Fisioterapia Neonatal no desenvolvimento de bebê prematuros







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Ao começar a ler esse texto, é importante saber que os fisioterapeutas, junto à equipe da unidade podem promover um ambiente melhor aos neonatos, através de técnicas que estimulem a percepção vestibular, visual e tátil dentro do limite de tolerância de cada criança, além de programas de posicionamento e diminuição dos estímulos nocivos que favorecem uma atividade motora e comportamental, contribuindo para minimizar as possíveis desordens do desenvolvimento em prematuros internados por longo tempo.

Ainda no berçário, os problemas mais comuns são os relacionados com a imaturidade: do intestino, dos rins, do coração, do sistema de defesas do corpo (imunológico) e dos pulmões. A criança não consegue, por exemplo, respirar sozinha ou mesmo sugar o leite. Tudo é feito com a ajuda de aparelhos. O bebê só vai para casa depois que estiver igual ou próximo de um recém-nascido não prematuro.

A fisioterapia neonatal consiste em procedimentos realizados em recém-nascidos (RNs) pelo fisioterapeuta no período entre o clampeamento do cordão umbilical até 28 dias após o parto, que compreendem o manuseio da parte motora e respiratória.  Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o recém-nascido (RN) será denominado prematuro quando apre­sentar idade gestacional (IG) inferior a 37 semanas. O grau de prematuridade é considerado limítrofe quando IG estiver entre 35 e 37 semanas; moderado, entre 31 e 34 semanas; e ex­tremo se inferior a 30 semanas.  Quanto ao peso, é classificado como: adequado ao nascimento (>2.500 g), baixo (BP – entre 1.500 e 2.500 g), muito baixo (MBP – entre 1.000 e 1.500 g).

A fisioterapia é parte da assistência multiprofissio­nal proporcionada nas UTIs. O contínuo desenvolvimento do tratamento fisioterapêutico nas UTIs neonatais levou as melhores técnicas e recursos para essa população, o que contribuiu para redução da morbidade neo­natal, permanências mais curtas no hospital e menores custos hospitalares. A fisioterapia motora está entre os procedimentos utilizados com a preocupação de dimi­nuir atraso no desenvolvimento neuropsicomotor dos recém-nascidos.

O recém-nascido, nas UTIs neonatais, pode tornar-se instável pela própria doença de base ou em função do tratamento a que ele é exposto. O impac­to do ambiente das UTIs neonatais gera preocupação quanto ao desenvolvimento neuropsicomotor do recém-nascido, pois o estresse, a dor, a estimulação sensorial inadequada e os procedimentos invasivos são rotinas neste período de internação. Isso gera uma necessidade de atendimento especializado, de modo que amenize as sequelas do tempo de hospitalização deste bebê.

Um bom desenvolvimento motor repercute na vida futura da criança nos aspectos sociais, intelectuais e culturais, pois, ao apre­sentar  alguma dificuldade motora, a criança se refugia do meio ao qual não domina, e consequentemente deixando de realizar ou realizando com pouca frequência determina­das atividades.

Os avanços tecnológico nos cuidados neonatais e perinatais têm levado a um aumento na sobrevivência de recém-nascidos (RN) com idade gestacional e peso ao nascer (PN) cada vez mais reduzido. Contudo, faz-se necessário o acompanhamento cuidadoso desses bebês, uma vez que eles apresentam maior vulnerabilidade em relação às alterações no desenvolvimento neuropsicomotor.

O término da maturação de bebês e pela estabilização dos padrões motores por meio de estímulos físicos e acompanhamento do desenvolvimento Neuropsicomotor, além de prevenir e atenuar problemas respiratórios dos recém-nascidos. O curso Fisioterapia Neonatal trata de temas como UTI neonatal e unidade intermediária, recém-nascidos, ventilação mecânica e tudo que um especialista da área deve saber. Clique aqui e saiba mais!


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