O Pilates e a Fisioterapia








Dentro dos limites de atuação dos métodos e técnicas inerentes à Fisioterapia, o método "Pilates" se enquadra no âmbito das atividades regulamentadas pela Fisioterapia como recurso mecano-cinesio-terápico e quando administrado unicamente por um fisioterapeuta será sempre reconhecido como fisioterapia.

O método Pilates tem como principal objetivo proporcionar aos praticantes uma melhor compreensão do seu corpo combinando fundamentos como respiração, concentração, centramento, controle, precisão e fluxo de movimento melhorando assim, o alinhamento corporal, respiração, força e alongamento muscular, coordenação motora e equilíbrio além de trabalhar uma imagem corporal mais saudável por meio de uma postura mais adequada contribuindo assim para a qualidade de vida do paciente.

Os equipamentos básicos do método Pilates são o Reformer, Trapézio Cadillac, Wunda Chair e o Ladder Barrel, todos contêm algumas modificações e se tornam outros aparelhos fornecendo ao método uma grande versatilidade além de muitos acessórios que são usados para objetivos específicos. A principal característica é a resistência elástica das molas usadas para assistir à movimentação do corpo trabalhando a força e o alongamento muscular, reequilíbrio postural, coordenação motora e equilíbrio.

O método Pilates realizado pelo fisioterapeuta é um recurso mecano e cinesioterapêutico que promove o bem estar e a saúde da pessoa por meio de um sistema de movimentos composto por exercícios  com o objetivo de preservar, manter e restaurar as alterações cinerológicas funcionais, de órgãos e sistemas do corpo humano. Devemos lembrar que o Método Pilates não se restringe ao domínio exclusivo de qualquer área profissional específica. O método vem sendo utilizado há mais de 80 anos por diversos profissionais da área da saúde com finalidades e objetivos variados.  O importante é uma formação básica completa do método que deve ter as mesmas bases para qualquer área de atuação profissional e que vem sendo constantemente foco de discussões para uma futura regulamentação no Brasil.

É evidente que nos casos patológicos e na existência de sintomas de alteração do movimento e da função nos quais se evidencie a prática clínica sempre deve ser recomendado a atuação com um profissional da área fisioterapeuta. Porque nestes casos torna-se necessária a realização de testes específicos para cada situação clínica, interpretação ou solicitação de exames complementares para um diagnóstico cinesiológico funcional correto que irá determinar a prescrição adequada de movimentos em cada uma das fases de recuperação e essa é a especificidade do fisioterapeuta.

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