A fisioterapia em lesões desportivas: uma revisão integrativa







1.     Introdução

    Para o fisioterapeuta o conhecimento das causas do mecanismo de lesões, fatores de risco, entre outros aspectos, pode auxiliar bastante no processo de prevenção, diagnóstico e tratamento desses agravos, onde é importante na contribuição para a saúde no esporte.

    Assim, este trabalho é de suma importância para visar tipos de lesões causadas a partir de práticas esportivas. É de grande preocupação para os fisioterapeutas estudar sobre lesões desportivas na referida população, devido não ser encontrados ainda dados disponíveis sobre manifestações de lesões desportivas em atletas.

    As lesões desportiva mais atuantes na fisioterapia segundo o autor Conte et al (2002) têm superado a esfera das Ciências do Esporte, representando-se também, devido a seu grande problema com a saúde pública. Nesse sentido, surpreendentemente se considera a baixa quantidade disponíveis de informações acerca de efeitos adversos da atividade física (AF), entre a população em geral.

    A falta de informação pode causar lesões o autor Conte et al (2002) classificou-se as lesões em quatro categorias gerais: 1) crônica; 2) aguda; 3) subclinica, e 4) exacerbação aguda de lesão crônica. Observa-se que é dada muita atenção às lesões agudas, porém 50% do total de LD são crônicas e, ainda, a recuperação destas é em torno de 54% mais lenta do que nas imediatas.

    As lesões crônicas é mais comum para o autor Patre et al (2004) A constante exposição a fatores de risco e conseqüente formação de agravos originados pela sua prática alerta para controlá-las e também preveni-las de lesões, possibilitando não só um desempenho melhor, mas a manutenção da saúde do atleta.

    Deve-se prevenir as lesões diminuindo os fatores de risco segundo o autor Júnior et al (2004) Vários estudos descrevem que os esportes de alto nível se caracteriza por determinar padrões corporais específicos à modalidade praticada que extrapolam as barreiras sociais, culturais e geopolítica. Vale ressaltar que a exposição a uma intensa e específica rotina de exercícios físicos, ocasiona um resultado estético que não depende da nacionalidade, da etnia e dos hábitos de vida a que estão submetidos. Estas particularidades associadas à eficácia do gesto desportivo, no entanto, em longo prazo podem progredir para processos crônicos que limitam o indivíduo para prática de atividades físicas.

    Á forma das rotinas de organização de treinamento desportivo pode ser atribuída à maior parte dos problemas posturais, em que há a tendência em se concentrar. Nesta circunstância, a preocupação com o equilíbrio muscular e a postura é tão importante quanto o desenvolvimento das qualidades específicas para o alto desempenho, pois estes podem influenciar no rendimento do atleta e minimizar a ocorrência de lesões desportivas.

    Tivemos como objetivo Identificar publicações científicas sobre a fisioterapia no tratamento de lesões esportivas no período de 2004 á 2014.

2.     Metodologia

    É uma revisão integrativa da literatura, que a partir de um conjunto de estudos diretamente influenciados sobre essas questões, tem a finalidade de concluir generalizações sobre questões substantivas. Nessas revisões se incluem exames de pesquisas para sugestões para novas questões teóricas e identificação de uma pesquisa necessária, e para discutir hipóteses (GANONG, 1987)

    A revisão integrativa é um método específico de exame que resume literaturas teóricas ou empíricas para proporcionar uma percepção mais abrangente de um fenômeno particular. Assim, tem como contribuir para o desenvolvimento da teoria, tem o potencial de apresentar o estado da ciência, e tem aplicabilidade direta à prática e à política (WHITTEMORE, 2005).

