Fisioterapia Funcional e a Paralisia Cerebral







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O termo paralisia cerebral (PC) descreve um grupo de desordens do desenvolvimento do movimento e da postura, atribuídas a distúrbio não-progressivo que ocorre no encéfalo em desenvolvimento. As desordens motoras da PC causam limitações das atividades de vida diária (AVD) e são freqüentemente acompanhadas por distúrbios da sensação, percepção, cognição, comunicação e comportamento, por epilepsia e por problemas musculoesqueléticos secundários.

A habilidade de uma pessoa ao cumprir as demandas da tarefa por meio da interação com o ambiente determina sua capacidade funcional. Assim, as estratégias terapêuticas que auxiliam o paciente a aprender ou reaprender a executar as tarefas funcionais são essenciais para a independência funcional.

Fisioterapia funcional é a terapia com ênfase na prática de atividades funcionais. Prioriza o aprendizado de habilidades motoras que sejam significativos no ambiente da criança, nas quais ela deseje se engajar, e que sejam percebidas como problemáticas pela criança e seus pais ou cuidadores. A intervenção para a criança com PC realça suas habilidades no contexto da vida diária, relacionando limitação motora com atividade funcional. Utilizar os resultados de avaliação funcional é pertinente para estabelecer um tratamento eficaz, pois os terapeutas são capazes de identificar o nível funcional atual da criança e documentar mudanças ao longo do tempo.

Na fisioterapia, são enfatizadas técnicas de mobilização articular e ativação de grupos musculares durante o treino das AVD da criança, tais como trocar de roupa, utilizar utensílios domésticos e transferir-se em diferentes ambientes. A realização do treino baseado nas dificuldades da criança contempla sua capacidade de aprender a resolver problemas inerentes à tarefa funcional, mais do que praticar repetitivamente padrões de movimentos normais.  O programa é focado nas limitações das AVD consideradas problemáticas pelos pais e/ou cuidadores, e por contarem com a participação ativa destes nas atividades.

Esse modelo de fisioterapia proporcionou a aquisição de novas habilidades funcionais e o aumento das estratégias motoras por meio da prática e da experiência, proporcionando mudanças na capacidade de movimentação. Isso ocorreu pela melhora do desempenho motor global, por desenvolver ações funcionais de movimentos ativos que requerem que a criança atenda ao objetivo da tarefa e aperfeiçoe suas habilidades.

A Fisioterapia funcional associada às orientações aos pais e/ou cuidadores favorecerá positivamente o desempenho funcional da criança com PC.



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