Esporte profissional enaltece a Fisioterapia







Faz tempo que a Fisioterapia conquistou um lugar nos hospitais e clínicas de todo o país. Desde 1969, quando um decreto-lei regulamentou a carreira, profissionais vêm ajudando gerações a se recuperar de traumas e a prevenir novos problemas. Mas, quando o esporte profissional encontrou a Fisioterapia, fez-se a luz. Hoje, grande parte dos vestibulandos pensam em trabalhar com atletas, se possível, em um grande clube de futebol.

– É inegável que, atualmente, o esporte profissional evidencia o valor do fisioterapeuta. Posso dizer que a maioria dos estudantes vem impulsionada pela demanda dos clubes de futebol, por exemplo. Mas também há espaço para atuar com a ginástica artística e com o vôlei – diz Cristiane Saraiva, coordenadora do curso de Fisioterapia da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo.

E, nesse mercado, segundo ela, é possível atuar em todas em todos os níveis. O profissional atua tanto na indicação de práticas para prevenir lesões quanto na reabilitação do atleta. Grandes agremiações esportivas não se imaginam sem um fisioterapeuta. Um dos orgulhos da professora é o ex-aluno Ney Stedile, que hoje integra a equipe de saúde da Seleção Brasileira Feminina de Canoagem Velocidade, com base em Caxias do Sul.

Pesquisas de alto nível no setor crescem e atraem mais estudantes

Sinal de prestígio, o curso passou a ser oferecido recentemente por uma das instituições mais valorizadas na área da saúde no país, a Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA). O diretor do curso, professor Pedro Dall'Ago, destaca um foco que ganhou notoriedade nacional graças à ficção: o tratamento de pacientes com lesão medular.

– A nossa atuação nessa área ganhou destaque com a novela Viver a Vida, onde a personagem Luciana ficou tetraplégica. Com esse paciente, podemos amenizar muito a atrofia dos músculos, por exemplo, por meio de estimulação elétrica e cinesioterapia – afirma Dall'Ago.

Ele também ressalta que o desenvolvimento de pesquisas de alto nível no setor cresce a cada ano, o que atrai ainda mais estudantes e estudiosos para a Fisioterapia, culminando na descoberta de novas práticas.

– Evidências da pesquisa em Fisioterapia representam hoje uma mudança de paradigma no conhecimento na área, até então embasado apenas na autonomia e na experiência clínica – conta o professor.

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