    Para ser considerada uma pesquisa, a revisão literária deve seguir a mesma rigidez da pesquisa inicial. Nesse sentido, para esta revisão, as fases de pesquisa foram consideradas (WHITTEMORE, 2005): avaliação dos dados aplicando critérios de inclusão e exclusão; pesquisa da literatura com foco sobre o tema a ser estudado; identificação do problema e objetivo da pesquisa; análise dos dados extraindo das fontes primárias as características da amostra e método, que, no caso, foi qualquer referência ao conceito da atuação da fisioterapia nas lesões desportivas e os fatores a que esses estão relacionados. Como fase final, temos a apresentação da síntese, que manifesta o levantamento dos conceitos e seus fatores relacionados.

    A procura pela literatura ocorrera na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), nos meses de outubro e novembro de 2013. As bases de dados de literatura científica e técnicas consultadas foram: Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e de Caribe em Ciências da Saúde (LILACS). Considerando-se o interesse em conhecer a construção desse conhecimento na América Latina foram selecionadas essas bases de dados, onde à atuação da fisioterapia nas lesões desportivas. Foram selecionados os descritores a partir da terminologia em saúde consultada nos Descritores em Ciências da Saúde (DECS-BIREME) lesões desportivas e fisioterapia. Inicialmente, a procura considera as publicações dos últimos dez anos.

    Após a leitura dos resumos, seguindo consistência e pertinência do conteúdo, foram observados os seguintes critérios de inclusão: publicações originais, que adotaram uma abordagem quantitativa, da língua portuguesa, considerando o objetivo do estudo e o protocolo de revisão elaborado previamente. Foram critérios de exclusão: artigos repetidos, resenhas, artigos não acessíveis em texto completo, anais de congresso, artigos de reflexão, artigos de opinião, editoriais, artigos que não abordaram diretamente o tema deste estudo e artigos publicados fora do período de análise.

    Os resultados foram organizados em um quadro ilustrando o autor, ano, objetivo, tipo de estudo e duas categorias Tipo de lesões desportivas e Fisioterapia nas Lesões Desportivas..

3.     Resultados

    A partir da análise de dados dos textos selecionados, tem-se, quanto ao tipo de publicação, que os sete estudos apresentados no quadro, são resultados de pesquisas, e todos são nomeados pelos editores como originais.

    Com respeito ao ano de publicação, um artigo publicado em 2004, um artigo em 2005, um artigo em 2007, um artigo em 2008, um artigo em 2010, dois artigos em 2012 e dois artigos em 2013, demonstrando que houve lacunas de publicações na seqüência de anos pesquisados.

    Quanto aos estudos foram assim classificados; Quatro observacionais e analíticos, um observacional de coorte e prospectivo, um descritivo e três coleta de dados. Todas as pesquisas adotaram a abordagem quantitativa conforme critérios de inclusão.

Autores

Ano

Títulos

Tipo de Estudo

Objetivo

Patrícia Raquel, Carvalho de Aguiar, Fábio do Nascimento Bastos, Jayme Netto Júnior, Luiz Carlos Marques Vanderlei, Carlos Marcelo Pastre

2010

Lesões Desportivas na Natação.

Observacional e analítico.

Analisar a ocorrência de lesões em nadadores associando-as a fatores de riscos específicos da modalidade e do atleta.

Tamlyn Shimazaki, Eliezer de Almeida, Franciele Marques Vanderlei, Dino de Aguiar Cintra Filho, Luiz Carlos Marques Vanderlei, Carlos Marcelo Pastre, Fabio Nascimento Bastos

2012

Exploração de fatores de risco para lesões

desportivas em atletas de tênis de mesa

Observacional e analítico.

Exploras os fatores de risco para lesões desportivas em mesa-tenistas

Carlos Marcelo Pastre, Guaracy Carvalho Filho, Henrique Luiz Monteiro, Jayme Netto Júnior e Carlos Roberto Padovani

2005

Lesões desportivas na elite do atletismo

brasileiro: estudo a partir de morbidade referida

Observacional e analítico.

Observação das lesões desportivas

(LD) em atletas da elite brasileira do atletismo, associando-as aos

seus mecanismos de instalação e características da modalidade.

