A utilidade da Fisioterapia Uroginecológica







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Uma das principais utilidades da Fisioterapia Uroginecológica é dar conscientização da localização dos músculos do assoalho pélvico e sua função. Muita das vezes ao ser solicitado a contração destes músculos observa-se a utilização de outros grupos musculares como abdominais, glúteos e músculos internos da coxa. Claro que essa especialidade da fisioterapia tem outras utilidades.

Na verdade estes músculos poderão ser utilizados no treinamento muscular, contudo, se o paciente não utilizar a correta contração dos MAP, o sucesso não será alcançado. È importante a utilização de alguns recursos como visualização da região do períneo, uso da estimulação elétrica (de baixa voltagem- não produz choques!), o toque vaginal ou retal, a palpação da região do períneo ou o uso do biofeedback, para que o indivíduo perceba a correta contração e possa avançar para o passo seguinte que é o treinamento muscular.

Antes de iniciar qualquer programa de exercícios, é necessário que o paciente saiba de fato o que o levou a ficar incontinente e por que é importante realizar fisioterapia para os músculos do assoalho pélvico. Muitos pacientes chegam aos consultórios de fisioterapia desconhecendo esta área de atuação e nem tampouco, sabem o porquê seu médico indicou este tratamento. Este diálogo é importante e deve ser iniciado pelo terapeuta na entrevista, pois facilitará a adesão ao tratamento e uma recuperação mais eficaz.

A fisioterapia uroginecológica tem como objetivo fortalecer os músculos pélvicos de modo a trazer benefícios para a saúde. Assim, esse tipo de fisioterapia pode ser recomendado no caso de:

  • Incontinência urinária e fecal, sendo essas as principais razões pelas quais esse tipo de fisioterapia é realizado. 
  • Prolapsos genitais, que corresponde à descida dos órgãos pélvicos, como bexiga e útero, por exemplo, devido ao enfraquecimento dos músculos. 
  • Dor pélvica, que pode acontecer devido à endometriose, dismenorreia ou durante a relação sexual;
  • Disfunções sexuais, como anorgasmia, vaginismo, dor durante a relação sexual e, no caso dos homens, disfunção erétil e ejaculação precoce;
  • Constipação intestinal, que também pode acontecer devido a disfunções do assoalho pélvico.

Além disso, a fisioterapia uroginecológica pode se útil na preparação para o parto e na recuperação pós-parto, pois permite que a mulher assimile as modificações do seu corpo e facilita a recuperação após o parto. No entanto, é preciso que esse tipo de fisioterapia seja feito com acompanhamento de um profissional qualificado e é contra-indicado para mulheres que tenham algum problema na gravidez.

A fisioterapia uroginecológica é realizada por um fisioterapeuta especializado e com o auxílio de vários recursos de acordo com o objetivo do tratamento, como por exemplo:

  • Eletroestimulação, que é feita com o objetivo de promover a tonificação do assoalho pélvico, diminuindo a dor perianal e diminuindo a atividade da musculatura da bexiga durante o seu enchimento, podendo então ser recomendado no tratamento da incontinência urinária, por exemplo; A eletroestimulação não deve substituir a contração feita pelo próprio paciente nos exercícios.
  • Biofeedback, que tem como princípio medir a atividade da muscular da região, avaliando a contração, coordenação e relaxamento dos músculos; A contração dos MAP é captada por uma sonda inflável ou um sensor que capta a atividade elétrica dos músculos e é amplificada pelo aparelho resultando no sinal visualizado pelo paciente.
  • Cinesioterapia, que é baseada na prática de exercícios, como os exercícios de Kegel, que promovem o ganho de força nos músculos pélvicos. A avaliação cuidadosa e experiente determinará se você necessitará readquirir força, resistência muscular (capacidade de realizar muitas contrações sem fadigar) ou endurance (capacidade de manter a contração por muito tempo sem fadigar) ou até mesmo aprender a relaxar os músculos.


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