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Paralisia Facial: causas e tratamento de Fisioterapia










A paralisia facial é uma condição marcada pela interrupção de algumas fibras do nervo facial, responsável pela expressões do rosto, bem como auxiliam na produção de saliva e lágrimas. Existem diversas razões para a paralisia facial e o tratamento deste problema depende da identificação correta da causa. 

Causas da paralisia facial

A causa mais comum da paralisia facial é a chamada paralisia de Bell ou paralisia facial periférica, provocada pelo vírus Herpes simplex, o mesmo que causa a herpes labial e a herpes genital. A ativação do vírus ocorre por conta de exposição ao frio, exposição solar intensa e situações de forte estresse, entre outros. Além disso, há outras causas menos frequentes, tais como traumatismos na cabeça, infecções por outros vírus, problemas de ouvido, doenças autoimunes, hipertensão e diabetes.
A paralisia facial pode ser causada por diversos fatores. Normalmente, quando é uma perda de movimentos gradual, é devido a um tumor na cabeça ou pescoço. Já no caso de uma perda repentina, algumas das razões podem ser:
  • Paralisia de Bell, que é o tipo mais comum de paralisia facial
  • Infecção ou inflamação no nervo facial
  • Trauma na cabeça
  • Infarto
  • Problemas de ouvido
  • Hipertensão
  • Diabetes
  • Doença de Lyme, uma doença bacteriana transmitida por carrapatos
  • Doenças autoimunes como a esclerose múltipla e a síndrome de Guillain-Barré
  • Sindrome de Ramsay-Hunt, que é uma infecção viral no nervo facial
Durante o nascimento, alguns bebês podem ter paralisia facial temporária, mas em 90% dos casos esse problema se resolve sem tratamento. Nos recém nascidos a paralisia facial pode ser devido a algumas síndromes congênitas, como a síndrome de Moebius e a de Melkersson-Rosenthal.
Sintomas da paralisia facial

Além da dificuldade de movimentar um ou os dois lados do rosto, a paralisia facial também é marcada por secura nos olhos, boca seca e algumas alterações no paladar.

Diagnóstico da paralisia facial

O diagnóstico da paralisia facial é bastante simples e precisa de apenas um exame clínico para identificação das dificuldades de movimentar o rosto. Por outro lado, a determinação da causa do problema depende de alguns exames complementares, tais como exame de sangue, testes de audição, tomografia ou ressonância magnética.

Como corrigir a paralisia facial

A paralisia facial pode ser corrigida com uso de medicamentos ou por meio de cirurgias. Em geral, a realização de cirurgia para correção é indicada apenas em caso de resposta negativa do tratamento medicamentoso após três semanas. Além disso, o procedimento cirúrgico deve ser feito em casos de paralisia facial recorrente, presença de tumores e traumatismos.

Tempo de recuperação da paralisia facial

Pacientes com a paralisia facial diagnosticada em estágio inicial normalmente conseguem se recuperar completamente em cerca de seis semanas. Por outro lado, algumas situações podem levar até nove meses ou mais para se recuperar de maneira integral da paralisia.

Paralisia facial tem cura

A paralisia facial pode ser curada de maneira simples e sem deixar sequelas se for feito o tratamento adequado por meio da identificação correta da causa do problema.

A Fisioterapia para Paralisia Facial
A fisioterapia é muito importante para a completa recuperação dos movimentos da face, em caso de paralisia facial de Bell. Nesse caso o tratamento fisioterápico poderá contar especialmente com os exercícios, que são fundamentais para uma recuperação mais rápida e completa.
Para qualquer tipo de paralisia facial, o fisioterapeuta atua com o objetivo de reestabelecer a função de toda face, como diminuição da alteração de sensibilidade, recuperação dos movimentos e do tônus dos músculos do rosto, promovendo atividades e exercícios para o paciente. Com a função de devolver á ele uma melhor qualidade de vida.
Os exercícios devem ser realizados todos os dias, de preferência de frente para o espelho, para uma maior consciência corporal e devem começar com pouca repetição e com uma contração mais prolongada, e após alguns dias de tratamento, pode-se aumentar o número de repetições e diminuir o tempo de cada contração.




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