Carlos Marcelo Pastre, Guaracy Carvalho Filho, Henrique Luiz Monteiro, Jayme Netto Júnior e Carlos Roberto Padovani

2004

Lesões desportivas no atletismo: comparação entre informações

obtidas em prontuários e inquéritos de morbidade referida

Coleta de Dados

Levantar informações sobre LD

referidas por atletas de alto rendimento, retrocedendo em

oito meses, e compará-las com os registros de prontuários

clínicos.

Rosangela Akemi Hoshi, Carlos Marcelo Pastre,

Luiz Carlos Marques Vanderlei, Jayme Netto Júnior e Fábio do Nascimento Bastos

2008

Lesões Desportivas na Ginástica Artística:

Estudo a Partir de Morbidade Referida

Observacional e analítico.

Analisar a ocorrência de

lesões na Ginástica Artística, associando-as a fatores de risco específicos da modalidade e do atleta, a

partir de inquérito de morbidade referida.

Luís Henrique Base, Marco Antonio Ferreira Alves, Erick Oliveira Martins e Roberto Fernandes da Costa

2007

Lesões em surfistas profissionais

Descritivo

Verificar a ocorrência de lesões relatadas por surfistas profissionais brasileiros, integrantes do circuito brasileiro.

Pedro Sávio Macedo de Almeida, Ângelo Pontes Scotta, Bárbara de Mattos Pimentel, Sedenir Batista Júnior e Yasmin Rodrigues Sampaio

2013

Incidência de lesão musculoesquelética

Em jogadores de futebol

Observacional, de coorte e prospectivo

Analisar a incidência de lesões musculoesqueléticas nos jogadores de futebol profissional do Club do Remo, Belém, PA.

Alexandre de Paiva Luciano e Luiz Carlos Ribeiro Lara

2012

Estudo epidemiológico das lesões

do pé e tornozelo na prática

desportiva recreacional.

Coleta de dados

Trata-se de estudo retrospectivo apresentando a incidência, tipo e extensão das lesões ocorridas no pé e / ou tornozelo como resultado da prática esportiva recreacional.

Birgit Keller, Ana Maria Braga e Ricardo Weigert Coelho

2013

Relação Entre a Personalidade e Lesões

Musculares em Atletas e Tênis de Campo

Coleta de dados

Verificar se existe relação causa-efeito entre traços de personalidade, sexo e lesão no esporte.

    Ao analisar-se a fonte dos artigos, evidenciou-se que a maioria deles foi publicada em periódicos de área da fisioterapia desportiva e editada no Brasil. Esse resultado mostra que a produção cientifica sobre Lesões Desportivas vem aumentando, sendo casos a serem mais aprofundados, buscando a prevenção dessas lesões.

Tipos de lesões desportivas

    Diante dos tipos de lesões existentes mostramos as mais acometidas no tratamento da fisioterapia,

    Uma das mais acometidas são as lesões na cavidade glenoumeral (ombro): onde na escápula se tem as essenciais funções do ombro, e sua estabilidade se da pela fixação dos músculos escapulares ao tórax, onde está adequadamente posicionada a cavidade glenóidea em relação ao úmero e proporcionando uma estabilidade para o músculo manguito rotadora. A mobilidade escapulotorácica deve estar em sintonia com a mobilidade da articulação glenoumeral, pois durante a elevação do ombro está obedecendo a uma relação de proporcionalidade, nos movimentos de flexão e abdução. Dessa forma, será possível uma amplitude adequada de equilíbrio e movimento no padrão de ativação muscular. Qualquer desarmonia no ritmo escapulotorácico vai originar uma condição denominada discinesia escapular. Esta consiste na alteração do posicionamento e mobilidade normal da escápula em relação à caixa torácica (SANTANA et al, 2009).

