Cuidado nos exercícios com dor na Fisioterapia







Não é raro a dor aparecer na execução de exercícios na Fisioterapia. Embora o que a gente queira seja justamente acabar com a dores, é preciso ficar atento quando a dor aparece. É importante ter em mente que a dor é um aviso que alguma coisa está sendo feita de maneira errada que pode ser por falta de habilidade, força ou flexibilidade.

O desafio para que o paciente ultrapasse os seus limites com exercicios mais dificeis pode trazer problemas. O primeiro é se ele sentir dor, que é causada pela falta de controle motor. Quando vemos que o aluno sente dor ao realizar certo movimento é evidência que ele não está preparado para ele. Justamente porque a  dor acaba com o controle motor e a percepção de movimento. É certo que, com dor, o aluno fará movimentos de forma errada e se manterá em posturas incorretas.

A insistência no movimento pode fazer com que o aluno gere uma compensação em outras regiões corporais e vai criar um corpo desequilibrado, que terá de ser corrigido depois, seja com um RPG ou outra modalidade terapêutica. Obviamente, esses desequilíbrios levarão o aluno a ter mais dor e entrar numa ciranda que é mais complicado de desfazer.

Considerando os dois tipos de dor, a aguda e crônica, a postura do fisioterapeuta deve ser de aliviá-la. Sei que é óbvio mas precisa ser dito. Embora a gente saiba que exercícios mais complexos fortalecerão estruturas corporais para que o ciclo de dor acabe e se organize os desequilíbrios corporais, nem sempre é possível executar esse tipo de exercício. Só mais tarde é possível evoluir essas pessoas para exercícios mais complexos.
Até a próxima.

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