuficiência ventricular esquerda. A análise da relação com esforços deve levar em conta, em primeiro lugar, as atividades habituais exercidas pelo paciente. Isto porque, para um trabalhador braçal, exercício pesado é algo diferente do que é entendido por uma pessoa de vida sedentária.

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