    Visto também que as lesões em tendões do joelho que segundo o autor Garms et al (2011) é clinicamente definida como uma condição de sobrecarga crônica do mecanismo extensor do joelho, resultante de traumas repetitivos. O paciente geralmente apresenta dor anterior no joelho que com o repouso melhora, e que com a atividade esportiva reaparece. A lesão ocorre pelo atrito repetitivo entre o ápice da patela e a face posterior do tendão patelar relacionado aos movimentos com desaceleração e frenagem. Determinados esportes que envolvem movimentos repetidos como a corrida, o chute, flexões repetidas, o salto e rotação do joelho podem apresentar fatores que favoreçam o aparecimento da lesão.

    Outra das lesões mais acometida é a do epicôndilo lateral (cotovelo): pode ser descrita como uma específica patologia da musculatura no epicôndilo lateral de origem, causada geralmente por sobrecarga, em que microlesões são geradas na região de inserção dos tendões extensores do punho, dos dedos e, em menor grau, o extensor radial longo do carpo, além da porção anterior do extensor comum dos dedos. Incorretas técnicas quando se está jogando golpes é o fator que mais freqüentemente causa a epicondilite lateral. Desenvolvem o cotovelo de tenista pacientes que, de um modo geral, batem seus golpes com o "cotovelo a frente" sem completar o movimento até o final da batida, onde isso pode provocar excessivo estresse no epicôndilo lateral e atividade anormal da musculatura do antebraço (SILVA, 2010).

    Assim podemos abreviar a variedade de lesões desportivas que a fisioterapia irá tratar com suas diversas técnicas.

A fisioterapia em lesões desportivas

    Os tratamentos clínicos das lesões citadas anteriormente podem ser realizados de várias formas pelos fisioterapeutas.

    Nas tendinopatias, ou lesões do joelho segundo o autor Laurino et al (2011) abrange o uso de mediação analgésica e/ou antiinflamatória, os fisioterapeutas usam modalidades empregadas amplamente no tratamento das mesmas como: a cinesioterapia, a crioterapia, a iontoforese (associação de medicamentos com a corrente terapêutica) fonoforese (uso tópico de antiinflamatórios, em forma de cremes ou de pomadas), os exercícios de fortalecimento muscular e os exercícios de alongamento. São feitas substituições por exercícios de menor intensidade sobre o tendão e a realização de atividades aquáticas também contribuem para a melhora dos sintomas. Quando ocorrem rupturas tendíneas totais ou subtotais, a intervenção cirúrgica precoce e adequada permite a recuperação do movimento e da força.

    Vendo a forma como a fisioterapia nas diversas áreas de atuação na reabilitação da epicondilite lateral, mais conhecida como lesão do cotovelo ainda é muito discutido, talvez pelo fato de usarem-se muitas técnicas ao mesmo tempo, onde as técnicas mais utilizadas para o tratamento são o uso de ultrassom, ondas curtas, eletroestimulação e gelo. A fisioterapia tem papel fundamental na recuperação tecidual, quando o paciente realiza o tratamento com infiltração de plasma rico em plaquetas. Utilizamos de rotina nas fases iniciais o laser e o ultrassom, e precocemente iniciamos os exercícios leves de flexão e extensão de dedos e punho. A partir daí avança para a realização de exercícios excêntricos e proprioceptivos (a partir da primeira semana) leves, sempre visando à melhora de toda a parte proprioceptiva do membro superior. Logo na quarta semana, o paciente já se encontra bem para a realização de exercícios específicos do esporte. O atleta é liberado de uma vez por todas para jogos e competições entre a 10ª e 12ª semana (SILVA, 2010).

5.     Considerações finais

    Para fazer a diferença no que tange a fisioterapia desportiva, é imprescindível vincular conhecimento oriundo de pesquisas e da pratica clínica. A revisão integrativa é um método de pesquisa incipiente na fisioterapia nacional, porem sua contribuição na melhoria de casos de lesões desportiva é inegável. A síntese dos resultados de pesquisas relevantes e reconhecidos mundialmente facilita a incorporação de evidências, ou seja, agiliza a transferência de conhecimento novo para a prática.

    No Brasil é carente o número de publicações que empregam esse método no desenvolvimento de pesquisas; assim, o presente estudo trouxe subsídio para o profissional de saúde compreender os conceitos gerais, etapas e a aplicabilidade da revisão integrativa.

    Nesse contexto, a revisão integrativa oferece aos profissionais de diversas áreas de atuação na saúde o acesso rápido aos resultados relevantes de pesquisas que fundamentam as condutas ou a tomada de decisão, proporcionando um saber crítico.

Referências

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  • ALENCAR, M. Princípios fisiológicos do aquecimento e alongamento muscular na atividade esportiva. Rev Bras Med Esporte vol.16, n.3 Niterói May/June. 2010.

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  • BESA et al. Lesões em surfistas profissionais. Rev Bras Med Esporte - Vol. 13, Nº 4 – Jul/Ago, 2007.

  • BRITO et al. Prevenção de lesões do ligamento cruzado anterior em futebolistas. Rev Bras Med Esporte vol.15, n.1 Niterói Jan./Feb. 2009.

  • CONTE et al. Exploração de fatores de risco de lesões desportivas entre universitários de educação física: estudo a partir de estudantes de Sorocaba/SP. Rev Bras Med Esporte, v.8, n.4. Niterói jul./ago. 2002.

  • GARMS et al. Avaliação da altura patelar em atletas com tendinopatia crônica do aparelho extensor do joelho. Acta ortop. bras. vol.19, n.1. São Paulo. 2011.

  • HOSHI, et al. Lesões desportivas na ginástica artística: estudo a partir de morbidade referida. Rev Bras Med Esporte vol.14 no.5 Niterói Sept./Oct. 2008.

  • JÚNIOR et al. Alterações posturais em atletas brasileiros do sexo masculino que participaram de provas de potência muscular em competições internacionais. Rev Bras Med Esporte, v.10, n.3. Niterói maio/jun. 2004.

  • KELLER et al. Relação entre a personalidade e lesões musculares em atletas de tênis de campo. Rev Bras Med Esporte – Vol. 19, No 2 – Mar/abr, 2013.

  • NETO et al. Caracterização de lesões desportivas no basquetebol. Fisioter. mov. vol.26 no.2 Curitiba Apr./June 2013.

  • PASTRE et al. Lesões desportivas na elite do atletismo brasileiro: estudo a partir de morbidade referida. Rev Bras Med Esporte vol.11 no.1 Niterói Jan./Feb. 2005.

  • PASTRE et al. Lesões desportivas no atletismo: comparação entre informações obtidas em prontuários e inquéritos de morbidade referida. Rev Bras Med Esporte, v.10, n.1. Niterói jan./fev. 2004.

  • PASTRE et al. Lesões desportivas no atletismo: comparação entre informações obtidas em prontuários e inquéritos de morbidade referida. Rev Bras Med Esporte vol.10 no.1 Niterói Jan./Feb. 2004.

  • SANTANA et al. Associação entre discinesia escapular e dor no ombro de praticantes de natação. Rev Bras Med Esporte vol.15, n.5. Niterói set./out. 2009.

  • SHIMAZAKI et al. Exploração de fatores de risco para lesões desportivas em atletas de tênis de mesa. Fisioter. Pesqui. vol.19 no.2 São Paulo Apr./June 2012.

  • SILVA. Lesões do membro superior no esporte. Rev. bras. ortop. vol.45, no.2. São Paulo, 2010.

  • SILVA;SILVEIRA. A humanização e a formação do profissional em fisioterapia. Ciênc. saúde coletiva. vol.16 , supl.1, Rio de Janeiro. 2011.

  • VALENTE et al. Lesão do músculo obturador externo em atletas de futebol profissional. Rev Bras Med Esporte vol.17, n.1 São Paulo Jan./Feb. 2011.


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